Proteção de dados: como usar o GDPR a favor do compliance?

O Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GPDR, na sigla inglesa) consiste em uma regulação emitida conjuntamente pela Comissão Europeia, Parlamento Europeu e Conselho de Ministros da União Europeia (UE), a fim de fortalecer e unificar a segurança das informações dos cidadãos da UE.

Trata-se da mais importante mudança em relação à privacidade de dados nas últimas duas décadas. Medidas preparatórias e debates levaram 4 anos até que o GDPR pudesse ser finalmente aprovado pelo Parlamento Europeu em 14 de abril de 2016.

Pensando nisso, abordamos, ao longo deste artigo, a importância de se adaptar a essa nova política, os impactos gerados para os ambientes de negócios e o que pode ser feito para utilizar o GDPR a favor do compliance da sua empresa. Boa leitura!

Qual a importância de se adaptar ao GDPR?

Organizações de todo o mundo passaram a se sentir pressionadas a partir do momento em que o GDPR foi implementado (25 de maio de 2018). Todavia, muitas ainda estão distantes da conformidade ideal, ao passo que as alterações a serem realizadas exigem esforço e comprometimento em todos os níveis do negócio.

Segundo matéria recentemente publicada, muitas empresas latino-americanas precisam se adequar aos novos termos. Isso significa que poucas organizações mantêm registros de transferências e processamentos ou utilizam a classificação automática de dados.

As porcentagens são preocupantes, à medida que esses elementos são requisitos essenciais do GDPR. Na prática, as empresas estão em diferentes estágios de preparação e progridem lentamente.

Quais são os impactos para o seu negócio?

O GDPR define claramente sua aplicabilidade territorial, de modo que atinge todas as organizações que coletam e processam dados pessoais de cidadãos europeus, independentemente da localização da empresa. Portanto, não importa se o processamento é realizado nos países que são membros da UE.

Por exemplo, uma empresa sediada no Brasil que ofereça bens e serviços a pessoas que residam na União Europeia, está sob a jurisdição do GDPR. Além disso, há outros impactos importantes dessa nova política. Conheça os principais logo abaixo.

Consentimento

Os avisos de consentimento não podem ser evasivos. Sendo assim, todas as organizações devem obter o consentimento explícito para armazenar e utilizar os dados dos usuários, explicando claramente como tais informações serão usadas. Além disso, ficou mais fácil para o indivíduo retirar sua aprovação.

Notificação obrigatória de violação

As empresas estão obrigadas a notificar a autoridade supervisora, no prazo máximo de 72 horas, após a descoberta da violação de dados, a menos que seja manifestamente improvável que a brecha represente algum risco aos direitos ou à liberdade dos cidadãos europeus.

A notificação deve informar a natureza da violação, o número e o tipo do registro violado, bem como o nome do responsável pela proteção dos dados e as medidas adotadas para reduzir os riscos, além de outros detalhes técnicos.

Como utilizar o GDPR a favor do compliance?

Para utilizar o GDPR a aplicar regras mais estritas, é altamente recomendável efetuar uma auditoria de suas soluções atuais de segurança de dados e implementação de processos a fim de aprimorar o compliance da sua empresa a partir dessas bases.

A auditoria deve revelar quais dados são coletados das pessoas, a existência (ou não) de procedimentos adequados de consentimento, os locais exatos nos quais as informações são armazenadas, quem tem acesso a elas, como a integridade e a privacidade dos usuários é garantida etc.

Fundamentado nessas descobertas, um plano sólido de atualização pode ser delineado à luz do GDPR e compartilhado com todas as partes envolvidas.

Se você deseja elevar a sua linha de serviços e produtos, não perca a oportunidade de saber mais sobre a importância da estratégia de dados para o seu negócio!

A influência da análise de dados em decisões mais assertivas

Toda organização, independentemente de seu porte ou segmento de atuação, sempre pensa em criar e entregar os melhores produtos e/ou serviços. Essa é uma posição louvável, porém, nos dias atuais, é inadmissível, sobretudo para uma empresa B2B, não ter a análise de dados como parte integrante da rotina corporativa.

