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Em meio ao mundo globalizado, qualquer falha mínima ou qualquer situação que pareça estranha à empresa pode eclodir numa crise de reputação e impactar negativamente a marca em longo prazo. Portanto, a existência de um plano estratégico de gestão de crise é essencial para abordar e impedir qualquer circunstância adversa que afete uma organização.

O processo de transformação de dados e informações em conhecimento para fins de utilização em estratégias de tomada de decisão, de modo que elas sejam baseadas em informações consistentes, atualizadas e altamente precisas é conhecido por Business Intelligence (BI).

Neste artigo, vamos entender como agir corretamente nos momentos de crise empresarial e como o BI pode ajudar a implementar as ações corretas. Vamos lá?

1. Identifique o problema

A primeira coisa que deve ser feita para identificar uma crise é diferenciá-la de outros incidentes que possam ocorrer. Para isso, entenderemos a crise como situações internas ou externas, previsíveis ou não, que colocam em risco a imagem, a ação e os relacionamentos dentro e fora da organização.

O primordial é reconhecer a existência de um problema que necessita de solução. É essencial avaliar sua gravidade, pois somente isso pode determinar que ações são necessárias e quando precisam ser tomadas. Os gerentes precisam analisar constantemente os dados disponíveis, que são facilmente administrados com um sistema de BI.

Assim, poderão detectar falhas de gestão, necessidade de mudanças estratégicas, desvios produtivos, entre outros fatores que podem causar uma crise. Identificar falhas cometidas no passado também é importante, pois nos permite trabalhar preventivamente para o futuro.

2. Envolva os colaboradores na gestão de crise

Nunca sabemos de onde vem as ideias que podem nos ajudar a superar a situação de crise. As pessoas que conhecem o dia a dia do trabalho são as que estão em melhores condições para encontrar soluções que nos permitam melhorar e atingir os objetivos que queremos alcançar.

Os colaboradores estão aptos a trabalhar em um Diagrama de Causa e Efeito, ferramenta muito importante para detectar a origem dos problemas e definir o grau de urgência das ações a serem tomadas.

3. Elabore um plano de ação eficiente

Depois de entender a importância de ter boas estratégias de gerenciamento de crise de negócios, o próximo passo é criar seu próprio plano de ação. Antes disso, podem surgir várias questões, como: quais fatores considerar, o que fazer primeiro, quem deve ser responsável, quais recursos serão necessários, entre outros.

Como decisões podem destruir um negócio, é essencial que se tenha à disposição informações confiáveis ??e atualizadas.

Mais uma vez o BI entra em cena com dados e estatísticas consolidados que permitem uma revisão dos processos internos da empresa e a identificação dos pontos mais críticos a serem tratados com rapidez e eficiência.

O Business Intelligence é cada dia mais indispensável nas organizações. Somente com informações atualizadas podemos tomar decisões estratégicas e diligentes para obter bons resultados. Muitas vezes, a escassez de informação é a principal responsável pelos tempos de crise nas organizações, por isso é essencial escolher um bom sistema de administração de dados.

Gostou do nosso conteúdo? Se você pretende implantar o Business Intelligence para ter mais eficiência na gestão veja Tudo o que você precisa saber antes de implementar uma ferramenta de BI

O mercado dinâmico gera uma demanda cada vez mais intensa sobre os analistas de dados. A pressão por resultados e agilidade é muito grande, uma vez que é preciso
mensurar o trabalho, integrar informações e buscar suporte para tomadas rápidas de decisão.

Além de tudo isso, o ideal é ser proativo e prever tendências, a fim de preparar a companhia para o que pode acontecer e otimizar as decisões. Por essa razão, é fundamental conhecer uma ferramenta que auxilie em todas essas necessidades.

Neste artigo, falaremos sobre o Business Intelligence (BI) e como você pode utilizá-lo a seu favor. Confira!

O que é Business Intelligence?

O Business Intelligence é um conjunto de ferramentas que auxiliam na análise de dados e na tomada de decisão. Elas são responsáveis por integrar informações de diferentes fontes, uni-las de forma lógica, encontrar padrões e fornecer insights para a gestão. Ou seja, compreendem a coleta, análise, organização e monitoramento dos dados.

O objetivo é fornecer apoio aos gestores com mais inteligência e agilidade para a liderança do negócio. Assim, é possível estudar melhor as informações relevantes e optar por escolhas saudáveis, que sustentem a continuidade da empresa.

O BI envolve painéis de controle que facilitam a visibilidade dos indicadores e ajudam a eliminar pontos cegos. Com ele, os líderes conseguem alcançar um gerenciamento ideal, adequado às demandas do mercado moderno.

