Em meio ao mundo globalizado, qualquer falha mínima ou qualquer situação que pareça estranha à empresa pode eclodir numa crise de reputação e impactar negativamente a marca em longo prazo. Portanto, a existência de um plano estratégico de gestão de crise é essencial para abordar e impedir qualquer circunstância adversa que afete uma organização.

O processo de transformação de dados e informações em conhecimento para fins de utilização em estratégias de tomada de decisão, de modo que elas sejam baseadas em informações consistentes, atualizadas e altamente precisas é conhecido por Business Intelligence (BI).

Neste artigo, vamos entender como agir corretamente nos momentos de crise empresarial e como o BI pode ajudar a implementar as ações corretas. Vamos lá?

1. Identifique o problema

A primeira coisa que deve ser feita para identificar uma crise é diferenciá-la de outros incidentes que possam ocorrer. Para isso, entenderemos a crise como situações internas ou externas, previsíveis ou não, que colocam em risco a imagem, a ação e os relacionamentos dentro e fora da organização.

O primordial é reconhecer a existência de um problema que necessita de solução. É essencial avaliar sua gravidade, pois somente isso pode determinar que ações são necessárias e quando precisam ser tomadas. Os gerentes precisam analisar constantemente os dados disponíveis, que são facilmente administrados com um sistema de BI.

Assim, poderão detectar falhas de gestão, necessidade de mudanças estratégicas, desvios produtivos, entre outros fatores que podem causar uma crise. Identificar falhas cometidas no passado também é importante, pois nos permite trabalhar preventivamente para o futuro.

2. Envolva os colaboradores na gestão de crise

Nunca sabemos de onde vem as ideias que podem nos ajudar a superar a situação de crise. As pessoas que conhecem o dia a dia do trabalho são as que estão em melhores condições para encontrar soluções que nos permitam melhorar e atingir os objetivos que queremos alcançar.

Os colaboradores estão aptos a trabalhar em um Diagrama de Causa e Efeito, ferramenta muito importante para detectar a origem dos problemas e definir o grau de urgência das ações a serem tomadas.

3. Elabore um plano de ação eficiente

Depois de entender a importância de ter boas estratégias de gerenciamento de crise de negócios, o próximo passo é criar seu próprio plano de ação. Antes disso, podem surgir várias questões, como: quais fatores considerar, o que fazer primeiro, quem deve ser responsável, quais recursos serão necessários, entre outros.

Como decisões podem destruir um negócio, é essencial que se tenha à disposição informações confiáveis ??e atualizadas.

Mais uma vez o BI entra em cena com dados e estatísticas consolidados que permitem uma revisão dos processos internos da empresa e a identificação dos pontos mais críticos a serem tratados com rapidez e eficiência.

O Business Intelligence é cada dia mais indispensável nas organizações. Somente com informações atualizadas podemos tomar decisões estratégicas e diligentes para obter bons resultados. Muitas vezes, a escassez de informação é a principal responsável pelos tempos de crise nas organizações, por isso é essencial escolher um bom sistema de administração de dados.

Gostou do nosso conteúdo? Se você pretende implantar o Business Intelligence para ter mais eficiência na gestão veja Tudo o que você precisa saber antes de implementar uma ferramenta de BI

A era do Big Data é marcada pela geração de informação — que se dá de forma rápida e a todo o momento — referente a atividades comuns e a processos mais complexos também.

As empresas se encontram no meio de uma infinidade de informações e tentam encontrar valor nelas, a fim de monitorar resultados e identificar problemas. Mas para isso precisam se organizar e focar no gerenciamento de dados.

Quer aprofundar seu conhecimento sobre o assunto? Então, continue a leitura e confira os próximos tópicos.

O gerenciamento de dados em um contexto moderno

Atualmente, os dados são protagonistas nas relações comerciais. Eles se tornaram uma moeda de valor, que permite trocas entre pessoas e empresas. Nas negociações modernas, o cliente fornece informações em troca de personalização, ou seja, de algo que solucione seu problema.

Por essa razão, a companhia inteligente do século 21 não é a que apenas utiliza passivamente essa massa de conhecimento, mas a que o gerencia como um ativo. A visão dos executivos e demais membros deve evoluir, encarando o Big Data como um importante fator na geração de vendas e de lucro.

A compreensão holística do valor e dos riscos associados ao gerenciamento de dados guia as corporações na coleta, no armazenamento e na aplicação de regras de segurança para garantir disponibilidade, integridade e restrições de acesso.

É importante destacar que essa não é mais uma questão de TI apenas, pois tornou-se uma dor de todos os departamentos e deve ser encarada com seriedade.

Em um contexto cada vez mais dependente das informações geradas a todo o tempo, as empresas precisam realizar uma gestão inteligente, proativa e integrada. Assim, conseguem se adaptar às mudanças a fim de manter a competitividade.

A importância do gerenciamento de dados

Um bom gerenciamento de dados garante que as informações estejam sempre disponíveis e com a qualidade necessária para a tomada de decisão. Também facilita a antecipação de problemas, proporcionando maior confiabilidade às previsões. Dessa forma, o gestor consegue intervir com rapidez em cenários problemáticos.

A aplicação prática disso é a otimização de produtos e serviços, por exemplo, que pode ser feita de maneira proativa. Devido a essa possibilidade, a organização é capaz de reduzir prejuízos e possíveis transtornos.

A gestão de dados facilita o acesso a informações relevantes, já que integra diferentes fontes conectando seus dados. Isso viabiliza uma análise eficaz dos indicadores importantes, o que beneficia o monitoramento dos resultados, das ações e do fluxo de trabalho.

