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Em meio ao mundo globalizado, qualquer falha mínima ou qualquer situação que pareça estranha à empresa pode eclodir numa crise de reputação e impactar negativamente a marca em longo prazo. Portanto, a existência de um plano estratégico de gestão de crise é essencial para abordar e impedir qualquer circunstância adversa que afete uma organização.

O processo de transformação de dados e informações em conhecimento para fins de utilização em estratégias de tomada de decisão, de modo que elas sejam baseadas em informações consistentes, atualizadas e altamente precisas é conhecido por Business Intelligence (BI).

Neste artigo, vamos entender como agir corretamente nos momentos de crise empresarial e como o BI pode ajudar a implementar as ações corretas. Vamos lá?

1. Identifique o problema

A primeira coisa que deve ser feita para identificar uma crise é diferenciá-la de outros incidentes que possam ocorrer. Para isso, entenderemos a crise como situações internas ou externas, previsíveis ou não, que colocam em risco a imagem, a ação e os relacionamentos dentro e fora da organização.

O primordial é reconhecer a existência de um problema que necessita de solução. É essencial avaliar sua gravidade, pois somente isso pode determinar que ações são necessárias e quando precisam ser tomadas. Os gerentes precisam analisar constantemente os dados disponíveis, que são facilmente administrados com um sistema de BI.

Assim, poderão detectar falhas de gestão, necessidade de mudanças estratégicas, desvios produtivos, entre outros fatores que podem causar uma crise. Identificar falhas cometidas no passado também é importante, pois nos permite trabalhar preventivamente para o futuro.

2. Envolva os colaboradores na gestão de crise

Nunca sabemos de onde vem as ideias que podem nos ajudar a superar a situação de crise. As pessoas que conhecem o dia a dia do trabalho são as que estão em melhores condições para encontrar soluções que nos permitam melhorar e atingir os objetivos que queremos alcançar.

Os colaboradores estão aptos a trabalhar em um Diagrama de Causa e Efeito, ferramenta muito importante para detectar a origem dos problemas e definir o grau de urgência das ações a serem tomadas.

3. Elabore um plano de ação eficiente

Depois de entender a importância de ter boas estratégias de gerenciamento de crise de negócios, o próximo passo é criar seu próprio plano de ação. Antes disso, podem surgir várias questões, como: quais fatores considerar, o que fazer primeiro, quem deve ser responsável, quais recursos serão necessários, entre outros.

Como decisões podem destruir um negócio, é essencial que se tenha à disposição informações confiáveis ??e atualizadas.

Mais uma vez o BI entra em cena com dados e estatísticas consolidados que permitem uma revisão dos processos internos da empresa e a identificação dos pontos mais críticos a serem tratados com rapidez e eficiência.

O Business Intelligence é cada dia mais indispensável nas organizações. Somente com informações atualizadas podemos tomar decisões estratégicas e diligentes para obter bons resultados. Muitas vezes, a escassez de informação é a principal responsável pelos tempos de crise nas organizações, por isso é essencial escolher um bom sistema de administração de dados.

Gostou do nosso conteúdo? Se você pretende implantar o Business Intelligence para ter mais eficiência na gestão veja Tudo o que você precisa saber antes de implementar uma ferramenta de BI

O mercado dinâmico gera uma demanda cada vez mais intensa sobre os analistas de dados. A pressão por resultados e agilidade é muito grande, uma vez que é preciso
mensurar o trabalho, integrar informações e buscar suporte para tomadas rápidas de decisão.

Além de tudo isso, o ideal é ser proativo e prever tendências, a fim de preparar a companhia para o que pode acontecer e otimizar as decisões. Por essa razão, é fundamental conhecer uma ferramenta que auxilie em todas essas necessidades.

Neste artigo, falaremos sobre o Business Intelligence (BI) e como você pode utilizá-lo a seu favor. Confira!

O que é Business Intelligence?

O Business Intelligence é um conjunto de ferramentas que auxiliam na análise de dados e na tomada de decisão. Elas são responsáveis por integrar informações de diferentes fontes, uni-las de forma lógica, encontrar padrões e fornecer insights para a gestão. Ou seja, compreendem a coleta, análise, organização e monitoramento dos dados.

