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Utilizar a planilha do Excel já foi a melhor saída para a gestão financeira das empresas, mas não é mais suficiente. Afinal, as demandas atuais são complexas, e a necessidade por mobilidade, segurança e dinamismo é ainda maior.

Tudo ocorre em tempo real, e os gestores precisam tomar decisões em poucos minutos. Por isso, é preciso atentar para as desvantagens dessa ferramenta e buscar outras soluções.

Se você busca melhorar a análise de dados de sua companhia, com mais rapidez e precisão, contando com a colaboração de todos, acompanhe as informações deste artigo!

Importância do controle e eficiência na gestão financeira

Quando tratamos de gestão financeira, é importante ter muito cuidado. A saúde das operações depende disso, bem como a continuidade da empresa, como um todo. O gerenciamento correto das finanças vai permitir que a companhia solucione os problemas diários, honre seus compromissos e planeje investimentos para o futuro.

Um erro em uma dessas análises pode ser fatal para as finanças. As falhas ainda podem se acumular e gerar transtornos maiores e incontroláveis. Para evitar que problemas cresçam, é importante obter visibilidade dos processos, a fim de realizar ajustes.

Por isso, é importante monitorar as informações e acompanhar os resultados, além de buscar um controle maior a fim de tomar decisões efetivas. Assim, é possível evitar erros e intervir em problemas de maneira eficiente.

Por mais que o Excel tenha sido usado por muito tempo, percebe-se que o software não atende mais esses requisitos. Quem procura controle e melhores resultados na gestão precisa, então, migrar para soluções mais robustas.

Desvantagens de usar Excel

Para que fique clara para você a necessidade dessas novas soluções, vamos demonstrar mais algumas desvantagens do uso desse sistema.

Dificuldade no gerenciamento

Por se tratar de uma ferramenta manual, o Excel apresenta algumas dificuldades de uso. As alterações nos dados só são feitas manualmente, o que pode gerar erros e gargalos operacionais.

Ou seja, o software não oferece opções de automação e integração em tempo real com outras fontes, e essa limitação é prejudicial para a velocidade das operações. Ademais, quanto mais complexa a planilha, mais difícil é manipular o documento.

Falta de mobilidade

Mobilidade é uma necessidade e uma obrigação em nossos dias. É preciso analisar dados e tomar decisões em qualquer momento e lugar.

As planilhas não são uma boa opção para quem busca isso, pois não são responsivas para dispositivos Mobile.

Baixa segurança

Quando tratamos de informações financeiras, segurança também é prioridade. Com sistemas como o Excel, esse aspecto é comprometido, uma vez que os documentos normalmente ficam armazenados em um computador específico e podem ser facilmente corrompidos.

O software não oferece uma proteção robusta que envolva criptografia e outros recursos modernos. Assim, qualquer ataque ao computador pode colocar em risco dados sensíveis.

Falta de suporte à colaboração

Nessa ferramenta, se houver a necessidade de vários usuários realizarem alterações em uma mesma planilha, não é fácil garantir precisão.

O controle de versões é confuso e certamente gerará erros no gerenciamento financeiro. Afinal, os arquivos estão disponíveis localmente apenas e existem em versões únicas, no disco rígido de um computador.

Como vimos, o Excel é um sistema que não atende mais aos requisitos da gestão moderna e não permite que a companhia acompanhe o mercado.

Por esta razão a Microsoft traz uma alternativa mais eficiente para gerar transparência, agilidade e dinamismo para as análises, o Power BI. Uma plataforma de Analytics e Business Intelligence que vai transformar a forma como você gerencia suas operações. Com ele, é possível monitorar informações em tempo real, através de uma interface intuitiva e ainda receber alertas e suporte à colaboração em equipe.

Agora que você conhece as limitações de usar a planilha do Excel, que tal começar a utilizar uma ferramenta poderosa para o gerenciamento das finanças? Baixe já o Power BI.

Qualquer gestor que acompanhe o mercado com atenção já deve ter percebido que aplicações de Business Intelligence nas decisões organizações está se tornando uma necessidade de sobrevivência.

Mas como criar a base para implementar o BI com sucesso? Neste artigo, vamos conversar sobre o alinhamento estratégico entre área de TI e negócios: por que fazer, como se preparar e que tipo de ajuda você pode precisar. Vamos começar?

Afinal, por que esse alinhamento é importante?

Se existe uma expressão presente em todas as discussões sobre o futuro do mercado em qualquer setor, é a transformação digital. Novas tecnologias como Big Data, Machine Learning e serviços na nuvem vêm colocando a área de TI cada vez mais próxima das áreas de negócios quando da tomada de decisões.

Mas por que isso acontece? Principalmente pela exigência cada vez maior do mercado por estratégias flexíveis, inovações disruptivas e busca por pioneirismo em novos nichos. A TI, que sempre foi empregada de forma mais operacional dentro do escritório, é o setor que pode trazer respostas e soluções para esse novo cenário.

Quais os benefícios de manter as duas áreas alinhadas?

Essa fusão não está sendo praticada em tantas empresas à toa. As vantagens competitivas que uma visão tecnológica traz para o negócio são tão relevantes que têm possibilitado o surgimento de marcas gigantes quase do zero, além de deixar para trás grandes organizações consolidadas pela demora em implementar tecnologia em seu planejamento de mercado.