Isso significa que não basta desenvolver excelentes soluções ou focar na atração de novos clientes. É preciso desenvolver uma visão crítica que, por meio da análise de dados, consiga extrair informações acionáveis e úteis para fundamentar o processo de tomada de decisões.

Pensando nisso, mostramos, ao longo deste artigo, que somente com essa análise é possível ter uma visão real do seu negócio e efetivar as mudanças necessárias para alavancar os resultados. Boa leitura!

O que é possível visualizar com a análise de dados?

Muitos executivos supõem erroneamente que o objetivo final de cada análise responde a uma pergunta específica. Todavia, é altamente recomendável assegurar uma visualização que permita a experimentação.

Para tomar decisões mais assertivas, não há por que se limitar ao clássico gráfico que representa dados numéricos para criar um argumento. Uma das possíveis formas consiste em começar com um esboço que o ajude a definir o escopo de sua pergunta ou a melhor maneira de explicá-la.

Não importa que o esboço não apresente dados estritamente quantitativos e empíricos, uma vez que o mais importante é que representem ideias para chegar a uma conclusão correta.

Poder contar com ferramentas adequadas de BI (Business Intelligence) e relatórios facilmente gerados e manejáveis é de grande ajuda nesse estágio.

Quais as vantagens para sua empresa?

As vantagens que sua empresa pode acessar dependerá, objetivamente, do tipo de decisão que está para ser tomada. Por exemplo, seja para o fim de lançar um novo produto e/ou serviço ou atingir um novo segmento, a análise de dados pode fornecer à sua organização as informações necessárias para:

  • selecionar os canais de distribuição mais apropriados;
  • mensurar a satisfação dos clientes e conhecer melhor os seus hábitos de consumo;
  • avaliar a eficácia das ações de marketing realizadas;
  • identificar possíveis riscos e novas oportunidades;
  • identificar as tendências do mercado, entre outras vantagens.

Quais são os tipos de análise?

A análise de dados pode ser feita seguindo diversos padrões técnicos. A seguir, apresentamos três modelos paradigmáticos que, devido ao seu potencial, podem trazer bons resultados para a maioria das organizações. Confira!

Análise descritiva

A análise descritiva é aquela que vem sendo realizada de forma tradicional e permite que as empresas saibam o que está acontecendo, em tempo real, e tomem decisões imediatamente baseadas nessas caracterizações.

É inegável que a análise só pode ser considerada útil se ajudar a tomar decisões precisas. Afinal, sua empresa pode reunir grandes quantidades de dados, mas, se não tiver os recursos necessários para convertê-los em informações que impulsionem os negócios e ofereçam soluções realmente adaptadas às suas necessidades, não obterá benefício algum.

Análise preditiva

Após conhecer a situação atual do seu negócio e tomar decisões com base nela, você pode ir além e realizar uma análise preditiva que permitirá prever e se antecipar a possíveis cenários.

Essas previsões são feitas com base em informações passadas e presentes, permitindo que eventos com alto grau de probabilidade sejam presumidos.

A análise preditiva vai trabalhar com possibilidades, chances de um evento acontecer, e você decide como vai trabalhar estes dados.

Um exemplo de análise preditiva é quando você coloca um endereço no GPS, ele calcula uma rota e consegue estimar o tempo de deslocamento. Este tempo é uma previsão baseada em deslocamentos anteriores e nas variáveis disponíveis no momento, como distância, velocidade máxima nas vias e transito local.  

Análise prescritiva

Esse modelo procura, de modo geral, responder à pergunta: como podemos fazer algo acontecer? Pode-se dizer que é um aprendizado que se adapta para conseguir oferecer o melhor resultado possível em cada situação real que deve ser enfrentada.

A análise prescritiva baseia-se na aplicação das regras de negócio, algoritmos, machine learning e procedimentos de modelagem computacional. Para tanto, diferentes conjuntos de bases de dados são utilizados, incluindo dados históricos, transacionais, em tempo real e Big Data.