O objetivo é fornecer apoio aos gestores com mais inteligência e agilidade para a liderança do negócio. Assim, é possível estudar melhor as informações relevantes e optar por escolhas saudáveis, que sustentem a continuidade da empresa.

O BI envolve painéis de controle que facilitam a visibilidade dos indicadores e ajudam a eliminar pontos cegos. Com ele, os líderes conseguem alcançar um gerenciamento ideal, adequado às demandas do mercado moderno.

Como o BI ajuda a prever tendências?

Veja, a seguir, alguns pontos que demonstram o papel do BI em uma empresa.

Monitoramento do mercado e concorrentes

O BI é interessante para monitorar dados de mercado e integrar informações da empresa com dados de fontes públicas. O objetivo disso é melhorar ainda mais a antecipação de problemas e oportunidades, a fim de preparar ações proativas. É possível, também, estudar o que os concorrentes têm feito e conseguir insights para melhoria dos produtos/serviços.

Se encontrar alguma fonte de lucro, por exemplo, os gestores podem direcionar os esforços e investimentos a fim de alcançar isso. Caso encontrem algum risco, conseguem trabalhar em ações de prevenção antes da situação se tornar incontrolável.

Análise histórica do comportamento de clientes e prospects

Da mesma forma, o BI permite uma análise completa do comportamento de clientes e prospects. Com esses dados, a empresa consegue prever tendências de compra e criar bases para testar cenários que possam agradar os consumidores.

Esse conhecimento é importante para otimizar o relacionamento com as pessoas, uma vez que a companhia as conhece melhor e pode pensar em estratégias efetivas para satisfazer suas necessidades.

Monitoramento dos indicadores de sucesso do negócio

Se o objetivo é mensurar os resultados do negócio e monitorar os indicadores de sucesso para ajustar pontos necessários, o BI também é a ferramenta certa. O Business Intelligence possibilita que a gestão estude os processos, identifique erros e planeje alterações de acordo com os objetivos traçados. Isso ajuda a fortalecer a comunicação com a equipe e alinhar o trabalho de todos.

Identificação de desvios e falhas em tempo real

Outra vantagem do BI é a mobilidade. Os sistemas podem ser acessados a qualquer momento e em qualquer dispositivo, o que favorece a análise ágil e rápida dos processos.

Assim, é possível prever tendências e estudar ações proativas em tempo real, sem perder o que está acontecendo. Além disso, a gestão consegue identificar erros no momento em que tudo ocorre, sem deixar que acumulem e se tornem maiores.

Como a Trinity pode ajudar?

A Trinity Relationship Strategy é focada em inteligência de negócios e gestão do relacionamento com clientes, e uma ótima opção para empresas que buscam soluções personalizadas de BI permitindo que você extraia os seus dados e integre diferentes fontes a fim de conseguir insights valiosos de negócio.

Com o nosso apoio, sua companhia será capaz de desenvolver relatórios claros e explicativos, painéis de controle dinâmicos e interativos, bem como outras aplicações personalizadas para antecipar cenários e se preparar inteligentemente para o futuro.

O Business Intelligence é um conjunto de aplicações poderosas que viabilizam decisões rápidas e eficientes, com uma visão completa do negócio. Assim, a organização consegue prever tendências e otimizar a gestão, reduzindo a incidência de erros.

Gostou do conteúdo deste artigo? Entre em contato conosco e entenda mais sobre como levar uma solução de BI para sua empresa.

Um dos maiores desafios para os executivos é ter controle dos grandes números e dos principais KPI´s (indicadores de performance) da empresa, visto que extrair tais dados em tempo real se torna uma grande dificuldade. Entretanto, essa realidade pode mudar se você contar com as facilidades do Power BI.

Afinal, estamos falando de uma ferramenta que transforma a enorme quantidade de dados em figuras visuais inspiradoras, que são processadas e compreendidas em questão de instantes. Além disso, se adaptam a qualquer necessidade e são muito dinâmicas. Tudo isso aprimora o processo de tomada de decisão, em todos os sentidos.

Neste artigo, vamos apresentar de que forma as facilidades do Power BI transformam as tarefas que antes levavam muito tempo para serem produzidas em processos simples e eficazes. Confira!

Acesso e compartilhamento de documentos e base de dados (cloud)

Para quem já utiliza os programas da Microsoft, como o Office 365, a integração das facilidades do Power BI ocorrerá de maneira natural. Diante disso, não é preciso muitos recursos para adotar essa ferramenta.