Como o BI ajuda a prever tendências?

Veja, a seguir, alguns pontos que demonstram o papel do BI em uma empresa.

Monitoramento do mercado e concorrentes

O BI é interessante para monitorar dados de mercado e integrar informações da empresa com dados de fontes públicas. O objetivo disso é melhorar ainda mais a antecipação de problemas e oportunidades, a fim de preparar ações proativas. É possível, também, estudar o que os concorrentes têm feito e conseguir insights para melhoria dos produtos/serviços.

Se encontrar alguma fonte de lucro, por exemplo, os gestores podem direcionar os esforços e investimentos a fim de alcançar isso. Caso encontrem algum risco, conseguem trabalhar em ações de prevenção antes da situação se tornar incontrolável.

Análise histórica do comportamento de clientes e prospects

Da mesma forma, o BI permite uma análise completa do comportamento de clientes e prospects. Com esses dados, a empresa consegue prever tendências de compra e criar bases para testar cenários que possam agradar os consumidores.

Esse conhecimento é importante para otimizar o relacionamento com as pessoas, uma vez que a companhia as conhece melhor e pode pensar em estratégias efetivas para satisfazer suas necessidades.

Monitoramento dos indicadores de sucesso do negócio

Se o objetivo é mensurar os resultados do negócio e monitorar os indicadores de sucesso para ajustar pontos necessários, o BI também é a ferramenta certa. O Business Intelligence possibilita que a gestão estude os processos, identifique erros e planeje alterações de acordo com os objetivos traçados. Isso ajuda a fortalecer a comunicação com a equipe e alinhar o trabalho de todos.

Identificação de desvios e falhas em tempo real

Outra vantagem do BI é a mobilidade. Os sistemas podem ser acessados a qualquer momento e em qualquer dispositivo, o que favorece a análise ágil e rápida dos processos.

Assim, é possível prever tendências e estudar ações proativas em tempo real, sem perder o que está acontecendo. Além disso, a gestão consegue identificar erros no momento em que tudo ocorre, sem deixar que acumulem e se tornem maiores.

Como a Trinity pode ajudar?

A Trinity Relationship Strategy é focada em inteligência de negócios e gestão do relacionamento com clientes, e uma ótima opção para empresas que buscam soluções personalizadas de BI permitindo que você extraia os seus dados e integre diferentes fontes a fim de conseguir insights valiosos de negócio.

Com o nosso apoio, sua companhia será capaz de desenvolver relatórios claros e explicativos, painéis de controle dinâmicos e interativos, bem como outras aplicações personalizadas para antecipar cenários e se preparar inteligentemente para o futuro.

O Business Intelligence é um conjunto de aplicações poderosas que viabilizam decisões rápidas e eficientes, com uma visão completa do negócio. Assim, a organização consegue prever tendências e otimizar a gestão, reduzindo a incidência de erros.

Gostou do conteúdo deste artigo? Entre em contato conosco e entenda mais sobre como levar uma solução de BI para sua empresa.

Utilizar a planilha do Excel já foi a melhor saída para a gestão financeira das empresas, mas não é mais suficiente. Afinal, as demandas atuais são complexas, e a necessidade por mobilidade, segurança e dinamismo é ainda maior.

Tudo ocorre em tempo real, e os gestores precisam tomar decisões em poucos minutos. Por isso, é preciso atentar para as desvantagens dessa ferramenta e buscar outras soluções.

Se você busca melhorar a análise de dados de sua companhia, com mais rapidez e precisão, contando com a colaboração de todos, acompanhe as informações deste artigo!

Importância do controle e eficiência na gestão financeira

Quando tratamos de gestão financeira, é importante ter muito cuidado. A saúde das operações depende disso, bem como a continuidade da empresa, como um todo. O gerenciamento correto das finanças vai permitir que a companhia solucione os problemas diários, honre seus compromissos e planeje investimentos para o futuro.

Um erro em uma dessas análises pode ser fatal para as finanças. As falhas ainda podem se acumular e gerar transtornos maiores e incontroláveis. Para evitar que problemas cresçam, é importante obter visibilidade dos processos, a fim de realizar ajustes.

Por isso, é importante monitorar as informações e acompanhar os resultados, além de buscar um controle maior a fim de tomar decisões efetivas. Assim, é possível evitar erros e intervir em problemas de maneira eficiente.

Por mais que o Excel tenha sido usado por muito tempo, percebe-se que o software não atende mais esses requisitos. Quem procura controle e melhores resultados na gestão precisa, então, migrar para soluções mais robustas.