O alinhamento entre área de TI e negócios garante previsibilidade e flexibilidade de investimentos baseados na estratégia corporativa para a coleta e análise de dados, além de fornecer as ferramentas necessárias para executar novos planos com mais rapidez.

Uma empresa alinhada tem mais colaboração entre os departamentos, consegue testar e validar soluções com mais velocidade e pode oferecer um atendimento de qualidade ao cliente.

No caso de empresas B2B, por exemplo, a tecnologia é capaz de utilizar inteligência tanto para o seu negócio quanto para os seus clientes, oferecendo um produto ou serviço focado na entrega e no impacto de um mercado digital — uma vantagem imensa à frente da maioria dos concorrentes.

Da teoria à prática: como funciona o alinhamento entre área de TI e negócios?

Não existe uma fórmula universal para alinhar essas duas áreas, mas o seu esforço deve ser focado na comunicação e na qualidade dos dados. O Business Intelligence é uma ponte entre estrutura e estratégia, uma série de técnicas e ferramentas para transformar grandes volumes de dados em informações relevantes para o negócio.

Portanto, o primeiro passo é incluir ambas as áreas nas reuniões estratégicas. A partir daí, busque junto a esses departamentos formas de coletar e analisar dados com qualidade, agilidade e eficácia. Um BI bem implementado é aquele que padroniza esse processo em um sistema integrado, capaz de ser utilizado colaborativamente no dia a dia de toda a empresa.

Aliás, a integração é um ponto importante. O alinhamento da TI com os negócios passa pela transformação digital de uma empresa, com a aquisição e implementação de tecnologias como sistemas de gestão automatizados, ferramentas de comunicação e SaaS.

Quais os principais desafios do processo?

A transformação digital e a integração da TI nas decisões estratégicas são passos importantes para uma reformulação total de como a empresa se posiciona no mercado. Como dissemos, esse não é um processo homogêneo para todos e precisa ser feito de dentro para fora, com uma boa estruturação tecnológica e um bom planejamento.

Ou seja, o alinhamento entre área de TI e negócios é tão necessário como desafiador na busca pelo potencial máximo da tecnologia aplicada às decisões estratégicas. Como não faltam desafios no dia-a-dia de gestores e empreendedores, que tal contar com uma ajuda especializada para garantir esse alinhamento perfeito entre tecnologia e negócio?

Entre em contato conosco! A Trinity pode te oferecer a melhor experiência que você precisa em serviços para promover a transformação digital da sua empresa.

Devido à grande quantidade de informação que as empresas coletam atualmente, um sistema que filtra e analisa esses dados é uma necessidade primária. Afinal, a pressão do mercado recai sobre a gestão e demanda um processo rápido de captação, integração e interpretação. Por isso, um bom software que executa essa função é muito útil.

Neste artigo, você descobrirá como a alternativa da Microsoft coopera com a geração de insights rápidos para as decisões e como ajuda a otimizar processos e a garantir rentabilidade. Para aprender sobre a implantação do Power BI e suas vantagens, prossiga na leitura.

O potencial do Power BI

O Power BI é um conjunto de serviços e aplicações da Microsoft para análise de dados. Essas ferramentas focam em transformar dados brutos em insights coerentes e relevantes para o contexto de uma empresa, o que coopera com a tomada de decisão.

Com isso, é possível monitorar o negócio e acompanhar os resultados de perto, a fim de verificar o andamento da companhia. Assim, a gestão visualiza as métricas mais importantes, com uma capacidade holística de compreensão.

Vantagens

O Power BI é uma tecnologia hospedada na nuvem, ou seja, pode ser acessado diretamente da internet. Por isso, as ferramentas agregam maior flexibilidade ao processo de tratamento de dados, pois permitem que o número de usuários envolvidos cresça ou diminua de acordo com a necessidade da companhia.

O crescimento é ilimitado, o que faz dela uma solução altamente escalável. Tudo isso por um preço acessível. Outra vantagem é a preocupação com a experiência do usuário: a utilização é intuitiva e simples e pode ser feita por qualquer funcionário de TI, de marketing, da área comercial etc.

Em outras palavras, é uma ferramenta self-service que democratiza o acesso às informações importantes e facilita a manipulação por todos os envolvidos. O colaborador encontra facilmente uma documentação esclarecedora e tutoriais explicativos que ajudam a elucidar ainda mais a utilização.

É também uma solução bastante reconhecida por suas qualidades e por sua consistência. Foi destacado como líder na área de dados e business intelligence pelo 12º ano consecutivo na pesquisa do quadrante mágico, da Gartner.

A análise de dados

A maioria das empresas já coleta muitas informações, pois trabalha com sistemas de gestão que acompanham os processos diários. No entanto, boa parte ainda não sabe explorar esses dados, entender suas necessidades e extrair valor deles.

Uma base comum é, geralmente, muito complexa e muito volumosa. Muitas informações coletadas geram certa confusão. É preciso uma tarefa para limpar e filtrar esse volume e extrair o que, de fato, é relevante para a companhia em determinado momento.

Por isso, a análise de dados busca a geração de insights para a tomada de decisão. Ela permite que façamos perguntas às bases, questionamentos que façam parte do contexto da organização e que estejam alinhados com os objetivos.