Por sua vez, tudo tem migrado para a nuvem e, desde a sua base, o Power BI foi projetado exatamente para ser utilizado em nuvem. Isso porque utiliza o moderno código HTML5, que garante a compatibilidade com todas as plataformas e navegadores. Daí a facilidade no acesso e no compartilhamento de documentos e base de dados.

Visualização e organização de informações

No sistema de visualização do Microsoft Power BI, também construído em HTML5, praticamente tudo tem a chance de ser:

  • clicado;
  • separado;
  • filtrado;
  • dividido;
  • ter filtros cruzados, entre outras funcionalidades.

Vamos imaginar o mapa de uma cidade, com as vendas por bairros. Quando clicamos em um bairro, é possível ver os detalhes por ruas. Clicamos na rua e vemos os detalhes por quarteirões, lojas e tudo mais que tivermos interesse (e que esteja disponível).

Portanto, se você deseja ter uma visão diferente dos dados, entenda que os dias em que era preciso a atuação de um profissional de TI para desenvolver um novo relatório estão contados. Afinal, qualquer colaborador capaz de criar um gráfico por meio do Excel também consegue desenvolvê-lo no Power BI.

Tempo gasto com atendimento do suporte

Tudo isso reforça as facilidades do Power BI porque trata-se de uma ferramenta que tem um ciclo de atualização contínuo — atualmente, a periodicidade desse processo é mensal.

Atribuímos essa preocupação ao fato de que a Microsoft está altamente comprometida em tornar a solução cada vez mais poderosa. Diante disso, tanto as sugestões que a comunidade tem dado quanto a correção de falhas reportadas são realizadas e implementadas com bastante rapidez. Dessa forma, um Power BI melhor tem sido edificado a cada dia.

Vale destacar que contar com as facilidades do Power BI mudará o seu modo de trabalhar com informações e dados importantes para a sua empresa alcançar resultados surpreendentes antes do tempo previsto.

Se você gostou deste artigo e ainda tem dúvidas sobre as facilidades do Power BI, leia o artigo com as Perguntas e Respostas mais Frequentes sobre a ferramenta!

O Business Intelligence (BI) está evoluindo com muita velocidade. Hoje, já são discutidas as diversas tendências modernas que apontam para o futuro desse conceito, visando sempre suprir as necessidades emergentes, como a mobilidade, velocidade e eficiência. As empresas querem analisar dados de maneira mais rápida, certeira e antecipar problemas de forma holística.

Se desejarem conhecer uma ferramenta que vai ajudar a integrar informações, realizar previsões e realmente contribuir com o dia a dia, os gestores e analistas precisam saber o que é Mobile BI. Para aprender sobre o conceito e sua importância, acompanhe este artigo.

O que é Business Intelligence?

O Business Intelligence é o conjunto de métodos, técnicas e processos focados em transformar dados brutos em insights valiosos de negócio. É uma cultura que auxilia na tomada de decisão, conferindo mais segurança e confiabilidade para a gestão com o suporte de informações sólidas.

O BI é uma solução empresarial para os tempos de Big Data, ou seja, de geração espontânea de volumes enormes de dados, não necessariamente estruturados, em alta velocidade. Com seus princípios, as organizações conseguem coletar, integrar, limpar, cruzar, filtrar e analisar o que é gerado.

Para que essas informações se tornem conhecimento útil, elas precisam estar reunidas, ser processadas por algoritmos inteligentes e estar disponíveis de forma segura e confiável de qualquer lugar. No entanto, esse já não é um grande desafio, visto que a tecnologia tem evoluído e permite que esse processamento seja feito sem muita complexidade associada.

No contexto atual, as companhias utilizam softwares de BI para integrar dados, gerar visualizações intuitivas e executar as funções já citadas. Contudo, uma das grandes demandas continua sendo a análise mais rápida, que seja eficiente e proativa, e reduza custos e prejuízos. Com o objetivo de suprir essa finalidade, surgiu o Mobile BI.

O que é Mobile BI?

A versão mobile da aplicação de Business Intelligence busca reduzir as barreiras de tempo e espaço a fim de tornar as análises ainda mais práticas. Assim, a ferramenta é capaz de gerar insights precisos e relevantes para momentos específicos, além de estar disponível a um clique sempre que necessário.