Um pouco além do que a análise preditiva faz, a análise prescritiva vai dizer o que você deve fazer naquele momento.

Um exemplo de análise prescritiva é quando você informa o destino e o GPS fala para você: Vire à direita e depois vire à esquerda. Você segue as ordens e chega no seu destino. 

Como usar a análise de dados na tomada de decisões e obter insights dos resultados?

Para obter insights dos resultados de sua análise e empregá-los na tomada de decisões, você deve:

  • definir um objetivo: entenda a origem de sua base de dados e determine o problema que quer resolver;
  • explorar os dados: encontre os primeiros indícios (hipóteses ou pré-conclusões) com o auxílio do modelo descritivo e elabore gráficos e estatísticas numéricas, listando-os por ordem de importância;
  • analisar os dados com um software: selecione as técnicas que serão utilizadas para corroborar as hipóteses que levantou na etapa de exploração;
  • criar um relatório: resuma as conclusões que obteve, explicando aos demais suas conclusões, bem como as dificuldades que encontrou e quais serão os próximos passos.

Qual o impacto da análise de dados na organização?

Analisar as informações disponíveis de maneira sistemática e organizada confere ao líder empresarial toda a tranquilidade e segurança necessária para a perfeita realização de seu trabalho, além de passar o sentimento de que o ambiente pelo qual ele é responsável está sob controle.

Nesse contexto, a análise de dados impacta positivamente a empresa, tornando rápida e fácil a implementação de melhorias e a realização de estudos voltados precisamente às necessidades de cada momento.

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Indicadores de performance: como monitorar os projetos da sua empresa?

Os indicadores de performance são instrumentos de medição de resultados do projeto e de qualidade do trabalho da equipe e determinam o grau de eficiência deles para conseguir atingir as metas estipuladas. Normalmente estes indicadores são definidos na etapa de planejamento e são um indício da organização do projeto para determinar responsabilidades e atividades.

No decorrer deste artigo, explicamos de que maneira eles funcionam no controle dos projetos da empresa e apresentamos alguns dos melhores tipos de KPI. Boa leitura!

Como os indicadores de performance funcionam no controle da empresa?

Toda operação e todo processo dentro de uma empresa gera uma série de resultados, que impactarão não só o funcionamento e o desempenho interno dos componentes da empresa, mas também provocarão impactos em um sentido externo, ou seja, junto aos fornecedores e aos clientes.

Mas como é possível verificar se um determinado conjunto de ações está sendo eficiente e trazendo retornos reais e efetivos para o negócio? Bem, é justamente para analisar esse tipo de coisa que existem os indicadores de performance.

Para saber se uma determinada estratégia está dando certo ou não, define-se um tipo de KPI e como será esquematizada essa métrica. Após o levantamento de dados obtidos a partir desses indicadores, os gestores dessa companhia deverão analisar os possíveis resultados e, se for o caso, determinar a mudança de estratégias.

Os indicadores auxiliam no gerenciamento do projeto, ajudando a criar sinergia, ou seja, fazer com que tudo e todos estejam devidamente alinhados em torno de um propósito da organização. Eles propiciam uma espécie de quadro panorâmico para a coleta de dados imprescindíveis para assegurar o sucesso.

Outra maneira pela qual os indicadores funcionam no controle dos projetos da companhia é por intermédio do estabelecimento de um cronograma. Faz parte da própria estrutura do KPI relacionar-se a prazos e metas específicos. Com isso, as responsabilidades ficam bem distribuídas e a produtividade garantida.

Quais os indicadores de performance úteis para o monitoramento de projetos?

Listaremos abaixo alguns indicadores de performance bastante úteis para o monitoramento de projetos da sua empresa:

Variação do cronograma

Ela pode ser mensurada pela equação: Data efetivamente entregue – Data planejada / Duração (em dias) planejada do projeto. Se o resultado disso for negativo, quer dizer que o projeto está atrasado. Se for positivo, significa que está adiantado.