Cerca de 97% das empresas acreditam que a falta do gerenciamento eficaz dos dados gera perda de oportunidades valiosas e estima-se que a consequência disso seja um prejuízo de cerca de 2 milhões de dólares por ano.

Dicas de como realizar o gerenciamento

A seguir, listamos três dicas de como realizar um bom gerenciamento de dados.

Foque na Qualidade dos Dados

Em se tratando de gerenciamento de dados o foco inicial deve estar na qualidade destes dados. Seja na coleta, seja no input destes dados no sistema, seja na sua atualização constante. Quanto mais padronizados, normatizados, higienizados e atualizados estiverem seus dados, mais fácil será o seu gerenciamento.

Reforce a segurança

A segurança é uma parte muito importante do tema que estamos discutindo. Se o objetivo é manter os dados disponíveis e em boa qualidade, a empresa precisa pensar em estratégias efetivas para proteger todas as camadas e oferecer barreiras de defesa. Com um bom planejamento e políticas efetivas, as informações permanecerão intactas a fim de cumprir o seu propósito.

Busque um software de Business Intelligence

É fundamental também buscar um software que transforme seus dados em informações, que viabilize uma completa análise dos dados e possibilite um monitoramento mais inteligente. Assim é possível implementar uma comunicação eficiente entre os diversos pontos da empresa e conseguir agilidade nas decisões e nas ações.

Uma boa gestão das informações ajuda a consolidar qualquer negócio, gerando otimização de processos e de produtos e/ou serviços. Na era do Big Data, é importante que as empresas conheçam as boas práticas e sejam capazes de organizar suas bases, a fim de extrair real valor delas.

Agora que você já sabe como o gerenciamento de dados é indispensável para uma empresa, entre em contato conosco e veja como podemos ajudar você!

Qualquer gestor que acompanhe o mercado com atenção já deve ter percebido que aplicações de Business Intelligence nas decisões organizações está se tornando uma necessidade de sobrevivência.

Mas como criar a base para implementar o BI com sucesso? Neste artigo, vamos conversar sobre o alinhamento estratégico entre área de TI e negócios: por que fazer, como se preparar e que tipo de ajuda você pode precisar. Vamos começar?

Afinal, por que esse alinhamento é importante?

Se existe uma expressão presente em todas as discussões sobre o futuro do mercado em qualquer setor, é a transformação digital. Novas tecnologias como Big Data, Machine Learning e serviços na nuvem vêm colocando a área de TI cada vez mais próxima das áreas de negócios quando da tomada de decisões.

Mas por que isso acontece? Principalmente pela exigência cada vez maior do mercado por estratégias flexíveis, inovações disruptivas e busca por pioneirismo em novos nichos. A TI, que sempre foi empregada de forma mais operacional dentro do escritório, é o setor que pode trazer respostas e soluções para esse novo cenário.

Quais os benefícios de manter as duas áreas alinhadas?

Essa fusão não está sendo praticada em tantas empresas à toa. As vantagens competitivas que uma visão tecnológica traz para o negócio são tão relevantes que têm possibilitado o surgimento de marcas gigantes quase do zero, além de deixar para trás grandes organizações consolidadas pela demora em implementar tecnologia em seu planejamento de mercado.

O alinhamento entre área de TI e negócios garante previsibilidade e flexibilidade de investimentos baseados na estratégia corporativa para a coleta e análise de dados, além de fornecer as ferramentas necessárias para executar novos planos com mais rapidez.

Uma empresa alinhada tem mais colaboração entre os departamentos, consegue testar e validar soluções com mais velocidade e pode oferecer um atendimento de qualidade ao cliente.

No caso de empresas B2B, por exemplo, a tecnologia é capaz de utilizar inteligência tanto para o seu negócio quanto para os seus clientes, oferecendo um produto ou serviço focado na entrega e no impacto de um mercado digital — uma vantagem imensa à frente da maioria dos concorrentes.

Da teoria à prática: como funciona o alinhamento entre área de TI e negócios?

Não existe uma fórmula universal para alinhar essas duas áreas, mas o seu esforço deve ser focado na comunicação e na qualidade dos dados. O Business Intelligence é uma ponte entre estrutura e estratégia, uma série de técnicas e ferramentas para transformar grandes volumes de dados em informações relevantes para o negócio.

Portanto, o primeiro passo é incluir ambas as áreas nas reuniões estratégicas. A partir daí, busque junto a esses departamentos formas de coletar e analisar dados com qualidade, agilidade e eficácia. Um BI bem implementado é aquele que padroniza esse processo em um sistema integrado, capaz de ser utilizado colaborativamente no dia a dia de toda a empresa.

Aliás, a integração é um ponto importante. O alinhamento da TI com os negócios passa pela transformação digital de uma empresa, com a aquisição e implementação de tecnologias como sistemas de gestão automatizados, ferramentas de comunicação e SaaS.

Quais os principais desafios do processo?

A transformação digital e a integração da TI nas decisões estratégicas são passos importantes para uma reformulação total de como a empresa se posiciona no mercado. Como dissemos, esse não é um processo homogêneo para todos e precisa ser feito de dentro para fora, com uma boa estruturação tecnológica e um bom planejamento.

Ou seja, o alinhamento entre área de TI e negócios é tão necessário como desafiador na busca pelo potencial máximo da tecnologia aplicada às decisões estratégicas. Como não faltam desafios no dia-a-dia de gestores e empreendedores, que tal contar com uma ajuda especializada para garantir esse alinhamento perfeito entre tecnologia e negócio?