Desvantagens de usar Excel

Para que fique clara para você a necessidade dessas novas soluções, vamos demonstrar mais algumas desvantagens do uso desse sistema.

Dificuldade no gerenciamento

Por se tratar de uma ferramenta manual, o Excel apresenta algumas dificuldades de uso. As alterações nos dados só são feitas manualmente, o que pode gerar erros e gargalos operacionais.

Ou seja, o software não oferece opções de automação e integração em tempo real com outras fontes, e essa limitação é prejudicial para a velocidade das operações. Ademais, quanto mais complexa a planilha, mais difícil é manipular o documento.

Falta de mobilidade

Mobilidade é uma necessidade e uma obrigação em nossos dias. É preciso analisar dados e tomar decisões em qualquer momento e lugar.

As planilhas não são uma boa opção para quem busca isso, pois não são responsivas para dispositivos Mobile.

Baixa segurança

Quando tratamos de informações financeiras, segurança também é prioridade. Com sistemas como o Excel, esse aspecto é comprometido, uma vez que os documentos normalmente ficam armazenados em um computador específico e podem ser facilmente corrompidos.

O software não oferece uma proteção robusta que envolva criptografia e outros recursos modernos. Assim, qualquer ataque ao computador pode colocar em risco dados sensíveis.

Falta de suporte à colaboração

Nessa ferramenta, se houver a necessidade de vários usuários realizarem alterações em uma mesma planilha, não é fácil garantir precisão.

O controle de versões é confuso e certamente gerará erros no gerenciamento financeiro. Afinal, os arquivos estão disponíveis localmente apenas e existem em versões únicas, no disco rígido de um computador.

Como vimos, o Excel é um sistema que não atende mais aos requisitos da gestão moderna e não permite que a companhia acompanhe o mercado.

Por esta razão a Microsoft traz uma alternativa mais eficiente para gerar transparência, agilidade e dinamismo para as análises, o Power BI. Uma plataforma de Analytics e Business Intelligence que vai transformar a forma como você gerencia suas operações. Com ele, é possível monitorar informações em tempo real, através de uma interface intuitiva e ainda receber alertas e suporte à colaboração em equipe.

Agora que você conhece as limitações de usar a planilha do Excel, que tal começar a utilizar uma ferramenta poderosa para o gerenciamento das finanças? Baixe já o Power BI.

O Business Intelligence (BI) está evoluindo com muita velocidade. Hoje, já são discutidas as diversas tendências modernas que apontam para o futuro desse conceito, visando sempre suprir as necessidades emergentes, como a mobilidade, velocidade e eficiência. As empresas querem analisar dados de maneira mais rápida, certeira e antecipar problemas de forma holística.

Se desejarem conhecer uma ferramenta que vai ajudar a integrar informações, realizar previsões e realmente contribuir com o dia a dia, os gestores e analistas precisam saber o que é Mobile BI. Para aprender sobre o conceito e sua importância, acompanhe este artigo.

O que é Business Intelligence?

O Business Intelligence é o conjunto de métodos, técnicas e processos focados em transformar dados brutos em insights valiosos de negócio. É uma cultura que auxilia na tomada de decisão, conferindo mais segurança e confiabilidade para a gestão com o suporte de informações sólidas.

O BI é uma solução empresarial para os tempos de Big Data, ou seja, de geração espontânea de volumes enormes de dados, não necessariamente estruturados, em alta velocidade. Com seus princípios, as organizações conseguem coletar, integrar, limpar, cruzar, filtrar e analisar o que é gerado.

Para que essas informações se tornem conhecimento útil, elas precisam estar reunidas, ser processadas por algoritmos inteligentes e estar disponíveis de forma segura e confiável de qualquer lugar. No entanto, esse já não é um grande desafio, visto que a tecnologia tem evoluído e permite que esse processamento seja feito sem muita complexidade associada.

No contexto atual, as companhias utilizam softwares de BI para integrar dados, gerar visualizações intuitivas e executar as funções já citadas. Contudo, uma das grandes demandas continua sendo a análise mais rápida, que seja eficiente e proativa, e reduza custos e prejuízos. Com o objetivo de suprir essa finalidade, surgiu o Mobile BI.

O que é Mobile BI?

A versão mobile da aplicação de Business Intelligence busca reduzir as barreiras de tempo e espaço a fim de tornar as análises ainda mais práticas. Assim, a ferramenta é capaz de gerar insights precisos e relevantes para momentos específicos, além de estar disponível a um clique sempre que necessário.