Nesse modelo, o usuário pode acessar e visualizar relatórios de qualquer lugar, bem como realizar ações sem precisar estar conectado ao desktop. Ele consegue acessar e controlar dashboards e indicadores em seu celular, e essa liberdade favorece o trabalho no dia a dia.

Isso tudo contribui para que o profissional adquira uma visão mais ampla do negócio e do que ocorre em tempo real, o que implica em decisões abrangentes e verdadeiramente efetivas. Assim, os responsáveis pela análise são capazes de entregar resultados e insights rápidos aos seus superiores, gerando um fluxo de trabalho mais ágil.

O que avaliar antes de escolher?

Antes de selecionar uma solução de BI, é importante avaliar a facilidade de uso da ferramenta e se ela é amigável e intuitiva para quem não é de TI. Afinal, o objetivo do Mobile BI é justamente ser uma opção mais democrática e acessível, então, ela não pode ser técnica e complexa.

Como com todo software de Business Intelligence, também é fundamental verificar se a alternativa é personalizável, ou seja, se viabiliza a adaptação ao estilo específico de negócio da sua empresa. O sistema deve oferecer uma variedade de opções de visualização dos dados, por exemplo.

Vale destacar, também, a importância de uma análise minuciosa da marca fabricante, sua experiência, credibilidade no mercado e compatibilidade com a necessidade de sua companhia. Além disso, é importante checar a qualidade do suporte e do atendimento para que seja possível extrair o melhor resultado.

O Business Intelligence está evoluindo e incorporando outras tecnologias a fim de suprir as necessidades modernas e resolver os problemas com maior eficiência. Um exemplo é o suporte à mobilidade nos novos modelos de BI. Isso permite que as companhias analisem mais dados em velocidades maiores e tomem decisões assertivas em tempo real.

Gostou de descobrir o que é Mobile BI? Então, aproveite para aprender a utilizar o BI para atrair e reter clientes!

A inteligência de negócios (BI) está se tornando uma tarefa cada vez mais crucial nas empresas, com um valor crescente e benefícios abrangentes que afetam toda a organização. Assim como outras áreas, está evoluindo e ganhando novas possibilidades na medida em que incorpora tecnologias para obter mais robustez e eficiência.

Para agrupar dados confiáveis de diferentes fontes, mensurar resultados, tomar decisões e criar estratégias baseadas em insights é fundamental acompanhar as tendências em business intelligence. Confira as principais a seguir!

A importância de entender o negócio

Um dos fatores que contribuem para que uma empresa alcance maior competitividade é a compreensão do mercado e do próprio negócio. Para isso, é importante que seja feita uma análise para a visualização de informações relevantes, de forma que ações e decisões possam ganhar suporte e ser otimizadas.

Nesse sentido, se destaca o business intelligence (BI). O objetivo dessa função é coletar, analisar e processar dados relevantes para extrair conhecimento de valor crucial para a companhia.

Desse modo, é possível fazer uma leitura do contexto e de tendências para conseguir ideias e estratégias que podem ajudar a impulsionar a competitividade. Um exemplo disso é a função de predizer oportunidades e padrões para o futuro do negócio e do mercado, com o mapeamento das necessidades e expectativas dos consumidores.

Com isso, a empresa se antecipa e se prepara para maximizar seus índices de lucratividade e oferecer valor diferenciado ao público.

As tendências em business intelligence para 2019

1. Gerenciamento de dados mestres

Os dados mestres estão relacionados aos clientes, colaboradores, fornecedores, localidades ou produtos/serviços, por exemplo.

O seu gerenciamento é uma maneira de uni-los em um só lugar, de forma organizada e segura. Com isso, a empresa é capaz de integrar informações de diversas fontes, e garantir a qualidade e a disponibilidade desses dados para otimizar o processo de decisão.

2. Self-service BI

O BI self-service é aquele que não depende diretamente do setor de TI. Isto é, consiste na democratização do acesso às informações providas por um sistema de BI.

Assim, em vez de somente os cientistas de dados conseguirem entender os relatórios e gráficos, é feita uma simplificação da visualização para que todos os envolvidos, mesmo os que não têm formação na área, possam compreender e extrair valor.