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As empresas modernas já estão começando a dar a devida atenção à importância dos dados. Uma das principais implicações é na segurança da informação, com melhorias no gerenciamento de riscos e no planejamento preventivo.

Para otimizar os processos, identificar problemas e antecipar transtornos, o investimento em monitoramento de dados é uma opção efetiva. Para aprender mais sobre esse assunto, acompanhe este artigo.

O monitoramento de dados é a chave e a porta

Essa função consiste no acompanhamento das atividades de uma empresa em suas operações cotidianas. O objetivo é manter o controle rigoroso sobre os processos e obter mais conhecimento para a gestão.

O monitoramento de dados permite encontrar problemas e identificar comportamentos e padrões que auxiliam a liderança com uma visão global. Funciona como uma chave que viabiliza a exploração de diversas possibilidades de ação. Além disso, também coopera com a antecipação de possíveis gargalos operacionais, a fim de possibilitar a prevenção.

Segurança

Da mesma forma, é crucial para reforçar a segurança, como uma porta que impede o acesso indevido. Devido à possibilidade de prever situações de risco, é possível definir abordagens para proteger e reforçar a proteção da companhia, como a utilização de softwares específicos e a elaboração de uma política interna.

Assim, a gestão assegura confidencialidade, disponibilidade e integridade dos dados. Eles estarão sempre disponíveis, com uma boa qualidade e restritos somente a quem deve acessá-los.

Competitividade

Além disso, é uma questão de competitividade também, já que se trata de uma tendência cada vez mais aceita entre as companhias. Em uma pesquisa realizada pela Experian, 76% das empresas entrevistadas responderam que dados são fundamentais para definição de estratégias de negócio, e 91% já estão começando a colocar isso em prática.

Os benefícios são reais

A seguir, veremos algumas vantagens do monitoramento de dados.

Permite o conhecimento do mercado

Uma das principais implicações é o maior conhecimento de mercado. Com a análise de informações relevantes, a gestão consegue identificar tendências de consumo para o futuro e descobrir demandas e oportunidades de lucro de maneira mais eficiente.

Assim, a empresa pode preparar estratégias para impulsionar a competitividade e gerar mais valor para os consumidores. Existe também a possibilidade de segmentar a forma como a companhia se apresenta e impactar ainda mais o público.

Suporta a tomada de decisão em tempo real

O acompanhamento em tempo real aumenta o poder de reação para a companhia diante de incidentes e crises. Ademais, os colaboradores podem também ser proativos, optando por soluções antes que os problemas fiquem maiores. As decisões ganham mais consistência e apresentam uma maior probabilidade de sucesso, pois são baseadas em informações relevantes e de qualidade.

Beneficia a gestão estratégica

Da mesma forma, o monitoramento viabiliza a gestão estratégica, preocupada com as metas. A possibilidade de analisar os processos enquanto eles ocorrem, aliada à análise dos indicadores definidos, contribui para o alinhamento da companhia aos objetivos. Com isso, é possível mensurar os resultados de acordo com o que foi planejado e adotar abordagens efetivas para corrigir os problemas.

Acompanhar as operações e as informações geradas é crucial para garantir competitividade, segurança e um gerenciamento mais inteligente, voltado para os objetivos e metas. É uma estratégia que ajuda a companhia como um todo, com uma visão mais ampla para os líderes. Dessa forma, eles conseguem planejar e aplicar ações para estimular o crescimento de forma saudável e segura.

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Antes do big data e da explosão de informações que a internet das coisas e as redes sociais nos entregam, muitas das decisões tomadas dentro de uma empresa eram baseadas apenas em intuição e experiência. Havia, claro, a possibilidade de contratar uma pesquisa e análise de mercado, mas, além de serem caras e demoradas, não tinham como analisar o volume de dados com a rapidez que temos hoje.

Esse novo cenário abre uma nova perspectiva de uma atuação, feita a partir de conclusões geradas por análises de dados. Mas para que uma empresa consiga atingir esse patamar, será necessário a implantação de uma cultura data driven.

Que entender melhor esse conceito? Continue lendo!

O que é cultura data driven?

A cultura data driven, ou cultura orientada a dados, permite que uma empresa oriente as suas tomadas de decisões e seus processos com base em indicadores, métricas e achados encontrados com base em dados reais. Esses dados são obtidos e minerados por meio de ferramentas específicas de Business Intelligence e ajudam os gestores a alcançarem resultados mais próximos do planejado.

Com a gestão orientada a dados, as empresas podem construir ações, desenvolver produtos e criar um sistema de comunicação mais eficaz, com o objetivo claro de aumentar a receita e expandir seu negócio.

Grandes players do mercado de entretenimento, como o Netflix e a Marvel, utilizam a mineração de dados e análises preditivas para criar séries e filmes — principalmente sequências — baseadas nos feedbacks e nas referências que o seu publico alvo entrega — é o chamado fan service, que visa entregar o que o fã espera de uma sequência, baseado em pesquisas de comportamento após o lançamento do primeiro filme ou temporada.

Esse fan service pode ser trazido para o mundo corporativo, para que a empresa entregue um produto que atinja a expectativa dos clientes e, até mesmo, receba insights para entregar produtos ou serviços que não foram explorados, mas que são grandes necessidades de seu público-alvo.

Como aplicar a cultura data driven?

Agora que você conhece a base da cultura data driven, vamos a algumas dicas para uma boa aplicação desse conceito em sua empresa. Confira!

Garanta a qualidade dos dados

A qualidade dos dados, ou seja, seu preenchimento, veracidade e atualização é fundamental para iniciar uma cultura data driven. Para navegar no mar de informações que uma empresa produz, é necessário que sejam utilizadas as ferramentas que garantam a qualidade dessas informações e um alinhamento com as estratégias do negócio. 