Nesse modelo, o usuário pode acessar e visualizar relatórios de qualquer lugar, bem como realizar ações sem precisar estar conectado ao desktop. Ele consegue acessar e controlar dashboards e indicadores em seu celular, e essa liberdade favorece o trabalho no dia a dia.

Isso tudo contribui para que o profissional adquira uma visão mais ampla do negócio e do que ocorre em tempo real, o que implica em decisões abrangentes e verdadeiramente efetivas. Assim, os responsáveis pela análise são capazes de entregar resultados e insights rápidos aos seus superiores, gerando um fluxo de trabalho mais ágil.

O que avaliar antes de escolher?

Antes de selecionar uma solução de BI, é importante avaliar a facilidade de uso da ferramenta e se ela é amigável e intuitiva para quem não é de TI. Afinal, o objetivo do Mobile BI é justamente ser uma opção mais democrática e acessível, então, ela não pode ser técnica e complexa.

Como com todo software de Business Intelligence, também é fundamental verificar se a alternativa é personalizável, ou seja, se viabiliza a adaptação ao estilo específico de negócio da sua empresa. O sistema deve oferecer uma variedade de opções de visualização dos dados, por exemplo.

Vale destacar, também, a importância de uma análise minuciosa da marca fabricante, sua experiência, credibilidade no mercado e compatibilidade com a necessidade de sua companhia. Além disso, é importante checar a qualidade do suporte e do atendimento para que seja possível extrair o melhor resultado.

O Business Intelligence está evoluindo e incorporando outras tecnologias a fim de suprir as necessidades modernas e resolver os problemas com maior eficiência. Um exemplo é o suporte à mobilidade nos novos modelos de BI. Isso permite que as companhias analisem mais dados em velocidades maiores e tomem decisões assertivas em tempo real.

Gostou de descobrir o que é Mobile BI? Então, aproveite para aprender a utilizar o BI para atrair e reter clientes!

A utilização de Business Intelligence vem crescendo cada dia mais nas organizações, que esperam, com essa solução, administrar com eficiência e tirar o máximo proveito do alto e crescente volume de informações que coletam de fontes diversas.

Infelizmente, as tentativas de implantação da tecnologia, em muitas empresas, terminam em fracasso e problemas em projetos de BI são bastante comuns.

Muitas vezes, os profissionais envolvidos no projeto não estão preparados para lidar com a nova interface de dados ou não têm uma visão clara dos objetivos da empresa em relação ao sistema, o que compromete a eficácia do projeto.

Neste artigo, você vai saber quais os problemas mais comuns em um projeto de BI e entender o que deve ser feito para evitá-los. Continue a leitura!

Falta de planejamento

Antes de implantar um sistema de BI, é preciso definir claramente quais os objetivos que se deseja alcançar, entender a estrutura de dados, o perfil da empresa e quais as necessidades dos gestores para, só então, traçar as etapas do projeto, garantindo que tudo ocorra no seu devido tempo e traga resultados eficazes.

Também é importante definir KPIs (indicadores chave de desempenho), a fim de acompanhar e mensurar os resultados, facilitando o cálculo do retorno sobre o investimento e a eficácia do sistema.

A falta de planejamento e visão global de longo prazo pode resultar em apenas algumas poucas melhorias em relatórios com dados que já circulavam pela organização, sem apresentar o dinamismo esperado, restringindo-se a áreas específicas e sem alinhamento com os gestores.

Falta de suporte multiplataforma

Um dos pontos que devem ser observados é a aquisição de uma ferramenta de Business Intelligence que ofereça suporte multiplataforma.

Muitos sistemas de gestão possuem suas visões analíticas acopladas, porém, para se fazer, ter e colher os verdadeiros resultados do Business Intelligence é preciso que a plataforma de BI seja capaz de acessar e cruzar de diferentes fontes de dados como CRM, ERP e até mesmo fontes externas de dados e estatísticas, como o IBGE, CAGED, entre outras, pois com isso é possível analisar e gerenciar dados diversos para se obter informações completas e bem estruturadas de real valor para a organização e consequentemente, que gere resultados mais eficazes.

Falha nos dados mapeados

Por melhor e mais atraente que seja um sistema, ele trabalha a partir dos dados que recebe e armazena, portanto, é muito importante que as informações estejam corretas e atualizadas em suas fontes.

Esse é um grande desafio, já que, muitas vezes, ao implantar o sistema, ele capta dados utilizados pela empresa que podem conter erros, estar incompletos ou até inacessíveis.

É muito importante que a estrutura de dados seja administrada de forma eficiente e que os dados internos sejam sempre atualizados para que o sistema possa apresentar resultados consistentes.