Variação do custo

Trata-se da variação do custo previsto do projeto menos o custo real pelo custo orçado. Se essa conta der negativa, quer dizer que o custo do projeto está acima do esperado. Se ela der positiva, significa que o custo está abaixo do esperado.

Satisfação da clientela

Medir o grau de satisfação dos clientes é fundamental para o sucesso de um determinado projeto. Uma boa forma de mensurar isso é por meio de uma pesquisa de satisfação. Você pode encaminhar um formulário de pesquisa a seus clientes e solicitar que eles o preencham.

Conforme mencionado, os indicadores de performance são cruciais para descobrir se as estratégias traçadas funcionam de fato ou se elas precisam ser modificadas. Sem a medição dos resultados das abordagens utilizadas, não há como saber com precisão a eficiência das mesmas.

Gostou do nosso artigo? Ele foi útil para você? Então, aproveite a oportunidade de entender, também, a importância de bons relatórios para uma gestão eficiente e saiba como incrementar a qualidade de suas operações!

Saiba como reduzir custos na sua empresa com B.I.

Já faz algum tempo que o conceito de Business Intelligence tem circulado por meio de processos que englobam o uso da tecnologia e da inteligência voltada para os negócios, tudo isso com o intuito de aprimorar o desempenho e desfrutar de uma série de benefícios. Reduzir custos na empresa com B.I. é um deles.

Mas afinal, o que é B.I.? Business Intelligence, ou em português, Inteligência de Negócios, diz respeito ao processo que envolve a coleta, organização, análise, controle e o ato de compartilhar informações que forneçam um apoio para uma boa gestão dos negócios.

Engloba uma série de métodos, de estruturas, teorias, ferramentas tecnológicas e todos esses elementos em conjunto trabalham para fazer com que os dados brutos obtidos se tornem informações relevantes e úteis para as tomadas de decisões e elaboração de estratégias.

Ao longo deste artigo, listamos as principais formas de efetuar a redução de custos nas empresas usando o B.I. Continue a leitura e confira.

Realização de controle de estoque

Com o uso de diferentes ferramentas tecnológicas, é muito mais simples para uma companhia ser capaz de efetuar a análise das necessidades pertinentes ao estoque e assim poder tirar o máximo de aproveitamento correto do espaço que está sendo disponibilizado, sendo fundamentado pela demanda de mercadorias.

Ter produtos em falta é prejudicial, assim como o excesso em estoque também pode acarretar o desperdício de recursos. Isso precisa ser evitado a todo custo.

Para que isso não ocorra, o indicado é usar o B.I. O Business Intelligence permite o gerenciamento do estoque, de acordo com os parâmetros da oferta e da procura. Desse modo, a empresa pode reduzir despesas de maneira significativa e fazer investimentos em outros setores.

Otimização e agilização das campanhas de marketing

No momento atual, o Business Intelligence averigua o desempenho das campanhas de marketing e faz uma análise dos indicadores que têm a ver com os resultados, como o engajamento do público consumidor, a geração e conversão de leads etc.

Desse modo, torna-se viável realizar um investimento dando prioridade aos elementos que concederão mais vantagens para a empresa, o que possibilita a redução de gastos e a elevação da qualidade das ações.

Auxílio nas operações de compra junto a fornecedores

Uma das coisas mais apreciadas por qualquer instituição é fazer a contratação de fornecedores que proporcionem o melhor custo-benefício possível. Ao se fazer uso do Business Intelligence, esse intuito pode ser atingido.

Pelo fato do B.I. utilizar uma série de indicadores, como eficiência, tempo de entrega, custo, entre outros parâmetros, fica mais fácil e menos custoso realizar as compras.

Redução de custos na empresa com auxílio do Business Intelligence

Reduzir custos na empresa com B.I. é uma prática plenamente possível, como pudemos observar no decorrer do artigo. Devido ao fato do B.I. otimizar processos e recursos, consequentemente as despesas diminuem de forma bastante expressiva.