Com as respostas, os gestores podem compreender o estado do negócio e optar por ações corretivas, por exemplo. O objetivo é obter uma visualização clara, que realmente diga alguma coisa para a gestão, de uma maneira que os dados organizados naturalmente não conseguem.

As funções do Power BI

Uma das funções do Power BI que mais agradam os usuários é a capacidade de lidar bem com problemas complexos, com grandes volumes, de maneira prática e simples. A seguir, veremos como o conjunto de serviços da Microsoft consegue fazer isso.

Integração de dados

O sistema possibilita a integração de diferentes fontes, de bases distintas, com o diálogo e a interação entre elas para gerar conhecimento. Essas fontes podem estar disponíveis online ou offline.

Com isso, a gestão é capaz de realizar uma análise global e completa que abrange todos os aspectos relevantes. A união de diversas origens permite comparações inteligentes e correlações que viabilizam decisões mais seguras e confiáveis.

Também devido a essa funcionalidade, a equipe interna consegue utilizar bases públicas e comparar dados externos com os internos, a fim de obter uma investigação mais precisa, por exemplo.

Assim, é possível colocar em paralelo os resultados da companhia com os do mercado e visualizar o quanto a empresa cresceu e o quanto deveria ter crescido em determinado período.

Atualização em tempo real

Outra funcionalidade importante é a atualização em tempo real. Isso permite o acompanhamento de resultados de estratégias dos setores no exato momento em que elas estão ocorrendo e confere aos líderes o poder de alterar e mudar abordagens. Já que a visualização é instantânea, a análise e a decisão também são mais rápidas.

A ferramenta ajuda a acompanhar os indicadores mais importantes e permite que a companhia estude os resultados considerando os objetivos e as metas planejadas.

Criação de dashboards

O Power BI também viabiliza a criação de dashboards rápidos e personalizados, de acordo com o contexto do negócio e com as métricas principais. Em cerca de minutos, qualquer usuário pode gerar um painel rico de insights relevantes que contam histórias sobre os dados para ajudar na tomada de decisão.

Assim, a gestão consegue analisar com mais velocidade e compreender o andamento das operações, com gráficos e relatórios de qualidade.

A implantação do Power BI

A implantação de um conjunto de ferramentas como o Power BI deve ser gerenciada com cuidado. Afinal, esse processo pode enfrentar resistência por parte dos funcionários que lidam com essa função. A capacidade de automação da aplicação assusta alguns membros das companhias.

É importante preparar a equipe, pois a utilização de sistemas inteligentes para executar tarefas de inteligência de negócios já é uma tendência de mercado. Segundo a Gartner, cerca de 40% das tarefas de analytics serão automatizadas até 2020.

Com o devido investimento e patrocínio dos gestores, é possível contornar esse problema, adotar o Power BI e aproveitar o máximo de seus benefícios. É necessário abraçar o projeto e dedicar tempo para que os membros entendam a importância desses serviços e como eles cooperam com o trabalho humano.

Uma recomendação é começar a implementação em apenas uma área e depois expandir o uso do sistema. Com o tempo, os próprios usuários vão valorizar as ferramentas por conta da praticidade que elas agregam ao cotidiano.

A mobilidade, por exemplo, é um fator que ajuda bastante as empresas no dia a dia. Afinal, é possível gerar insights e estudar o andamento dos processos em qualquer momento, a partir de qualquer lugar do mundo. Isso contribui para agilizar a análise e democratizar a função, com o compartilhamento de dados relevantes e de relatórios entre as equipes internas.

A flexibilidade também encanta as organizações. Uma vez que as mudanças são comuns em tempos modernos, a companhia consegue manter uma estabilidade nessa função, mesmo com o aumento ou a diminuição de demanda.

A análise de dados e a capacidade de prever problemas

Uma das funções mais interessantes da análise de dados é a previsão de problemas e oportunidades. Ou seja, é a capacidade de olhar para o futuro e preparar a empresa para cenários possíveis. Isso é feito a partir da identificação de padrões em informações históricas.

Por exemplo: a análise das bases da companhia viabiliza a identificação de cancelamentos de serviços por parte de alguns clientes. O estudo dos dados busca padrões e relações entre as razões dos antigos usuários.

O sistema, então, identifica o que está causando essa desistência. Pode ser uma abordagem nova da equipe ou alguma mudança na forma de oferecer esse serviço. Assim, é possível prever, com certo nível de certeza, quantos usuários vão deixar de negociar com a empresa e, a partir disso, tomar decisões preventivas.

Outro exemplo é a manutenção preditiva de equipamentos. O exame de falhas e problemas históricos permite que o software aponte possíveis pontos que precisam de cuidado e fatores que necessitam de alerta, pois podem gerar a quebra e instabilidade de determinado ativo.

A análise de dados é uma função de extrema importância, pois possibilita a filtragem do grande volume de informações geradas em tempo real, o entendimento do negócio e guia a tomada de decisão para alinhar com os objetivos. O Power BI é um conjunto de funcionalidades que facilitam esse trabalho, com mobilidade, flexibilidade e simplicidade.

Agora que você sabe o que precisa sobre a implantação do Power BI, entre em contato e comece a aproveitar os benefícios dessa aplicação.