Ausência de gestão da mudança

Planejamento é mesmo fundamental desde a decisão de implantação do sistema, mas também é muito importante contar com uma equipe de gestão da mudança. Afinal, durante sua implantação, podem ocorrer tanto mudanças externas, que exijam adequações, como descobertas de falhas ou mudanças internas da organização, que exigirão alterações em sistemas e em processos para que os resultados do BI sejam efetivos.

Portanto, é preciso trabalhar com uma equipe preparada para prever e entender a importância das mudanças e capaz de realizá-las ao longo projeto. A ausência da gestão da mudança pode incorrer em gastos inesperados e atrasos na implantação do sistema.

Falta de treinamento da equipe

Será, com certeza, um mau negócio implantar um sistema de BI sem buscar o engajamento e o treinamento dos funcionários na utilização.

A medida pode ser uma mudança incômoda para quem está acostumado a tratar dados e analisar planilhas e relatórios no Excel, assim, muitos podem apresentar resistência à alteração.

Esse é um ponto que deixa clara a importância de uma parceria com uma empresa especializada em consultoria e implantação de sistemas BI. Ela oferece todo o preparo e o treinamento de que a sua equipe precisa para entender e operar o sistema com eficiência.

Os profissionais especializados estão habituados a trabalhar com a implantação do sistema desde o seu planejamento até que ele esteja em funcionamento e sendo bem utilizado pelos colaboradores.

Juntamente aos gestores, eles vão comandar com eficiência cada etapa do projeto, minimizando drasticamente os problemas em projetos de BI. Portanto, a melhor solução para acertar no seu investimento é contar com a parceria de uma empresa focada e experiente em inteligência de negócios.

Quer saber como escolher a melhor ferramenta de BI para otimizar os processos da sua empresa? Baixe nosso e-book!

A era do Big Data é marcada pela geração de informação — que se dá de forma rápida e a todo o momento — referente a atividades comuns e a processos mais complexos também.

As empresas se encontram no meio de uma infinidade de informações e tentam encontrar valor nelas, a fim de monitorar resultados e identificar problemas. Mas para isso precisam se organizar e focar no gerenciamento de dados.

Quer aprofundar seu conhecimento sobre o assunto? Então, continue a leitura e confira os próximos tópicos.

O gerenciamento de dados em um contexto moderno

Atualmente, os dados são protagonistas nas relações comerciais. Eles se tornaram uma moeda de valor, que permite trocas entre pessoas e empresas. Nas negociações modernas, o cliente fornece informações em troca de personalização, ou seja, de algo que solucione seu problema.

Por essa razão, a companhia inteligente do século 21 não é a que apenas utiliza passivamente essa massa de conhecimento, mas a que o gerencia como um ativo. A visão dos executivos e demais membros deve evoluir, encarando o Big Data como um importante fator na geração de vendas e de lucro.

A compreensão holística do valor e dos riscos associados ao gerenciamento de dados guia as corporações na coleta, no armazenamento e na aplicação de regras de segurança para garantir disponibilidade, integridade e restrições de acesso.

É importante destacar que essa não é mais uma questão de TI apenas, pois tornou-se uma dor de todos os departamentos e deve ser encarada com seriedade.

Em um contexto cada vez mais dependente das informações geradas a todo o tempo, as empresas precisam realizar uma gestão inteligente, proativa e integrada. Assim, conseguem se adaptar às mudanças a fim de manter a competitividade.

A importância do gerenciamento de dados

Um bom gerenciamento de dados garante que as informações estejam sempre disponíveis e com a qualidade necessária para a tomada de decisão. Também facilita a antecipação de problemas, proporcionando maior confiabilidade às previsões. Dessa forma, o gestor consegue intervir com rapidez em cenários problemáticos.

A aplicação prática disso é a otimização de produtos e serviços, por exemplo, que pode ser feita de maneira proativa. Devido a essa possibilidade, a organização é capaz de reduzir prejuízos e possíveis transtornos.

A gestão de dados facilita o acesso a informações relevantes, já que integra diferentes fontes conectando seus dados. Isso viabiliza uma análise eficaz dos indicadores importantes, o que beneficia o monitoramento dos resultados, das ações e do fluxo de trabalho.

Cerca de 97% das empresas acreditam que a falta do gerenciamento eficaz dos dados gera perda de oportunidades valiosas e estima-se que a consequência disso seja um prejuízo de cerca de 2 milhões de dólares por ano.

Dicas de como realizar o gerenciamento

A seguir, listamos três dicas de como realizar um bom gerenciamento de dados.