Democratize os dados

O primeiro passo que a gestão deverá tomar é democratizar os seus dados, ou seja, torná-los disponíveis, estruturados e com um acesso transparente por meio de uma interface intuitiva. É importante que toda a empresa esteja engajada com esse novo momento e treinada para analisar e interpretar os dados disponíveis. Vale lembrar que democratizar os dados não significa abrir mão da segurança destes dados. 

Tenha uma boa governança de dados

Para atingir a cultura data driven, a organização deve ter uma base de governança de dados. Isso porque será necessário administrar o fluxo de dados e criar uma cultura entre os colaboradores — para que as esses dados passem a ter um peso maior e o tratamento correto. Esse procedimento demandará uma política clara e processos organizados, que estruturem todos os passos de coleta, tratamento, atualização e aplicação dos dados, de forma concisa.

A cultura data driven pode ser aplicada em empresas de todos os portes e segmentos. Mesmo aquelas que não têm uma estrutura pronta para começar a sua gestão orientada a dados, pode contratar um parceiro especializado para gerir essa área. É uma excelente forma de contar com ferramentas e profissionais de ponta sem a necessidade de grandes investimentos em equipamentos e contratação.

Esperamos que, após a leitura deste post, você tenha entendido a importância da cultura data driven para sua empresa. Com uma gestão orientada a dados, a corporação conseguirá extrair informações muito mais relevantes e tomar decisões que garantam um diferencial de mercado além de entender melhor os anseios dos clientes e otimizar as rotinas internas.

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Realizar uma gestão eficiente de todas as informações digitais geradas por sua empresa é fundamental para conseguir elevar resultados, reduzir custos, fidelizar clientes e ter segurança de informação. Para isso, é preciso ter uma boa governança de dados.

Se você busca aprender mais sobre essa prática e compreender como ela influenciará os resultados de sua empresa, este artigo é para você. Pegue um café e boa leitura!

O que é a governança de dados?

A governança de dados é a gestão eficiente de todas as informações digitais geradas por uma empresa, resultantes dos processos e da interação com seus diversos públicos.

Manter essas informações de forma organizada, seguindo bons critérios de validação, é uma excelente maneira de extrair insights e possibilitar melhorias contínuas nos diversos âmbitos da empresa, desde a eliminação de custos desnecessários até a fidelização de clientes.

Para ter mais confiabilidade, muitas empresas têm utilizado soluções de BI (Business Intelligence) para coletar dados de sistemas como ERP ou CRM de maneira automática, evitando a manipulação por terceiros, otimizando tempo e eliminando o risco de erros por fatores humanos.

Quais os objetivos de gerenciar bem os dados?

Realizar uma boa governança de dados traz inúmeros benefícios. Conheça, agora, os objetivos principais que motivarão você a investir nessa estratégia!

Melhorar os processos de tomada de decisão

Decisões são parte da rotina de qualquer empresa, e elas devem ser tomadas sempre com base em dados concretos, fidedignos e avaliações criteriosas. Isso é possível por meio da governança de dados, uma vez que ela garante a atualização e confiabilidade das informações tornando os julgamentos para tomada de decisões mais seguros e assertivos.

Proteger as informações de vazamentos e uso indevido

Ao manter as informações devidamente organizadas, centralizadas e bem gerenciadas, o trabalho de proteção à informação se torna mais eficiente. Com isso, os riscos do vazamento de dados principalmente dados sensíveis e/ou estratégicos, no que diz respeito à relação com os investidores, são minimizados.

Tornar os processos mais eficientes

Você só pode melhorar o que consegue medir, certo? Apesar de suas variações, a essência dessa afirmação é um mantra para quem trabalha com a governança de dados. Ao analisar as informações coletadas e organizadas, é possível otimizar processos e eliminar gargalos, aumentando a produtividade.

Reduzir custos

Quando os processos se tornam mais eficientes, os desperdícios e custos de produção e operação são consequentemente reduzidos. Lembre-se de que, quanto menor for o custo, maior poderá ser a margem de lucro da empresa.

Exibir maior transparência

Com tudo organizado, as tomadas de decisões e a gestão de modo geral são muito mais transparentes, pois cada escolha é justificada com base em dados concretos.

Como implementar de forma eficiente a governança dos dados?

O primeiro passo é definir um “governador” que será responsável pelos diversos aspectos dos dados e que formará um conselho para formular as políticas e apresentar os progressos.

Em seguida, é preciso avaliar a situação atual da empresa. Afinal, não é possível definir um caminho se você não sabe onde está. Levantar as práticas atuais e os resultados obtidos é obrigatório nessa fase do processo.

Com a empresa devidamente situada, o conselho deverá elaborar estratégias e objetivos para determinar como serão tratadas as informações nos próximos anos, além de realizar um acompanhamento constante de todos os aspectos do negócio.

Depois de tudo pronto e organizado, é preciso utilizar as informações de maneira estratégica para garantir o crescimento da empresa. Se esse ponto não for observado, todo o processo perde seu sentido.

Monitorar todas as etapas da governança de dados é parte fundamental do processo, pois, assim como os demais processos de uma empresa, ela pode — e deve! — ser melhorada.

Agora que você já entendeu a importância da governança de dados para o sucesso de sua empresa, entre em contato conosco e descubra como podemos ajudá-lo!