As empresas modernas já estão começando a dar a devida atenção à importância dos dados. Uma das principais implicações é na segurança da informação, com melhorias no gerenciamento de riscos e no planejamento preventivo.

Para otimizar os processos, identificar problemas e antecipar transtornos, o investimento em monitoramento de dados é uma opção efetiva. Para aprender mais sobre esse assunto, acompanhe este artigo.

O monitoramento de dados é a chave e a porta

Essa função consiste no acompanhamento das atividades de uma empresa em suas operações cotidianas. O objetivo é manter o controle rigoroso sobre os processos e obter mais conhecimento para a gestão.

O monitoramento de dados permite encontrar problemas e identificar comportamentos e padrões que auxiliam a liderança com uma visão global. Funciona como uma chave que viabiliza a exploração de diversas possibilidades de ação. Além disso, também coopera com a antecipação de possíveis gargalos operacionais, a fim de possibilitar a prevenção.

Segurança

Da mesma forma, é crucial para reforçar a segurança, como uma porta que impede o acesso indevido. Devido à possibilidade de prever situações de risco, é possível definir abordagens para proteger e reforçar a proteção da companhia, como a utilização de softwares específicos e a elaboração de uma política interna.

Assim, a gestão assegura confidencialidade, disponibilidade e integridade dos dados. Eles estarão sempre disponíveis, com uma boa qualidade e restritos somente a quem deve acessá-los.

Competitividade

Além disso, é uma questão de competitividade também, já que se trata de uma tendência cada vez mais aceita entre as companhias. Em uma pesquisa realizada pela Experian, 76% das empresas entrevistadas responderam que dados são fundamentais para definição de estratégias de negócio, e 91% já estão começando a colocar isso em prática.

Os benefícios são reais

A seguir, veremos algumas vantagens do monitoramento de dados.

Permite o conhecimento do mercado

Uma das principais implicações é o maior conhecimento de mercado. Com a análise de informações relevantes, a gestão consegue identificar tendências de consumo para o futuro e descobrir demandas e oportunidades de lucro de maneira mais eficiente.

Assim, a empresa pode preparar estratégias para impulsionar a competitividade e gerar mais valor para os consumidores. Existe também a possibilidade de segmentar a forma como a companhia se apresenta e impactar ainda mais o público.

Suporta a tomada de decisão em tempo real

O acompanhamento em tempo real aumenta o poder de reação para a companhia diante de incidentes e crises. Ademais, os colaboradores podem também ser proativos, optando por soluções antes que os problemas fiquem maiores. As decisões ganham mais consistência e apresentam uma maior probabilidade de sucesso, pois são baseadas em informações relevantes e de qualidade.

Beneficia a gestão estratégica

Da mesma forma, o monitoramento viabiliza a gestão estratégica, preocupada com as metas. A possibilidade de analisar os processos enquanto eles ocorrem, aliada à análise dos indicadores definidos, contribui para o alinhamento da companhia aos objetivos. Com isso, é possível mensurar os resultados de acordo com o que foi planejado e adotar abordagens efetivas para corrigir os problemas.

Acompanhar as operações e as informações geradas é crucial para garantir competitividade, segurança e um gerenciamento mais inteligente, voltado para os objetivos e metas. É uma estratégia que ajuda a companhia como um todo, com uma visão mais ampla para os líderes. Dessa forma, eles conseguem planejar e aplicar ações para estimular o crescimento de forma saudável e segura.

Agora que você já conhece a importância do monitoramento de dados, siga a gente no no LinkedIn e receba em primeira mão nossos conteúdos sobre inteligência de negócios e gestão de clientes!

Antes do big data e da explosão de informações que a internet das coisas e as redes sociais nos entregam, muitas das decisões tomadas dentro de uma empresa eram baseadas apenas em intuição e experiência. Havia, claro, a possibilidade de contratar uma pesquisa e análise de mercado, mas, além de serem caras e demoradas, não tinham como analisar o volume de dados com a rapidez que temos hoje.

Esse novo cenário abre uma nova perspectiva de uma atuação, feita a partir de conclusões geradas por análises de dados. Mas para que uma empresa consiga atingir esse patamar, será necessário a implantação de uma cultura data driven.

Que entender melhor esse conceito? Continue lendo!

O que é cultura data driven?

A cultura data driven, ou cultura orientada a dados, permite que uma empresa oriente as suas tomadas de decisões e seus processos com base em indicadores, métricas e achados encontrados com base em dados reais. Esses dados são obtidos e minerados por meio de ferramentas específicas de Business Intelligence e ajudam os gestores a alcançarem resultados mais próximos do planejado.

Com a gestão orientada a dados, as empresas podem construir ações, desenvolver produtos e criar um sistema de comunicação mais eficaz, com o objetivo claro de aumentar a receita e expandir seu negócio.

Grandes players do mercado de entretenimento, como o Netflix e a Marvel, utilizam a mineração de dados e análises preditivas para criar séries e filmes — principalmente sequências — baseadas nos feedbacks e nas referências que o seu publico alvo entrega — é o chamado fan service, que visa entregar o que o fã espera de uma sequência, baseado em pesquisas de comportamento após o lançamento do primeiro filme ou temporada.