Foque na Qualidade dos Dados

Em se tratando de gerenciamento de dados o foco inicial deve estar na qualidade destes dados. Seja na coleta, seja no input destes dados no sistema, seja na sua atualização constante. Quanto mais padronizados, normatizados, higienizados e atualizados estiverem seus dados, mais fácil será o seu gerenciamento.

Reforce a segurança

A segurança é uma parte muito importante do tema que estamos discutindo. Se o objetivo é manter os dados disponíveis e em boa qualidade, a empresa precisa pensar em estratégias efetivas para proteger todas as camadas e oferecer barreiras de defesa. Com um bom planejamento e políticas efetivas, as informações permanecerão intactas a fim de cumprir o seu propósito.

Busque um software de Business Intelligence

É fundamental também buscar um software que transforme seus dados em informações, que viabilize uma completa análise dos dados e possibilite um monitoramento mais inteligente. Assim é possível implementar uma comunicação eficiente entre os diversos pontos da empresa e conseguir agilidade nas decisões e nas ações.

Uma boa gestão das informações ajuda a consolidar qualquer negócio, gerando otimização de processos e de produtos e/ou serviços. Na era do Big Data, é importante que as empresas conheçam as boas práticas e sejam capazes de organizar suas bases, a fim de extrair real valor delas.

Agora que você já sabe como o gerenciamento de dados é indispensável para uma empresa, entre em contato conosco e veja como podemos ajudar você!

As ferramenta de Business Intelligence ou soluções de BI emergiram das demandas que as empresas têm de extrair e consolidar informações dos sistemas operacionais, para auxílio à tomada de decisão por parte dos gestores.

De fato, as organizações armazenam um grande volume de dados, e os processos de extração, transformação, carga e análise de big data precisa ser seguro, ágil e eficiente.

Na maioria das corporações, fatores culturais são os principais obstáculos para a utilização de uma solução de BI. Assim sendo, vários gestores têm dúvidas sobre os aspectos que devem ser levados em consideração dentro da estratégia.

Por isso, neste artigo apresentaremos os principais fatores a serem considerados ao implementar uma solução de BI para gerar vantagens competitivas para a sua organização. Confira!

Total Cost of Ownership (TCO)

O conceito de Total Cost of Ownership (TCO) é uma maneira de quantificar os custos decorrentes da aquisição de um item, por exemplo, um sistema. Trata-se de uma saída para estimar financeiramente todos os custos (diretos e indiretos) envolvidos na compra de um software ou hardware para o empreendimento.

Nesse sentido, o principal objetivo do TCO é tentar identificar o impacto financeiro que a adoção da tecnologia causou para o negócio. Ao levar em conta todo o seu ciclo de vida — algo que envolve equipamentos utilizados, treinamento de usuário e sistema — determinar quantitativamente esse impacto requer que levemos em consideração fatores, como:

  • custos de licenciamento e aquisição
  • custo com contratação de profissionais ou fornecedores externos;
  • custos com manutenção ou suporte à solução

Habilidade e treinamento dos usuários

Pensar nas habilidades profissionais, especificar quem são os integrantes da equipe de implementação do projeto e treiná-los também são pontos muito importantes. Afinal, serão eles os responsáveis por acompanhar de perto todo o processo e validar as ações para garantir sua eficiência e os resultados esperados.

Entretanto, como uma solução de BI pode ser utilizada por diferentes setores da empresa, diferentes membros da organização precisam estar envolvidos, inclusive a diretoria. Somente assim será possível que todos tenham atenção às transformações nos processos e ao êxito do projeto.

Preparação dos dados

Os indicadores de gestão, ou dashboards, revelam informações provenientes de diferentes fontes de dados em componentes visuais que facilitam a compreensão e a tomada de decisões. Vale destacar que, para uma tomada de decisão acertada, os dados apresentados devem ser confiáveis e consistentes.

Assim sendo, a preparação dos dados é a primeira etapa a ser planejada em uma estratégia de BI. Para tanto, é fundamental utilizar ferramentas e técnicas adequadas no intuito de garantir a total integridade dos dados.

Integração de sistemas

Com tantas informações geradas constantemente nas empresas, é necessário encontrar uma solução capaz de integrar as variadas aplicações utilizadas. Porém, isso não mais significa ter uma fonte única de armazenamento. As modernas ferramentas de BI não necessitam mais disso.

Entretanto, o time responsável pelo projeto deve definir quais sistemas serão acessados, quais dados e a periodicidade de acesso (consumo) da informação, dessa forma, é possível assegurar a confidencialidade e integridade dos sistemas corporativos.