Fazer a gestão de uma empresa requer análises precisas, baseadas em dados confiáveis. Com isso, é possível monitorar os resultados e buscar a evolução constante. Ter acesso aos indicadores de forma clara e otimizar os processos internos é importante para conseguir alcançar o crescimento do negócio e, conhecer os principais modelos de dashboard e saber como implementá-los faz parte do processo de gestão dos resultados.

Ao considerarmos o grande volume de dados que hoje são produzidos diariamente nas empresas e a necessidade de tratamento, transformação e visualização destes dados percebe-se a necessidade de um painel de controle ou dashboards que permite a apresentação geral e o acompanhamento em tempo real de indicadores de performance, ou KPI’s, dos quais se fala muito hoje em dia no ramo empresarial afinal são eles o termômetro do desempenho da empresa.

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura deste artigo. Aqui vamos apresentar a importância de trabalhar com um painel de controle, bem como mostrar que existem 3 principais modelos de dashboard, suas vantagens e como construí-los. Acompanhe!

Qual é a importância de um dashboard?

Um dashboard (ou painel de controle) é uma ferramenta que permite a visualização das informações mais importantes do negócio de uma maneira compreensível e acessível. O objetivo é gerar uma visão mais ampla, irrestrita, que contemple todas as variáveis e os fatores relevantes. Isso auxilia na tomada de decisão e nas escolhas que orientam o crescimento do negócio.

Dessa forma, é possível acompanhar e monitorar os resultados em tempo real. O acompanhamento de perto favorece as ações e mudanças estratégicas de direcionamento. Esse tipo de painel fornece o apoio necessário para que as decisões reflitam os objetivos e ajudem a companhia a evoluir.

Os dashboards refletem o estado da empresa no momento analisado e, uma vez que os indicadores e as métricas são ajustados para diferentes cenários, indica também as possíveis tendências e o que é necessário fazer para melhorar.

Em um painel, os dados — que geralmente são muitos — devem estar sempre dispostos de forma clara e contar com diversas possibilidades de visualização gráfica, para fornecer as informações relevantes e tornar o entendimento delas ainda mais fácil. Com sistemas de Business Intelligence, é possível definir também uma hierarquia de indicadores e métricas, a fim de saber quais são os mais relevantes e como apresentá-los no dashboard considerando a relevância, periodicidade de atualização e característica da informação.

Um dos principais benefícios desse tipo de ferramenta é o fato de que os dashboards construídos em ferramentas de BI permitem estruturar bem as informações, atualizar os indicadores em tempo real e garantir a segurança da informação. Afinal, um dado sobre a organização pode ser relevante para funcionários de determinado departamento, mas não para os diretores — ou pode ser até necessário para ambos, mas deve ser analisado sob perspectivas diferentes.

Isso é justamente o que uma ferramenta de Business Intelligence consegue fazer: distribuir informações de acordo com o perfil do usuário, nível de acesso, o que ajuda a esclarecer os dados e tornar a análise mais simplificada. Por isso é importante entender qual o modelo de dashboard mais adequado para cada situação.

Afinal, mesmo com pontos de vista diferentes, é preciso garantir a integração dos setores e dos colaboradores. Todos trabalhando focados no mesmo objetivo, orientados pelos indicadores, fator este que impulsiona o crescimento saudável do negócio.

Dessa maneira, a organização consegue focar na produtividade, mas também no planejamento para o futuro e na tomada de decisões. Além disso, ganha o poder de analisar erros anteriores e conseguir mais agilidade, interatividade e eficiência.

Outro fator interessante da análise de dados através de ferramentas de business intelligence é o fato de que ela pode ser feita em qualquer dispositivo (mobilidade) e, como já falamos, em tempo real. Ou seja, os gestores ganham a capacidade de compreender o estado dos negócios a qualquer momento, de maneira intuitiva e acessível. Em decorrência disso, as decisões são mais acertadas e específicas para os problemas definidos.

Quais modelos de dashboard podemos adotar?

Um dos maiores desafios dos gestores é acompanhar os indicadores de performance de sua empresa. Já vimos a importância de ter uma plataforma completa para o monitoramento e a análise dos dados. Mas você conhece os modelos de dashboard que trabalham da melhor forma o Big Data e favorecem o monitoramento dos KPIs (Key Performance Indicators) dentro de uma plataforma de Business Intelligence?

Vamos lhe ajudar nessa tarefa! A seguir, detalhamos os 3 principais tipos de painel de controle, seus benefícios e suas características. Quer saber como eles funcionam e quando utilizá-los? Confira!

1. Dashboard Estratégico

O modelo de dashboard estratégico é o mais comum, geralmente utilizado por gerentes e executivos. Ele permite gerenciar atividades de nível superior e apresenta informações importantes sobre o desempenho geral do negócio e oportunidades.

A ferramenta exibe os grandes números da empresa e é focada no acompanhamento dos principais KPIs, como vendas ano a ano ou a satisfação geral do cliente por um período de tempo considerável. É voltada para o monitoramento dos resultados em busca dos objetivos, definidos por indicadores e métricas, a fim de impulsionar o crescimento.

Os dados estratégicos são atualizados periodicamente, mas em intervalos maiores, se comparados a outros modelos de dashboard. Esses painéis podem ser analisados uma vez ao dia, por exemplo, para monitorar o status dos KPIs da empresa de forma simples, por parte da equipe executiva.

Logo, ele é o painel ideal para análises e consultas rápidas, pois dispõe as informações sem muitos detalhes e profundidade. Uma vez que os dados são apresentados de maneira geral e atualizados com menor frequência, seu uso é destinado à tomada de decisão por parte dos gestores.