Esse fan service pode ser trazido para o mundo corporativo, para que a empresa entregue um produto que atinja a expectativa dos clientes e, até mesmo, receba insights para entregar produtos ou serviços que não foram explorados, mas que são grandes necessidades de seu público-alvo.

Como aplicar a cultura data driven?

Agora que você conhece a base da cultura data driven, vamos a algumas dicas para uma boa aplicação desse conceito em sua empresa. Confira!

Garanta a qualidade dos dados

A qualidade dos dados, ou seja, seu preenchimento, veracidade e atualização é fundamental para iniciar uma cultura data driven. Para navegar no mar de informações que uma empresa produz, é necessário que sejam utilizadas as ferramentas que garantam a qualidade dessas informações e um alinhamento com as estratégias do negócio. 

Democratize os dados

O primeiro passo que a gestão deverá tomar é democratizar os seus dados, ou seja, torná-los disponíveis, estruturados e com um acesso transparente por meio de uma interface intuitiva. É importante que toda a empresa esteja engajada com esse novo momento e treinada para analisar e interpretar os dados disponíveis. Vale lembrar que democratizar os dados não significa abrir mão da segurança destes dados. 

Tenha uma boa governança de dados

Para atingir a cultura data driven, a organização deve ter uma base de governança de dados. Isso porque será necessário administrar o fluxo de dados e criar uma cultura entre os colaboradores — para que as esses dados passem a ter um peso maior e o tratamento correto. Esse procedimento demandará uma política clara e processos organizados, que estruturem todos os passos de coleta, tratamento, atualização e aplicação dos dados, de forma concisa.

A cultura data driven pode ser aplicada em empresas de todos os portes e segmentos. Mesmo aquelas que não têm uma estrutura pronta para começar a sua gestão orientada a dados, pode contratar um parceiro especializado para gerir essa área. É uma excelente forma de contar com ferramentas e profissionais de ponta sem a necessidade de grandes investimentos em equipamentos e contratação.

Esperamos que, após a leitura deste post, você tenha entendido a importância da cultura data driven para sua empresa. Com uma gestão orientada a dados, a corporação conseguirá extrair informações muito mais relevantes e tomar decisões que garantam um diferencial de mercado além de entender melhor os anseios dos clientes e otimizar as rotinas internas.

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Realizar uma gestão eficiente de todas as informações digitais geradas por sua empresa é fundamental para conseguir elevar resultados, reduzir custos, fidelizar clientes e ter segurança de informação. Para isso, é preciso ter uma boa governança de dados.

Se você busca aprender mais sobre essa prática e compreender como ela influenciará os resultados de sua empresa, este artigo é para você. Pegue um café e boa leitura!

O que é a governança de dados?

A governança de dados é a gestão eficiente de todas as informações digitais geradas por uma empresa, resultantes dos processos e da interação com seus diversos públicos.

Manter essas informações de forma organizada, seguindo bons critérios de validação, é uma excelente maneira de extrair insights e possibilitar melhorias contínuas nos diversos âmbitos da empresa, desde a eliminação de custos desnecessários até a fidelização de clientes.

Para ter mais confiabilidade, muitas empresas têm utilizado soluções de BI (Business Intelligence) para coletar dados de sistemas como ERP ou CRM de maneira automática, evitando a manipulação por terceiros, otimizando tempo e eliminando o risco de erros por fatores humanos.

Quais os objetivos de gerenciar bem os dados?

Realizar uma boa governança de dados traz inúmeros benefícios. Conheça, agora, os objetivos principais que motivarão você a investir nessa estratégia!

Melhorar os processos de tomada de decisão

Decisões são parte da rotina de qualquer empresa, e elas devem ser tomadas sempre com base em dados concretos, fidedignos e avaliações criteriosas. Isso é possível por meio da governança de dados, uma vez que ela garante a atualização e confiabilidade das informações tornando os julgamentos para tomada de decisões mais seguros e assertivos.

Proteger as informações de vazamentos e uso indevido

Ao manter as informações devidamente organizadas, centralizadas e bem gerenciadas, o trabalho de proteção à informação se torna mais eficiente. Com isso, os riscos do vazamento de dados principalmente dados sensíveis e/ou estratégicos, no que diz respeito à relação com os investidores, são minimizados.

Tornar os processos mais eficientes

Você só pode melhorar o que consegue medir, certo? Apesar de suas variações, a essência dessa afirmação é um mantra para quem trabalha com a governança de dados. Ao analisar as informações coletadas e organizadas, é possível otimizar processos e eliminar gargalos, aumentando a produtividade.

Reduzir custos

Quando os processos se tornam mais eficientes, os desperdícios e custos de produção e operação são consequentemente reduzidos. Lembre-se de que, quanto menor for o custo, maior poderá ser a margem de lucro da empresa.

Exibir maior transparência

Com tudo organizado, as tomadas de decisões e a gestão de modo geral são muito mais transparentes, pois cada escolha é justificada com base em dados concretos.

Como implementar de forma eficiente a governança dos dados?

O primeiro passo é definir um “governador” que será responsável pelos diversos aspectos dos dados e que formará um conselho para formular as políticas e apresentar os progressos.