Já que o B.I. é tão útil e relevante, que tal escolher uma boa ferramenta para lhe auxiliar? Para ajudar você nisso, faça o download do nosso e-book, onde lhe mostraremos como escolher uma ferramenta de B.I. Confira!

Entenda o que é a automação de processos e a sua importância

O que é automação de processos? Certamente, você tem ouvido o termo com frequência ou, quem sabe, até lido a respeito do assunto. O problema é que todo mundo parece oferecer uma definição diferente, não é mesmo?

Para encontrar um ponto de consonância entre tantas e tão variadas vozes é preciso partir do entendimento de que a automação de processos é iniciada, geralmente, por um elemento acionador, isto é, a elaboração de um conjunto de etapas que predefinam o fluxo de trabalho (ou processos).

Nesse sentido, o escopo dessa solução não se esgota na automação, à medida que visa, também, simplificar as atividades a realizar e, consequentemente, alavancar os resultados da organização.

Neste artigo, você verá como a automação de processos, enquanto técnica de BPM (sigla inglesa para Gestão de Processos Empresariais) pode contribuir para que a sua empresa alcance maior eficiência, adapte-se a ambientes competitivos em constante mudança e reduza erros humanos, além de outros benefícios. Boa leitura!

Um breve panorama histórico da automação de processos

Muitos analistas e comentaristas da imprensa especializada têm se referido à automação de processos como “novidade”, “tendência”, “nova onda” e outras qualificações dessa natureza. Na realidade, trata-se, de fato, de um importante avanço para a gestão de negócios.

No entanto, suas origens não podem ser encontradas em uma tecnologia em particular, mas em todo um conjunto de avanços tecnológicos e colaborativos que eclodiram, ao longo do tempo, para aprimorar a integração, o monitoramento, o controle e, sobretudo, a eficácia dos processos empresariais.

Os principais benefícios da automação de processos

Um dos aspectos mais importantes da automação de processos consiste na possibilidade de tornar a sua organização mais eficiente. Afinal, os sistemas empregados nos atuais ambientes corporativos atingiram tal nível de uso e disponibilidade universal que, agora, todas as empresas precisam evoluir para a automação caso queiram se manter competitivas.

Confira, a seguir, alguns dos principais benefícios que essa solução pode trazer ao seu negócio.

Melhor aproveitamento dos recursos humanos

A automação de processos permite que sua empresa libere os colaboradores da obrigatoriedade de realizarem inúmeras tarefas repetitivas que, na verdade, não precisam de muita intervenção humana.

Isso permite reorganizar a estrutura da sua empresa, de modo a focar nas tarefas analíticas, criativas e inovadoras relacionadas ao seu core business.

Redução de custos

Uma das consequências mais relevantes da automação refere-se ao fato de que mais horas de trabalho estarão disponíveis para você. Isso significa que a sua organização pode ter o mesmo nível de produção mesmo após reduzir a concentração de trabalho humano.

Desse modo, é possível se concentrar mais na qualidade dos membros de sua equipe em vez de se preocupar com a quantidade de profissionais ativos, reduzindo, consequentemente, os custos totais dos processos e das operações.

Redução de erros humanos

Não importa quão eficientes são os seus colaboradores: é impossível evitar a ocorrência de erros humanos. A automação pode limitar esses episódios. Naturalmente, não é possível utilizar sistemas automatizados para realizar todas as funções e atividades em uma organização.

Entretanto, a integração entre as ferramentas de gestão pode reduzir ou, até mesmo, eliminar a possibilidade de erros em determinados estágios, o que varia de acordo com as características gerais de sua empresa e as especificidades de cada processo.

Como vimos, entender o que é automação de processos e saber como aplicar essa importante solução no contexto de sua empresa é absolutamente essencial para qualquer estratégia e planejamento que envolva a inovação e o crescimento do volume de negócios como objetivos principais. Isso ajuda nas metas da empresa e garante o crescimento da organização.