O Dashboard Estratégico pode ser dependente da interpretação de dados de outros painéis, especialmente do analítico, que veremos a seguir. Por ser utilizado no mais alto nível da hierarquia da organização, pode e eventualmente deve ser aprofundado nos níveis mais baixos da hierarquia de dados.

Os dashboards estratégicos podem ser adotados por qualquer departamento da empresa. Apresenta métrica e indicadores globais de cada área. Os chamados Big Numbers: total produzido, faturamento total, receita mensal, taxa de devolução, total de reclamações do produto, taxa de turn over, tudo isso preferencialmente em termos comparativos.

2. Dashboard Analítico

O modelo de dashboard analítico destina-se a obter uma visão geral dos dados para descobrir tendências. É o tipo de dashboard que busca explicar os dados, principalmente os apresentados no dashboard estratégico. Geralmente analisa uma quantidade imensa de dados e busca identificar padrões e tendências neles, a fim de suportar as decisões. Preocupa-se com insights, com possíveis escolhas e com os impactos associados a cada uma delas.

Com o modelo de dashboard analítico, os líderes e analistas de negócios podem ter acesso a informações específicas e detalhadas. Por exemplo: saber em quais regiões houve queda no desempenho ou se ocorreu em apenas uma loja específica. Isso é possível porque o painel de controle indica o crescimento ou a queda de lucratividade e segmenta a região, os períodos e as áreas da companhia em que isso aconteceu.

Esse modelo se importa com gráficos e demais formas de visualização dos dados, com processamento e armazenamento. Um exemplo são os relatórios, que integram e interpretam informações para fornecer suporte à tomada de decisões. São dados precisos e atualizados com frequência, normalmente através de ferramentas de Business Intelligence.

Todos os setores das empresas são beneficiados com suas análises, pois elas permitem exploração de informações, sustentando o direcionamento de estratégias específicas para cada necessidade. Entre eles podemos citar as áreas de produção, comercial,, marketing, finanças, atendimento ao cliente e recursos humanos.

Os painéis analíticos são capazes de medir diferentes fatores e métricas, em que a medição do objetivo em si não é tão importante, mas, sim, a verificação da distância entre o valor planejado e o real. Com isso, é possível estabelecer estratégias e ações táticas para reversão do cenário e alcance dos objetivos antes que uma possível crise se instale.

3. Dashboard Operacional

Esse modelo se propõe a responder a questão: “o que está acontecendo agora?”. É focado em monitorar operações do dia a dia, traçando os problemas comuns para que sejam propostas as possíveis soluções. Busca rastrear o desempenho dessas atividades diárias para manter a empresa em funcionamento.

Está preocupado com fluxo de produção, com o produto propriamente dito, com o tempo das atividades, prazos, agilidade nos processos, entre outras questões. Também lida com indicadores, principalmente para análise de erros e pontos que precisam de melhorias nas tarefas cotidianas. O objetivo é identificar falhas e gargalos e eliminá-los.

O dashboard operacional analisa cada pedido, cliente, produto especialmente. Por exemplo, o setor de vendas pode saber quantos pedidos foram realizados e em quais situações existe a possibilidade de devolução, atraso ou cancelamento. Assim, esse modelo ajuda os colaboradores a lidar diretamente com os clientes e selecionar de forma efetiva quais negociações representarão vendas efetivas e quais não.

Comparado a outros modelos de dashboard, o painel de controle operacional contém muito mais detalhes, e os dados são atualizados com uma frequência bem mais alta, como de minuto a minuto. A ferramenta é projetada para exibir o desempenho das tarefas ao longo do dia, a fim de monitorar seu progresso.

O dashboard operacional transforma o analista, gestor ou supervisor no técnico em campo, que enxerga o que está acontecendo minuto a minuto e toma decisões tempestivamente para alcançar o resultado desejado, ao invés do comentarista de mesa redonda ao final do jogo, que apenas discute o resultado, apontando o que poderia ter sido feito diferente.

Como construir dashboards eficientes?

Para organizar os dados especificamente para cada função (selecionando o que é importante para cada um), é fundamental que se tenha capacidade analítica, habilidades de organização e modelagem de dados e domínio de ferramentas de BI. Assim, consegue-se evitar erros ao definir métricas e indicadores que serão realmente relevantes para o contexto, bem como escolher formas adequadas de visualização.

Para configurar modelos de dashboard eficientes e, principalmente, ideais para a sua corporação, deve-se ter profissionais capacitados nas análises de dados e nas técnicas e ferramentas de construção. Por isso, atente-se para a escolha da equipe desenvolvedora dos painéis de controle do seu negócio. Afinal, hoje em dia não é necessário aguardar o fechamento do mês para avaliar o desempenho da sua empresa.

Cursos e treinamentos na área de business intelligence podem garantir o conhecimento efetivo para construção de dashboards que consigam, de fato, cumprir seus principais objetivos e que seja fácil de compartilhar e intuitivo para utilizar. Tudo começa com as técnicas adequadas de definição do público-alvo (a quem ele se destina), quais dados deverão ser analisados, qual é o objetivo da análise, a periodicidade da atualização e as perguntas que estarão no relatório.

Em alguns cursos, os alunos também aprendem na prática a criar bons relatórios, com o direcionamento sobre como fazer uma diagramação adequada, estabelecer uma narrativa de dados — além de como organizar as cores, o layout do painel e dispor as informações de forma clara. Da mesma forma, aprenderão a lidar com gráficos, entender a função de cada um e configurá-los para o contexto específico.

Os diferentes modelos de dashboard são fundamentais para garantir uma visão completa dos negócios e ajudar as empresas na definição do que é importante analisar em busca dos resultados esperados. Com uma ferramenta desse tipo, é possível conhecer o estado da empresa e saber o que deve ser feito para reparar problemas que atrapalham o crescimento.