Em decorrência disso, o pessoal de negócios pode elaborar seus próprios dashboards e manipular relatórios, de forma independente.

A Gartner estima que, este ano, usuários não-cientistas farão mais análises de BI que os cientistas. Essa autonomia permite um aumento de 85% na produtividade e 70% de crescimento da receita.

3. Mobilidade

A mobilidade é uma demanda natural e crescente entre as empresas. É preciso analisar dados de uma maneira mais rápida e prática, afinal, existe uma forte pressão de outros setores para isso.

Desse modo, as ferramentas de BI estão, cada vez mais, se adequando para serem executadas de qualquer dispositivo para otimizar o processo de manipulação e compreensão das ferramentas de visualização.

4. Linguagem natural

Outra possibilidade de otimização do tempo é a incorporação de processamento de linguagem natural aos sistemas.

Isso viabiliza a comunicação direta entre o usuário e a aplicação, com extração de valor de uma base de dados por um comando simples de voz, por exemplo, para decisões instantâneas.

Ademais, a inteligência artificial também contribuirá com a democratização do acesso, já que qualquer profissional envolvido poderá entender o que as informações estão dizendo. A complexidade vai variar apenas de acordo com a pergunta feita ao software.

Segundo a Gartner, até 2020, 50% das consultas analíticas serão feitas com linguagem natural.

Essas novas possibilidades servirão para tornar o BI ainda mais inteligente e acessível em 2019. Com as evoluções, será possível buscar dados de locais distintos, prever padrões e acompanhar o mercado para decisões mais adequadas. Nesse sentido, é interessante também contar com uma consultoria especializada em BI para garantir que os resultados das análises do mercado sejam os melhores.

Gostou do conteúdo sobre as tendências em business intelligence? Então aproveite para aprender como escolher a ferramenta de BI  ideal para você!

Antes do big data e da explosão de informações que a internet das coisas e as redes sociais nos entregam, muitas das decisões tomadas dentro de uma empresa eram baseadas apenas em intuição e experiência. Havia, claro, a possibilidade de contratar uma pesquisa e análise de mercado, mas, além de serem caras e demoradas, não tinham como analisar o volume de dados com a rapidez que temos hoje.

Esse novo cenário abre uma nova perspectiva de uma atuação, feita a partir de conclusões geradas por análises de dados. Mas para que uma empresa consiga atingir esse patamar, será necessário a implantação de uma cultura data driven.

Que entender melhor esse conceito? Continue lendo!

O que é cultura data driven?

A cultura data driven, ou cultura orientada a dados, permite que uma empresa oriente as suas tomadas de decisões e seus processos com base em indicadores, métricas e achados encontrados com base em dados reais. Esses dados são obtidos e minerados por meio de ferramentas específicas de Business Intelligence e ajudam os gestores a alcançarem resultados mais próximos do planejado.

Com a gestão orientada a dados, as empresas podem construir ações, desenvolver produtos e criar um sistema de comunicação mais eficaz, com o objetivo claro de aumentar a receita e expandir seu negócio.

Grandes players do mercado de entretenimento, como o Netflix e a Marvel, utilizam a mineração de dados e análises preditivas para criar séries e filmes — principalmente sequências — baseadas nos feedbacks e nas referências que o seu publico alvo entrega — é o chamado fan service, que visa entregar o que o fã espera de uma sequência, baseado em pesquisas de comportamento após o lançamento do primeiro filme ou temporada.

Esse fan service pode ser trazido para o mundo corporativo, para que a empresa entregue um produto que atinja a expectativa dos clientes e, até mesmo, receba insights para entregar produtos ou serviços que não foram explorados, mas que são grandes necessidades de seu público-alvo.

Como aplicar a cultura data driven?

Agora que você conhece a base da cultura data driven, vamos a algumas dicas para uma boa aplicação desse conceito em sua empresa. Confira!

Garanta a qualidade dos dados

A qualidade dos dados, ou seja, seu preenchimento, veracidade e atualização é fundamental para iniciar uma cultura data driven. Para navegar no mar de informações que uma empresa produz, é necessário que sejam utilizadas as ferramentas que garantam a qualidade dessas informações e um alinhamento com as estratégias do negócio. 