Em seguida, é preciso avaliar a situação atual da empresa. Afinal, não é possível definir um caminho se você não sabe onde está. Levantar as práticas atuais e os resultados obtidos é obrigatório nessa fase do processo.

Com a empresa devidamente situada, o conselho deverá elaborar estratégias e objetivos para determinar como serão tratadas as informações nos próximos anos, além de realizar um acompanhamento constante de todos os aspectos do negócio.

Depois de tudo pronto e organizado, é preciso utilizar as informações de maneira estratégica para garantir o crescimento da empresa. Se esse ponto não for observado, todo o processo perde seu sentido.

Monitorar todas as etapas da governança de dados é parte fundamental do processo, pois, assim como os demais processos de uma empresa, ela pode — e deve! — ser melhorada.

Agora que você já entendeu a importância da governança de dados para o sucesso de sua empresa, entre em contato conosco e descubra como podemos ajudá-lo!

O big data está associado à cultura de dados, que orienta os executivos e gestores a tomarem decisões fundamentadas em informações relevantes ao invés da intuição. O estudo dessa quantidade massiva de dados é uma ótima estratégia para mensurar os resultados, prever tendências e testar cenários. Ou seja, viabiliza abordagens mais eficientes para alcançar crescimento.

Mas existem tipos diferentes de análise de big data para atender a objetivos distintos. Para aplicá-los, é importante conhecer e saber para qual situação cada uma é ideal. Quer saber quais? Acompanhe este artigo.

1. Análise preditiva

Essa é uma das mais conhecidas. Consiste na previsão de resultados com base em informações estatísticas e históricas. A partir de um conjunto de dados, o algoritmo consegue identificar padrões e, com isso, predizer possíveis tendências.

Pode ser usada para buscar sugestões de consumo para os clientes, por exemplo. Com base no que eles já compraram e no perfil deles, o sistema é capaz de chegar a um resultado estatisticamente confiável sobre um produto pelo qual eles vão se interessar futuramente.

Da mesma forma, é aplicado para estudo das condições do mercado, como para verificar oportunidades de lucro que serão abertas eventualmente. Assim, os gestores planejam suas ações antecipadamente.

2. Análise prescritiva

A prescritiva geralmente funciona como um complemento para os modelos preditivos. Isso porque se preocupa com as consequências dos eventos futuros, com os efeitos que eles causarão nos negócios.

Por exemplo, se o resultado do algoritmo de previsão foi sobre os produtos que serão mais comprados, a prescrição se importa com a implicação disso nas vendas, o impacto desses números no balanço mensal.

Pode ser classificada em dois tipos diferentes: simulação e otimização. Simulação consiste em estudar o comportamento de um sistema em um determinado cenário ou o desempenho de um indicador em uma situação predefinida. Já a otimização é a identificação do melhor resultado possível para o negócio.

3. Análise descritiva

A análise descritiva é focada em entender o presente, com base em um conjunto de dados históricos ou atuais. Ou seja, o objetivo é coletar insights acerca do estado atual do negócio.

Um exemplo comum são as análises de crédito realizadas por organizações financeiras para conceder empréstimos aos consumidores.

Depois de uma investigação que leva em conta o perfil do comprador, seu histórico e outras informações atuais, é possível chegar a um veredito sobre a sua atual situação.

4. Análise diagnóstica

A diagnóstica, por sua vez, prioriza um mapeamento das causas e consequências que conduziram o negócio para o estado atual.

É uma boa opção para explicar o presente, complementando o que faz o modelo descritivo. Se a descritiva informa que X aconteceu, a diagnóstica é baseada no questionamento “por que X aconteceu?”. Isso contribui como insight para que os gestores busquem implementar ações corretivas e otimizar os resultados.

Pode ser aplicado no monitoramento de ações de marketing de forma rápida, a fim de entender o seu efeito. Esses tipos de estudo dos dados podem ser combinados para alavancar as possibilidades de compreensão das empresas.

Assim, a gestão é capaz de mensurar o desempenho de suas atividades, estudar as causas e planejar o futuro. É importante saber aplicar os modelos para cada contexto específico, a fim de obter conhecimento útil.

Agora que você já conhece os diferentes modelos de análise de big data, siga-nos no LinkedIn e acompanhe de perto os nossos conteúdos sobre inteligência de negócios e gestão do relacionamento com clientes.

Fazer a gestão de uma empresa requer análises precisas, baseadas em dados confiáveis. Com isso, é possível monitorar os resultados e buscar a evolução constante. Ter acesso aos indicadores de forma clara e otimizar os processos internos é importante para conseguir alcançar o crescimento do negócio e, conhecer os principais modelos de dashboard e saber como implementá-los faz parte do processo de gestão dos resultados.

Ao considerarmos o grande volume de dados que hoje são produzidos diariamente nas empresas e a necessidade de tratamento, transformação e visualização destes dados percebe-se a necessidade de um painel de controle ou dashboards que permite a apresentação geral e o acompanhamento em tempo real de indicadores de performance, ou KPI’s, dos quais se fala muito hoje em dia no ramo empresarial afinal são eles o termômetro do desempenho da empresa.

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura deste artigo. Aqui vamos apresentar a importância de trabalhar com um painel de controle, bem como mostrar que existem 3 principais modelos de dashboard, suas vantagens e como construí-los. Acompanhe!