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Um dos maiores desafios das empresas está em oferecer ao cliente um atendimento ágil, de qualidade e que atenda suas demandas e necessidades. Mas a adoção de práticas inteligentes e modernas, como o chamado SAC 4.0, permite mudar a experiência do cliente e oferecer o atendimento que ele deseja.

Atualmente, os clientes querem, cada vez mais, um atendimento ágil, cômodo e personalizado, que ofereça soluções para suas demandas por meio das ferramentas de contato escolhidas por ele, transformando a dinâmica que antes repousava no contato telefônico e nas esperas infindáveis nos call centers.

Explicamos agora o que é SAC 4.0, quais são as bases desse novo tipo de atendimento ao cliente e também qual a relação entre o SAC 4.0 e as ferramentas de Business Intelligence. Confira abaixo e ótima leitura!

Entenda o que é SAC 4.0

Com a evolução dos meios de comunicação e com o acesso cada vez mais frequente do público às ferramentas como a internet, também se faz necessário que os sistemas, plataformas e estruturas de atendimento ao cliente evoluam, acompanhando a demanda dos clientes e oferecendo soluções que os atendam.

Nesse sentido, o SAC 4.0 está diretamente ligado ao conceito de omnichannel, no qual o atendimento ao cliente deve ser oferecido por meio de diversos canais, cabendo ao cliente escolher o mais conveniente para sua comunicação com a empresa.

A empresa deve estar preparada para atendê-lo nos canais escolhidos, mas também deve integrar os canais de atendimento, para que a experiência do cliente seja única e integrada, sem interrupções.

Saiba quais as bases desse tipo de atendimento

Compreendido o conceito de SAC 4.0 e suas implicações, é importante entender quais são suas principais bases e como elas devem estar conectadas aos processos de atendimento de sua empresa. Entenda!

Valorização dos dados

Uma das grandes mudanças com relação aos serviços de atendimento tradicionais, o SAC 4.0 exige que os dados dos clientes sejam analisados e geridos de forma inteligente. Isso significa que é importante valorizar os dados, de forma metódica, dinâmica e aprofundada, por meio de ferramentas de Big Data e BI, que permitem armazenar e analisar os dados obtidos.

Com isso é possível oferecer uma experiência unificada e fluida ao cliente, mas também se aprofundar em seu comportamento, entender sua jornada de compra e fundamentar a tomada de decisões em dados concretos.

Inteligência artificial

Também é válido destacar que o SAC 4.0 permite aplicar com sucesso o uso da inteligência artificial, automatizando processos repetitivos e garantindo que seus colaboradores possam focar inteiramente nos processos importantes e que exigem o toque e o conhecimento humanos.

Treinamento da inteligência natural

Além do uso da inteligência artificial, é fundamental treinar e capacitar os colaboradores, para que eles se beneficiem das ferramentas de inteligência artificial e desempenhem papéis cada vez mais importantes dentro da empresa.

Compreenda a relação entre SAC 4.0 e BI

Por exigir o conhecimento e a análise de dados de forma mais aprofundada, o SAC 4.0 se beneficia fortemente da aplicação de ferramentas e processos de Business Intelligence, já que o fluxo e o volume dos dados disponíveis demanda auxílio tecnológico para serem analisados de forma eficiente.

A aplicação de plataformas e sistemas de Business Intelligence é uma das ferramentas mais importantes para o monitoramento do SAC 4.0 pois consegue integrar e cruzar dados do CRM, ERP, Redes Sociais, Website, Sistemas de Telefonia, Sistemas de Atendimento via Chat tudo em prol de uma melhor análise do perfil, comportamento e necessidades dos clientes, do negócio e do mercado, propiciando uma compreensão dos cenários, das tendências e, principalmente, gerando insights para potencializar os resultados do departamento e da empresa como um todo.

Gostou do artigo sobre o que é SAC 4.0 e quais são as principais bases desse tipo de atendimento? Então talvez queira receber nosso guia Tudo o que você precisa saber para estruturar o Atendimento ao Cliente! Clique e receba gratuitamente no seu e-mail.

A gestão eficiente de um negócio é um dos grandes segredos para seu sucesso. Para essa gestão eficiente, no entanto, é necessário monitorar constantemente o desempenho da empresa. E isso significa que é importante conhecer os principais kpis de vendas para avaliar o negócio de maneira apropriada.

Os indicadores de vendas são aliados importantes nesse processo e permitem desenvolver estratégias mais eficientes e que convertem mais, melhorando, com isso, os resultados da empresa.

Explicamos agora qual a importância dos kpis de vendas e também apresentamos os principais indicadores que você precisa conhecer. Confira abaixo e ótima leitura!

A importância dos kpis de vendas

Para compreender os melhores kpis de vendas, é importante primeiro entender o que a sigla significa e qual sua importância para sua empresa. Quando falamos de kpis, estamos falando dos “Key Performance Indicators” ou “Indicadores-Chave de Performance”. Isso quer dizer que os kpis de vendas são os indicadores mais importantes e relevantes para a avaliação e tomada de decisão dentro do setor.

Como o próprio nome diz, os kpis são os indicadores fundamentais para seu negócio, o que significa que devem ser monitorados constantemente, visando obter uma visão clara e atualizada dos setores importantes da empresa. No caso dos indicadores de venda, essa visão permite entender como está o ciclo de vendas e o desempenho do setor comercial como um todo.