Democratize os dados

O primeiro passo que a gestão deverá tomar é democratizar os seus dados, ou seja, torná-los disponíveis, estruturados e com um acesso transparente por meio de uma interface intuitiva. É importante que toda a empresa esteja engajada com esse novo momento e treinada para analisar e interpretar os dados disponíveis. Vale lembrar que democratizar os dados não significa abrir mão da segurança destes dados. 

Tenha uma boa governança de dados

Para atingir a cultura data driven, a organização deve ter uma base de governança de dados. Isso porque será necessário administrar o fluxo de dados e criar uma cultura entre os colaboradores — para que as esses dados passem a ter um peso maior e o tratamento correto. Esse procedimento demandará uma política clara e processos organizados, que estruturem todos os passos de coleta, tratamento, atualização e aplicação dos dados, de forma concisa.

A cultura data driven pode ser aplicada em empresas de todos os portes e segmentos. Mesmo aquelas que não têm uma estrutura pronta para começar a sua gestão orientada a dados, pode contratar um parceiro especializado para gerir essa área. É uma excelente forma de contar com ferramentas e profissionais de ponta sem a necessidade de grandes investimentos em equipamentos e contratação.

Esperamos que, após a leitura deste post, você tenha entendido a importância da cultura data driven para sua empresa. Com uma gestão orientada a dados, a corporação conseguirá extrair informações muito mais relevantes e tomar decisões que garantam um diferencial de mercado além de entender melhor os anseios dos clientes e otimizar as rotinas internas.

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Realizar uma gestão eficiente de todas as informações digitais geradas por sua empresa é fundamental para conseguir elevar resultados, reduzir custos, fidelizar clientes e ter segurança de informação. Para isso, é preciso ter uma boa governança de dados.

Se você busca aprender mais sobre essa prática e compreender como ela influenciará os resultados de sua empresa, este artigo é para você. Pegue um café e boa leitura!

O que é a governança de dados?

A governança de dados é a gestão eficiente de todas as informações digitais geradas por uma empresa, resultantes dos processos e da interação com seus diversos públicos.

Manter essas informações de forma organizada, seguindo bons critérios de validação, é uma excelente maneira de extrair insights e possibilitar melhorias contínuas nos diversos âmbitos da empresa, desde a eliminação de custos desnecessários até a fidelização de clientes.

Para ter mais confiabilidade, muitas empresas têm utilizado soluções de BI (Business Intelligence) para coletar dados de sistemas como ERP ou CRM de maneira automática, evitando a manipulação por terceiros, otimizando tempo e eliminando o risco de erros por fatores humanos.

Quais os objetivos de gerenciar bem os dados?

Realizar uma boa governança de dados traz inúmeros benefícios. Conheça, agora, os objetivos principais que motivarão você a investir nessa estratégia!

Melhorar os processos de tomada de decisão

Decisões são parte da rotina de qualquer empresa, e elas devem ser tomadas sempre com base em dados concretos, fidedignos e avaliações criteriosas. Isso é possível por meio da governança de dados, uma vez que ela garante a atualização e confiabilidade das informações tornando os julgamentos para tomada de decisões mais seguros e assertivos.

Proteger as informações de vazamentos e uso indevido

Ao manter as informações devidamente organizadas, centralizadas e bem gerenciadas, o trabalho de proteção à informação se torna mais eficiente. Com isso, os riscos do vazamento de dados principalmente dados sensíveis e/ou estratégicos, no que diz respeito à relação com os investidores, são minimizados.

Tornar os processos mais eficientes

Você só pode melhorar o que consegue medir, certo? Apesar de suas variações, a essência dessa afirmação é um mantra para quem trabalha com a governança de dados. Ao analisar as informações coletadas e organizadas, é possível otimizar processos e eliminar gargalos, aumentando a produtividade.

Reduzir custos

Quando os processos se tornam mais eficientes, os desperdícios e custos de produção e operação são consequentemente reduzidos. Lembre-se de que, quanto menor for o custo, maior poderá ser a margem de lucro da empresa.

Exibir maior transparência

Com tudo organizado, as tomadas de decisões e a gestão de modo geral são muito mais transparentes, pois cada escolha é justificada com base em dados concretos.

Como implementar de forma eficiente a governança dos dados?

O primeiro passo é definir um “governador” que será responsável pelos diversos aspectos dos dados e que formará um conselho para formular as políticas e apresentar os progressos.