Qual é a importância de um dashboard?

Um dashboard (ou painel de controle) é uma ferramenta que permite a visualização das informações mais importantes do negócio de uma maneira compreensível e acessível. O objetivo é gerar uma visão mais ampla, irrestrita, que contemple todas as variáveis e os fatores relevantes. Isso auxilia na tomada de decisão e nas escolhas que orientam o crescimento do negócio.

Dessa forma, é possível acompanhar e monitorar os resultados em tempo real. O acompanhamento de perto favorece as ações e mudanças estratégicas de direcionamento. Esse tipo de painel fornece o apoio necessário para que as decisões reflitam os objetivos e ajudem a companhia a evoluir.

Os dashboards refletem o estado da empresa no momento analisado e, uma vez que os indicadores e as métricas são ajustados para diferentes cenários, indica também as possíveis tendências e o que é necessário fazer para melhorar.

Em um painel, os dados — que geralmente são muitos — devem estar sempre dispostos de forma clara e contar com diversas possibilidades de visualização gráfica, para fornecer as informações relevantes e tornar o entendimento delas ainda mais fácil. Com sistemas de Business Intelligence, é possível definir também uma hierarquia de indicadores e métricas, a fim de saber quais são os mais relevantes e como apresentá-los no dashboard considerando a relevância, periodicidade de atualização e característica da informação.

Um dos principais benefícios desse tipo de ferramenta é o fato de que os dashboards construídos em ferramentas de BI permitem estruturar bem as informações, atualizar os indicadores em tempo real e garantir a segurança da informação. Afinal, um dado sobre a organização pode ser relevante para funcionários de determinado departamento, mas não para os diretores — ou pode ser até necessário para ambos, mas deve ser analisado sob perspectivas diferentes.

Isso é justamente o que uma ferramenta de Business Intelligence consegue fazer: distribuir informações de acordo com o perfil do usuário, nível de acesso, o que ajuda a esclarecer os dados e tornar a análise mais simplificada. Por isso é importante entender qual o modelo de dashboard mais adequado para cada situação.

Afinal, mesmo com pontos de vista diferentes, é preciso garantir a integração dos setores e dos colaboradores. Todos trabalhando focados no mesmo objetivo, orientados pelos indicadores, fator este que impulsiona o crescimento saudável do negócio.

Dessa maneira, a organização consegue focar na produtividade, mas também no planejamento para o futuro e na tomada de decisões. Além disso, ganha o poder de analisar erros anteriores e conseguir mais agilidade, interatividade e eficiência.

Outro fator interessante da análise de dados através de ferramentas de business intelligence é o fato de que ela pode ser feita em qualquer dispositivo (mobilidade) e, como já falamos, em tempo real. Ou seja, os gestores ganham a capacidade de compreender o estado dos negócios a qualquer momento, de maneira intuitiva e acessível. Em decorrência disso, as decisões são mais acertadas e específicas para os problemas definidos.

Quais modelos de dashboard podemos adotar?

Um dos maiores desafios dos gestores é acompanhar os indicadores de performance de sua empresa. Já vimos a importância de ter uma plataforma completa para o monitoramento e a análise dos dados. Mas você conhece os modelos de dashboard que trabalham da melhor forma o Big Data e favorecem o monitoramento dos KPIs (Key Performance Indicators) dentro de uma plataforma de Business Intelligence?

Vamos lhe ajudar nessa tarefa! A seguir, detalhamos os 3 principais tipos de painel de controle, seus benefícios e suas características. Quer saber como eles funcionam e quando utilizá-los? Confira!

1. Dashboard Estratégico

O modelo de dashboard estratégico é o mais comum, geralmente utilizado por gerentes e executivos. Ele permite gerenciar atividades de nível superior e apresenta informações importantes sobre o desempenho geral do negócio e oportunidades.

A ferramenta exibe os grandes números da empresa e é focada no acompanhamento dos principais KPIs, como vendas ano a ano ou a satisfação geral do cliente por um período de tempo considerável. É voltada para o monitoramento dos resultados em busca dos objetivos, definidos por indicadores e métricas, a fim de impulsionar o crescimento.

Os dados estratégicos são atualizados periodicamente, mas em intervalos maiores, se comparados a outros modelos de dashboard. Esses painéis podem ser analisados uma vez ao dia, por exemplo, para monitorar o status dos KPIs da empresa de forma simples, por parte da equipe executiva.

Logo, ele é o painel ideal para análises e consultas rápidas, pois dispõe as informações sem muitos detalhes e profundidade. Uma vez que os dados são apresentados de maneira geral e atualizados com menor frequência, seu uso é destinado à tomada de decisão por parte dos gestores.

O Dashboard Estratégico pode ser dependente da interpretação de dados de outros painéis, especialmente do analítico, que veremos a seguir. Por ser utilizado no mais alto nível da hierarquia da organização, pode e eventualmente deve ser aprofundado nos níveis mais baixos da hierarquia de dados.

Os dashboards estratégicos podem ser adotados por qualquer departamento da empresa. Apresenta métrica e indicadores globais de cada área. Os chamados Big Numbers: total produzido, faturamento total, receita mensal, taxa de devolução, total de reclamações do produto, taxa de turn over, tudo isso preferencialmente em termos comparativos.