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Como a Inteligencia Artificial pode potencializar o Business Intelligence

No mundo corporativo, a inteligência artificial (IA) vem impactando o conceito de Bussines Intelligence (BI). Juntas, as novas tecnologias — que utilizam a inteligência artificial e BI — proporcionam vantagens competitivas substanciais para as empresas, independentemente do ramo de atuação.

Hoje, o sucesso nos negócios exige a compreensão da influência dessa nova relação de consumo que passa pelas redes sociais e as ferramentas de automação, principalmente.

Nesse contexto, é preciso buscar conhecimentos que orientem a aplicação adequada desses recursos para o desenvolvimento dos negócios. Continue a leitura e veja como é possível utilizar essas ferramentas para aumentar a visibilidade de sua empresa e fortalecer a sua marca. Acompanhe!

Como a inteligência artificial e BI podem influenciar a análise de negócios e a tomada de decisões?

A intensa relação entre inteligência artificial e BI provocou uma revolução em todas as tecnologias já conhecidas. As ferramentas de IA utilizam algoritmos que permitem que máquinas e sistemas se integrem e aprendam sozinhos.

Desse modo, a IA pode simular a capacidade — que antes era exclusiva do ser humano — de pensar e de solucionar problemas de forma precisa, automática e proativa. Isso transforma as ferramentas de inteligência artificial e BI em dois elementos de grande relevância para o desenvolvimento e evolução dos negócios.

A era de transformação digital constante e as novas possibilidades tecnológicas sugerem que a empresa que não se adequar a essas mudanças dificilmente superará a competitividade. O uso dessas tecnologias possibilita a automação de uma gama de atividades e a otimização de infinitos recursos de gestão.

O business intelligence — que em português significa inteligência de negócios — é um processo que permite organizar, analisar, monitorar e compartilhar informações essenciais que fornecem uma base sólida para a tomada de decisões.

Assim, o BI é a ferramenta que está moldando o futuro do universo corporativo. Aliado ao uso da inteligência artificial, ele auxilia no desenvolvimento de estratégias — cada vez mais eficazes — para orientar os negócios e facilitar a gestão.

Por que essas tecnologias implicam vantagens competitivas para as empresas?

O BI atual ainda tem o recurso da mobilidade a seu favor: interfaces mais leves, múltiplas plataformas, excelente usabilidade e soluções estratégicas e intuitivas. Essas características possibilitam que dados importantes e indicadores sejam consultados em um smartphone. Essa facilidade de acesso influencia a captação de clientes e flexibiliza mais oportunidades.

Dessa maneira, um ciclo de BI definido estrategicamente auxilia as empresas em diversos aspectos. Permite, pois, a utilização de novas tecnologias de IA para maximizar o crescimento e modernizar a corporação. Recursos como machine learning, implantação de chatbot e análise de sentimento são os mais comuns.

Aliado aos benefícios da IA, o BI torna possível estabelecer objetivos claros, obter informações, avaliar propostas, agir e analisar os resultados de forma mais precisa e eficiente.

Como as tecnologias de inteligência artificial e BI influenciam os negócios?

A inteligência artificial representa uma evolução de todas as tecnologias já conhecidas. Integrada aos benefícios do BI, certamente esse recurso pode significar um novo estágio de crescimento contínuo e muito mais sólido.

Logo, a competitividade atual impõe a necessidade de dar um passo além e adotar, sem medo, ferramentas que revolucionem o modo de lidar com a informação. Investir nessas medidas e manter a mente aberta às inovações pode assegurar amplas possibilidades de crescimento.

Percebe-se, então, que a inteligência artificial e BI vêm conquistando um considerável espaço no mundo dos negócios. São alternativas vistas como importantes aliadas dos gestores na tomada de decisão rumo à estabilidade das organizações.

Gostou deste artigo? Então, não perca tempo e veja também as 9 tendências em business intelligence para a sua empresa ficar de olho. Esperamos você!

Metodologia Idip: como implementá-la utilizando o CRM?