Restrição de criação e Limites de acesso

Após a execução dos aspectos anteriores, a equipe precisa estipular quem serão os usuários da solução de BI, por meio da restrição de criação e de limites de acesso. É também o momento em que será verificado se a implementação foi concluída com sucesso. Caso tudo tenha ocorrido conforme o planejado, ninguém encontrará obstáculos para utilizá-la.

Por fim, ressaltamos que a tecnologia é um instrumento importante em qualquer processo de reestruturação, e por meio dela é possível transformar os dados em informações estratégicas, viabilizando uma gestão eficiente e sustentável.

A implantação de uma solução de BI em uma empresa tem como objetivo principal fornecer aos seus líderes informações operacionais e gerenciais, de maneira consistente e rápida.

Após o cumprimento de todos os fatores para a adoção de uma solução de BI, a empresa terá em apenas um repositório, um conjunto de informações confiáveis e coesas que apoiam o processo de decisão, visto que os dados surgirão com o decorrer da atividade. O que faz a diferença é a forma como eles serão avaliados e transformados em ferramentas úteis para nortear o negócio.

Se você gostou deste artigo e quer que seus contatos também saibam o que considerar ao implementar uma solução de BI, compartilhe em suas redes sociais!

A inteligência de negócios (BI) está se tornando uma tarefa cada vez mais crucial nas empresas, com um valor crescente e benefícios abrangentes que afetam toda a organização. Assim como outras áreas, está evoluindo e ganhando novas possibilidades na medida em que incorpora tecnologias para obter mais robustez e eficiência.

Para agrupar dados confiáveis de diferentes fontes, mensurar resultados, tomar decisões e criar estratégias baseadas em insights é fundamental acompanhar as tendências em business intelligence. Confira as principais a seguir!

A importância de entender o negócio

Um dos fatores que contribuem para que uma empresa alcance maior competitividade é a compreensão do mercado e do próprio negócio. Para isso, é importante que seja feita uma análise para a visualização de informações relevantes, de forma que ações e decisões possam ganhar suporte e ser otimizadas.

Nesse sentido, se destaca o business intelligence (BI). O objetivo dessa função é coletar, analisar e processar dados relevantes para extrair conhecimento de valor crucial para a companhia.

Desse modo, é possível fazer uma leitura do contexto e de tendências para conseguir ideias e estratégias que podem ajudar a impulsionar a competitividade. Um exemplo disso é a função de predizer oportunidades e padrões para o futuro do negócio e do mercado, com o mapeamento das necessidades e expectativas dos consumidores.

Com isso, a empresa se antecipa e se prepara para maximizar seus índices de lucratividade e oferecer valor diferenciado ao público.

As tendências em business intelligence para 2019

1. Gerenciamento de dados mestres

Os dados mestres estão relacionados aos clientes, colaboradores, fornecedores, localidades ou produtos/serviços, por exemplo.

O seu gerenciamento é uma maneira de uni-los em um só lugar, de forma organizada e segura. Com isso, a empresa é capaz de integrar informações de diversas fontes, e garantir a qualidade e a disponibilidade desses dados para otimizar o processo de decisão.

2. Self-service BI

O BI self-service é aquele que não depende diretamente do setor de TI. Isto é, consiste na democratização do acesso às informações providas por um sistema de BI.

Assim, em vez de somente os cientistas de dados conseguirem entender os relatórios e gráficos, é feita uma simplificação da visualização para que todos os envolvidos, mesmo os que não têm formação na área, possam compreender e extrair valor.

Em decorrência disso, o pessoal de negócios pode elaborar seus próprios dashboards e manipular relatórios, de forma independente.

A Gartner estima que, este ano, usuários não-cientistas farão mais análises de BI que os cientistas. Essa autonomia permite um aumento de 85% na produtividade e 70% de crescimento da receita.

3. Mobilidade

A mobilidade é uma demanda natural e crescente entre as empresas. É preciso analisar dados de uma maneira mais rápida e prática, afinal, existe uma forte pressão de outros setores para isso.

Desse modo, as ferramentas de BI estão, cada vez mais, se adequando para serem executadas de qualquer dispositivo para otimizar o processo de manipulação e compreensão das ferramentas de visualização.

4. Linguagem natural

Outra possibilidade de otimização do tempo é a incorporação de processamento de linguagem natural aos sistemas.

Isso viabiliza a comunicação direta entre o usuário e a aplicação, com extração de valor de uma base de dados por um comando simples de voz, por exemplo, para decisões instantâneas.