2. Dashboard Analítico

O modelo de dashboard analítico destina-se a obter uma visão geral dos dados para descobrir tendências. É o tipo de dashboard que busca explicar os dados, principalmente os apresentados no dashboard estratégico. Geralmente analisa uma quantidade imensa de dados e busca identificar padrões e tendências neles, a fim de suportar as decisões. Preocupa-se com insights, com possíveis escolhas e com os impactos associados a cada uma delas.

Com o modelo de dashboard analítico, os líderes e analistas de negócios podem ter acesso a informações específicas e detalhadas. Por exemplo: saber em quais regiões houve queda no desempenho ou se ocorreu em apenas uma loja específica. Isso é possível porque o painel de controle indica o crescimento ou a queda de lucratividade e segmenta a região, os períodos e as áreas da companhia em que isso aconteceu.

Esse modelo se importa com gráficos e demais formas de visualização dos dados, com processamento e armazenamento. Um exemplo são os relatórios, que integram e interpretam informações para fornecer suporte à tomada de decisões. São dados precisos e atualizados com frequência, normalmente através de ferramentas de Business Intelligence.

Todos os setores das empresas são beneficiados com suas análises, pois elas permitem exploração de informações, sustentando o direcionamento de estratégias específicas para cada necessidade. Entre eles podemos citar as áreas de produção, comercial,, marketing, finanças, atendimento ao cliente e recursos humanos.

Os painéis analíticos são capazes de medir diferentes fatores e métricas, em que a medição do objetivo em si não é tão importante, mas, sim, a verificação da distância entre o valor planejado e o real. Com isso, é possível estabelecer estratégias e ações táticas para reversão do cenário e alcance dos objetivos antes que uma possível crise se instale.

3. Dashboard Operacional

Esse modelo se propõe a responder a questão: “o que está acontecendo agora?”. É focado em monitorar operações do dia a dia, traçando os problemas comuns para que sejam propostas as possíveis soluções. Busca rastrear o desempenho dessas atividades diárias para manter a empresa em funcionamento.

Está preocupado com fluxo de produção, com o produto propriamente dito, com o tempo das atividades, prazos, agilidade nos processos, entre outras questões. Também lida com indicadores, principalmente para análise de erros e pontos que precisam de melhorias nas tarefas cotidianas. O objetivo é identificar falhas e gargalos e eliminá-los.

O dashboard operacional analisa cada pedido, cliente, produto especialmente. Por exemplo, o setor de vendas pode saber quantos pedidos foram realizados e em quais situações existe a possibilidade de devolução, atraso ou cancelamento. Assim, esse modelo ajuda os colaboradores a lidar diretamente com os clientes e selecionar de forma efetiva quais negociações representarão vendas efetivas e quais não.

Comparado a outros modelos de dashboard, o painel de controle operacional contém muito mais detalhes, e os dados são atualizados com uma frequência bem mais alta, como de minuto a minuto. A ferramenta é projetada para exibir o desempenho das tarefas ao longo do dia, a fim de monitorar seu progresso.

O dashboard operacional transforma o analista, gestor ou supervisor no técnico em campo, que enxerga o que está acontecendo minuto a minuto e toma decisões tempestivamente para alcançar o resultado desejado, ao invés do comentarista de mesa redonda ao final do jogo, que apenas discute o resultado, apontando o que poderia ter sido feito diferente.

Como construir dashboards eficientes?

Para organizar os dados especificamente para cada função (selecionando o que é importante para cada um), é fundamental que se tenha capacidade analítica, habilidades de organização e modelagem de dados e domínio de ferramentas de BI. Assim, consegue-se evitar erros ao definir métricas e indicadores que serão realmente relevantes para o contexto, bem como escolher formas adequadas de visualização.

Para configurar modelos de dashboard eficientes e, principalmente, ideais para a sua corporação, deve-se ter profissionais capacitados nas análises de dados e nas técnicas e ferramentas de construção. Por isso, atente-se para a escolha da equipe desenvolvedora dos painéis de controle do seu negócio. Afinal, hoje em dia não é necessário aguardar o fechamento do mês para avaliar o desempenho da sua empresa.

Cursos e treinamentos na área de business intelligence podem garantir o conhecimento efetivo para construção de dashboards que consigam, de fato, cumprir seus principais objetivos e que seja fácil de compartilhar e intuitivo para utilizar. Tudo começa com as técnicas adequadas de definição do público-alvo (a quem ele se destina), quais dados deverão ser analisados, qual é o objetivo da análise, a periodicidade da atualização e as perguntas que estarão no relatório.

Em alguns cursos, os alunos também aprendem na prática a criar bons relatórios, com o direcionamento sobre como fazer uma diagramação adequada, estabelecer uma narrativa de dados — além de como organizar as cores, o layout do painel e dispor as informações de forma clara. Da mesma forma, aprenderão a lidar com gráficos, entender a função de cada um e configurá-los para o contexto específico.

Os diferentes modelos de dashboard são fundamentais para garantir uma visão completa dos negócios e ajudar as empresas na definição do que é importante analisar em busca dos resultados esperados. Com uma ferramenta desse tipo, é possível conhecer o estado da empresa e saber o que deve ser feito para reparar problemas que atrapalham o crescimento.

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