Quando o assunto é a gestão do relacionamento com clientes é preciso considerar que, além de uma estratégia clara e objetivos bem definidos para captação, conversão, fidelização, rentabilização e retenção de clientes, algumas mudanças organizacionais são necessárias para garantir o sucesso das ações.

A metodologia IDIP, aliada ao CRM, pode ajudar e muito nesse aspecto. Criada por Don Pepper e Martha Rogers, a metodologia IDIP é composta por quatro etapas que configuram a boa gestão do relacionamento com clientes: identificação, diferenciação, interação e personalização. Ao aplicar estas etapas no CRM, as ações de relacionamento tornam-se mais objetivas e os processos mais simples e eficazes.

Neste artigo, explicaremos como aplicar as 4 etapas da metodologia IDIP na sua ferramenta de CRM. Se tem interesse neste assunto, continue a leitura e confira!

Etapa da identificação

É na fase de identificação que se deve efetuar o levantamento completo da base de clientes. O CRM é uma ferramenta bastante estratégica nesse caso, pois ele apresenta uma maior eficiência na coleta das informações.

Com a ajuda do CRM, é possível captar e registrar mais informações a cada interação. Usando a ferramenta de forma colaborativa, os elementos críticos de dados dos clientes podem ser coletados por todas as áreas que se relacionam direta ou indiretamente com eles.

O processo de coleta das informações e dados dos clientes precisa ser baseado na estratégia de CRM. Em outras palavras, apenas possuir o registro de todos os clientes não é o bastante, é fundamental prestar atenção à maneira com que essas informações serão aplicadas.

Etapa da diferenciação

Uma vez mapeados todos os clientes e seus respectivos atributos, é chegada a hora da fase da diferenciação. Nesse cenário, a primeira coisa que deve ser feita é a clusterização, ou seja, o agrupamento de clientes com perfis e comportamentos semelhantes. Uma vez agrupados deve-se analisar o potencial dos clientes e o seu valor efetivo, real.

A partir deste estudo, deve-se definir as abordagens mais adequadas para cada tipo de clientes e as condições para a ampliação do ticket médio de produtos e serviços ou ampliação do seu Life Time Value, por exemplo.

O CRM viabiliza a diferenciação e segmentação dos clientes, pois permite o estabelecimento de critérios de modo bastante assertivo. Com o CRM, permite-se a projeção de clientes que possuem um potencial mais elevado de crescimento, dentro de um período bem delimitado, definido.

Etapa da interação

A utilização de softwares CRM aparece de forma interessante nessa etapa, pois eles permitem integrar diferentes canais de atendimento e manter o histórico de relacionamento com os clientes em um repositório único.

O CRM também possibilita uma melhor execução de campanhas de marketing e relacionamento dado que permite a automação de réguas de comunicação com o cliente, tornando a interação mais frequente nos momentos mais oportunos. Neste sentido, é fundamental mapear o ciclo de vida do cliente e estabelecer um plano de relacionamento para cada fase. O que queremos falar, para quem, em que momento e por qual canal?

E falando em canais, é fundamental que a sua empresa seja multicanal e cross canal, pois é isso que os clientes estão exigindo. As ferramentas de CRM são facilitadoras da implementação de estratégias de omnichannel, viabilizando a continuidade do diálogo com o cliente independentemente do canal por ele escolhido.

Etapa da personalização

Quando o atendimento tem um caráter de exclusividade, surge a chance de elevar as taxas de retenção e de efetuar cada vez mais a fidelização dos clientes. É preciso ser flexível e fornecer um treinamento apropriado aos colaboradores que estão sempre em contato com esse público.

Além disso, com o apoio de ferramentas de CRM, pode-se criar produtos mais voltados para as necessidades desse cliente, adaptando-o conforme o perfil que ele apresenta.

Diante da compreensão de como funciona cada uma das etapas da metodologia IDIP, a companhia terá maior capacidade de observar todos os momentos do processo de relação com o cliente. Cumprindo essas fases com maestria, com certeza a satisfação do público será garantida e suas chances de crescimento serão imensamente grandes e sólidas.