Ademais, a inteligência artificial também contribuirá com a democratização do acesso, já que qualquer profissional envolvido poderá entender o que as informações estão dizendo. A complexidade vai variar apenas de acordo com a pergunta feita ao software.

Segundo a Gartner, até 2020, 50% das consultas analíticas serão feitas com linguagem natural.

Essas novas possibilidades servirão para tornar o BI ainda mais inteligente e acessível em 2019. Com as evoluções, será possível buscar dados de locais distintos, prever padrões e acompanhar o mercado para decisões mais adequadas. Nesse sentido, é interessante também contar com uma consultoria especializada em BI para garantir que os resultados das análises do mercado sejam os melhores.

Gostou do conteúdo sobre as tendências em business intelligence? Então aproveite para aprender como escolher a ferramenta de BI  ideal para você!

Antes do big data e da explosão de informações que a internet das coisas e as redes sociais nos entregam, muitas das decisões tomadas dentro de uma empresa eram baseadas apenas em intuição e experiência. Havia, claro, a possibilidade de contratar uma pesquisa e análise de mercado, mas, além de serem caras e demoradas, não tinham como analisar o volume de dados com a rapidez que temos hoje.

Esse novo cenário abre uma nova perspectiva de uma atuação, feita a partir de conclusões geradas por análises de dados. Mas para que uma empresa consiga atingir esse patamar, será necessário a implantação de uma cultura data driven.

Que entender melhor esse conceito? Continue lendo!

O que é cultura data driven?

A cultura data driven, ou cultura orientada a dados, permite que uma empresa oriente as suas tomadas de decisões e seus processos com base em indicadores, métricas e achados encontrados com base em dados reais. Esses dados são obtidos e minerados por meio de ferramentas específicas de Business Intelligence e ajudam os gestores a alcançarem resultados mais próximos do planejado.

Com a gestão orientada a dados, as empresas podem construir ações, desenvolver produtos e criar um sistema de comunicação mais eficaz, com o objetivo claro de aumentar a receita e expandir seu negócio.

Grandes players do mercado de entretenimento, como o Netflix e a Marvel, utilizam a mineração de dados e análises preditivas para criar séries e filmes — principalmente sequências — baseadas nos feedbacks e nas referências que o seu publico alvo entrega — é o chamado fan service, que visa entregar o que o fã espera de uma sequência, baseado em pesquisas de comportamento após o lançamento do primeiro filme ou temporada.

Esse fan service pode ser trazido para o mundo corporativo, para que a empresa entregue um produto que atinja a expectativa dos clientes e, até mesmo, receba insights para entregar produtos ou serviços que não foram explorados, mas que são grandes necessidades de seu público-alvo.

Como aplicar a cultura data driven?

Agora que você conhece a base da cultura data driven, vamos a algumas dicas para uma boa aplicação desse conceito em sua empresa. Confira!

Garanta a qualidade dos dados

A qualidade dos dados, ou seja, seu preenchimento, veracidade e atualização é fundamental para iniciar uma cultura data driven. Para navegar no mar de informações que uma empresa produz, é necessário que sejam utilizadas as ferramentas que garantam a qualidade dessas informações e um alinhamento com as estratégias do negócio. 

Democratize os dados

O primeiro passo que a gestão deverá tomar é democratizar os seus dados, ou seja, torná-los disponíveis, estruturados e com um acesso transparente por meio de uma interface intuitiva. É importante que toda a empresa esteja engajada com esse novo momento e treinada para analisar e interpretar os dados disponíveis. Vale lembrar que democratizar os dados não significa abrir mão da segurança destes dados. 

Tenha uma boa governança de dados

Para atingir a cultura data driven, a organização deve ter uma base de governança de dados. Isso porque será necessário administrar o fluxo de dados e criar uma cultura entre os colaboradores — para que as esses dados passem a ter um peso maior e o tratamento correto. Esse procedimento demandará uma política clara e processos organizados, que estruturem todos os passos de coleta, tratamento, atualização e aplicação dos dados, de forma concisa.

A cultura data driven pode ser aplicada em empresas de todos os portes e segmentos. Mesmo aquelas que não têm uma estrutura pronta para começar a sua gestão orientada a dados, pode contratar um parceiro especializado para gerir essa área. É uma excelente forma de contar com ferramentas e profissionais de ponta sem a necessidade de grandes investimentos em equipamentos e contratação.

Esperamos que, após a leitura deste post, você tenha entendido a importância da cultura data driven para sua empresa. Com uma gestão orientada a dados, a corporação conseguirá extrair informações muito mais relevantes e tomar decisões que garantam um diferencial de mercado além de entender melhor os anseios dos clientes e otimizar as rotinas internas.

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