Em seguida, é preciso avaliar a situação atual da empresa. Afinal, não é possível definir um caminho se você não sabe onde está. Levantar as práticas atuais e os resultados obtidos é obrigatório nessa fase do processo.

Com a empresa devidamente situada, o conselho deverá elaborar estratégias e objetivos para determinar como serão tratadas as informações nos próximos anos, além de realizar um acompanhamento constante de todos os aspectos do negócio.

Depois de tudo pronto e organizado, é preciso utilizar as informações de maneira estratégica para garantir o crescimento da empresa. Se esse ponto não for observado, todo o processo perde seu sentido.

Monitorar todas as etapas da governança de dados é parte fundamental do processo, pois, assim como os demais processos de uma empresa, ela pode — e deve! — ser melhorada.

Agora que você já entendeu a importância da governança de dados para o sucesso de sua empresa, entre em contato conosco e descubra como podemos ajudá-lo!

O big data está associado à cultura de dados, que orienta os executivos e gestores a tomarem decisões fundamentadas em informações relevantes ao invés da intuição. O estudo dessa quantidade massiva de dados é uma ótima estratégia para mensurar os resultados, prever tendências e testar cenários. Ou seja, viabiliza abordagens mais eficientes para alcançar crescimento.

Mas existem tipos diferentes de análise de big data para atender a objetivos distintos. Para aplicá-los, é importante conhecer e saber para qual situação cada uma é ideal. Quer saber quais? Acompanhe este artigo.

1. Análise preditiva

Essa é uma das mais conhecidas. Consiste na previsão de resultados com base em informações estatísticas e históricas. A partir de um conjunto de dados, o algoritmo consegue identificar padrões e, com isso, predizer possíveis tendências.

Pode ser usada para buscar sugestões de consumo para os clientes, por exemplo. Com base no que eles já compraram e no perfil deles, o sistema é capaz de chegar a um resultado estatisticamente confiável sobre um produto pelo qual eles vão se interessar futuramente.

Da mesma forma, é aplicado para estudo das condições do mercado, como para verificar oportunidades de lucro que serão abertas eventualmente. Assim, os gestores planejam suas ações antecipadamente.

2. Análise prescritiva

A prescritiva geralmente funciona como um complemento para os modelos preditivos. Isso porque se preocupa com as consequências dos eventos futuros, com os efeitos que eles causarão nos negócios.

Por exemplo, se o resultado do algoritmo de previsão foi sobre os produtos que serão mais comprados, a prescrição se importa com a implicação disso nas vendas, o impacto desses números no balanço mensal.

Pode ser classificada em dois tipos diferentes: simulação e otimização. Simulação consiste em estudar o comportamento de um sistema em um determinado cenário ou o desempenho de um indicador em uma situação predefinida. Já a otimização é a identificação do melhor resultado possível para o negócio.

3. Análise descritiva

A análise descritiva é focada em entender o presente, com base em um conjunto de dados históricos ou atuais. Ou seja, o objetivo é coletar insights acerca do estado atual do negócio.

Um exemplo comum são as análises de crédito realizadas por organizações financeiras para conceder empréstimos aos consumidores.

Depois de uma investigação que leva em conta o perfil do comprador, seu histórico e outras informações atuais, é possível chegar a um veredito sobre a sua atual situação.

4. Análise diagnóstica

A diagnóstica, por sua vez, prioriza um mapeamento das causas e consequências que conduziram o negócio para o estado atual.

É uma boa opção para explicar o presente, complementando o que faz o modelo descritivo. Se a descritiva informa que X aconteceu, a diagnóstica é baseada no questionamento “por que X aconteceu?”. Isso contribui como insight para que os gestores busquem implementar ações corretivas e otimizar os resultados.

Pode ser aplicado no monitoramento de ações de marketing de forma rápida, a fim de entender o seu efeito. Esses tipos de estudo dos dados podem ser combinados para alavancar as possibilidades de compreensão das empresas.

Assim, a gestão é capaz de mensurar o desempenho de suas atividades, estudar as causas e planejar o futuro. É importante saber aplicar os modelos para cada contexto específico, a fim de obter conhecimento útil.

Agora que você já conhece os diferentes modelos de análise de big data, siga-nos no LinkedIn e acompanhe de perto os nossos conteúdos sobre inteligência de negócios e gestão do relacionamento com clientes.