Os principais kpis de vendas que você deve conhecer

Agora que você entendeu melhor o que são kpis de vendas e sua importância para a performance da empresa, listamos alguns dos principais indicadores que você deve ficar atento para acompanhar o desempenho da empresa com relação às vendas. Confira!

Taxa de conversão

A taxa de conversão, também conhecida por taxa de sucesso em vendas, demonstra quantas oportunidades foram convertidas, de fato, em vendas consolidadas. Isso permite compreender como está a efetividade da equipe de vendas, quantas oportunidades estão sendo fechadas e também entender dificuldades potenciais de cada vendedor, permitindo realizar ajustes e treinamentos.

Custo de aquisição por cliente

Outro dos kpis de vendas que você deve conhecer e acompanhar é o custo de aquisição por cliente, também conhecido pela sigla CAC. Esse indicador permite entender o investimento médio da empresa por cliente convertido, levando em consideração todos os investimentos com marketing, comunicação, ferramentas e processos.

Taxa de churn

Também é importante destacar como indicador fundamental para o sucesso da equipe de vendas a temida taxa de churn — churn pode ser traduzido como rotatividade ou evasão — de seus clientes, já que ele permite entender situações em que o consumidor está descontente e também se sua empresa está convertendo mais ou menos do que perdendo clientes ao longo dos meses.

Como é possível perceber, adotar métricas para acompanhar as vendas de sua empresa é um processo necessário e que facilita a mensuração dos resultados, o acompanhamento das ações e a adoção de estratégias para torná-la mais eficiente e rentável.

O que você achou de entender melhor e conhecer os principais kpis de vendas e como aplicá-los em sua empresa? Se você gostou, aproveite para saber também a importância do coaching em vendas e por que você deve contratá-lo!

André é o principal executivo de uma empresa que está em crescimento no mercado. Assim como outros gestores, ele sente certa dificuldade na gestão de processos. Ele tem alguns objetivos, como reduzir os custos da empresa com os materiais utilizados, reduzir o tempo de entrega, melhorar a produtividade da equipe, entre outros desafios. Nesse âmbito, a otimização de processos é exatamente o que ele precisa.

Essas ações de otimização visam, justamente, facilitar o trabalho de um gestor dentro da empresa, não importa de que tamanho ela seja. Por sua vez, uma melhor gestão tem, como consequência, melhores resultados — ou seja, otimizar processos é uma forma da sua empresa alcançar os seus objetivos.

Por conta disso, separamos algumas informações a respeito da otimização de processos, suas vantagens e como você pode colocá-la em prática! Acompanhe a leitura e confira.

Por que investir na otimização de processos?

Você certamente deseja que sua empresa cresça e seja um destaque no mercado. Para isso, é preciso avaliar diversos fatores constantemente: os recursos necessários para a empresa se desenvolver, identificar quais atividades realmente agregam valor e quais não, eliminando-as e avaliando os procedimentos que geram altos custos para o negócio.

Pensando nisso, a otimização de processos ajuda em todos esses pontos. Ela torna muito mais fácil fazer essa análise e assim, facilita a vida do gestor significativamente.

Ao identificar quais são os setores e os processos que estão sugando recursos de maneira desnecessária, é possível eliminar os problemas causadores. A partir disso, é possível investir em processos que realmente aumentam a produtividade da empresa e que conseguem trazer melhores resultados.

Como otimizar os processos?

Agora que você já sabe o que é a otimização de processos e todos os benefícios que ela pode trazer para o seu trabalho e para a empresa, saiba como colocá-la em prática.

Separamos logo abaixo algumas técnicas que podem ser bastante úteis no seu dia a dia. Veja!

Diagrama de Ishikawa

Depois de descobrir quais processos você precisará otimizar, você já pode utilizar algumas das técnicas para melhoria dos processos — e uma delas é o Diagrama de Ishikawa, também conhecido como Diagrama de Causa e Efeito.

Você deve começar a investigar a causa do problema dentro dos “6 Ms”: método, material, mão de obra, máquina, medida e meio ambiente.

Agora, você fará uma pergunta para cada item, sendo ela do tipo “por que isso está acontecendo?” Esse questionamento deve ser feito várias vezes até que você chegue à raiz do problema.

Ciclo PDCA

PDCA é uma sigla bastante conhecida e que significa Planejar (plan), Fazer (do), Checar (check) e Agir (act). Essa é uma técncia de gestão bastante conhecida que pode ser aplicada à otimização de processos e consegue ser utilizada por, praticamente, qualquer tipo de empresa.

É um processo que visa ciclos, ou seja, nunca para. Você nunca deixa de planejar, de fazer, de checar e de agir.

Ao checar, você pode identificar um problema, e, a partir desse ponto, você sabe que precisa fazer alguma coisa, ou seja, agir. Em seguida, é a hora de planejar o que pode ser feito e, logo em seguida, colocar em prática — e assim o ciclo continua.

Matriz BÁSICO

O nome BÁSICO é formado pelas iniciais das palavras Benefícios (para a empresa), Abrangência, Satisfação (do cliente), Investimentos (necessários), Cliente (externo satisfeito) e Operação (simples).

Para cada um desses termos você deverá fazer uma análise dos itens, dando uma nota de 1 a 5. Por fim, veja qual tem a pontuação mais elevada e comece a sua otimização de processos por esse ponto.

Implementar a otimização de processos na sua rotina não é uma tarefa difícil utilizando as técnicas necessárias. Além delas, você também poderá contar com softwares e ferramentas otimizam processos através da automação — o que é uma ótima alternativa.

Quer saber como o CRM e o BI podem auxiliar sua empresa na otimização de processos? Entre em contato com a gente. Vamos conversar!