Gostou deste artigo e quer saber mais sobre as etapas e soluções propostas? Então entre em contato com a Trinity para mais informações. Com certeza podemos lhe ajudar nesse processo e sua empresa será capaz de conquistar resultados maiores e mais satisfatórios.

Marketing pós-vendas: porque e como você deve fazer

Não é incomum encontrar empresas que prestam atenção apenas ao processo de venda, mas se esquecem do momento do pós-venda. O marketing pós-venda é tão importante quanto as demais etapas de todo o processo. Ele nada mais é do que aquela interação efetuada depois de finalizada a aquisição. E isso pode se dar das mais variadas formas.

O marketing pós-venda é de suma relevância para a construção de um bom relacionamento da marca com o cliente, conseguindo dessa forma a fidelização e o aumento da possibilidade de compras futuras.

O objetivo deste artigo é mostrar a importância do marketing pós-vendas para o sucesso empresarial da marca. Para isso, apresentamos excelentes dicas de ações que podem ser implementadas para a fidelização e, sobretudo, a rentabilização do cliente.

Dicas de como fazer um bom marketing pós-vendas

Visto que o marketing pós-vendas é fundamental para a manutenção e rentabilização de clientes existentes e para o sucesso do negócio, forneceremos abaixo algumas dicas incríveis de como você pode fazer um bom marketing pós-vendas. Confira!

O poder do Welcome Contact

É bastante normal que uma parcela considerável dos novos clientes se arrependa após uma compra realizada, principalmente quando o produto ou serviço adquiridos são de alto valor. Quando eles são tomados por esses sentimentos negativos de insegurança ou arrependimento, eles podem pensar coisas como “Eu realmente precisava ter comprado esse produto?”, “Será que não tem nenhum produto mais barato no mercado?”.

É diante desse possível desconforto emocional, que a empresa deve agir. Entrar em contato com o cliente após uma compra, reforçando que esta foi a melhor escolha que ele poderia ter feito e colocar-se a disposição para quaisquer dúvidas faz com que o cliente sinta-se mais seguro e confortável em sua decisão. Neste contato de boas-vindas a empresa ainda pode aproveitar para confirmar os dados cadastrais do cliente e agendar um contato futuro para medir sua satisfação.

Aplique os conceitos de CRM

O CRM (Customer Relationship Management) é uma filosofia de negócio muito eficaz no que tange a construção de relacionamentos estratégicos com os clientes.

Por meio dos conceitos e abordagens de CRM, a companhia tem a capacidade e oportunidade de conhecer melhor o comportamento e as necessidades de seu público consumidor, estabelecendo e firmando um relacionamento de longo prazo entre o cliente e a instituição.

Além disso, as ferramenta de CRM permitem a criação e gestão de campanhas de marketing segmentadas e ainda, a automação de réguas de comunicação que fortalecem e estreitam o relacionamento com clientes.

Fortaleça os canais de relacionamento

Para auxiliar nas suas campanhas de marketing pós-venda, construindo e fortalecendo a relação da empresa com o cliente, é igualmente fundamental o desenvolvimento de canais de relacionamento eficientes. Essa estrutura é muito importante para servir de apoio ao estabelecimento dessa relação.

Ter um excelente serviço de atendimento, bem-estruturado, é importante para essa finalidade. Além disso, a companhia precisa marcar presença nos mais variados canais de comunicação, como e-mail, redes sociais, aplicativos, assegurando que o cliente consiga contatá-la mais facilmente e a fim de obter respostas às suas demandas de forma ágil e assertiva.

Desenvolva programas de fidelização

O programa de fidelização é uma forma da companhia valorizar os clientes mais antigos, aqueles que compram mais, não somente em volume, mas sobretudo com maior frequência. É a valorização da lealdade nessa relação. Como o cliente dá preferência para a empresa, ele merece algo a mais do que apenas descontos.

O marketing pós-vendas é um instrumento que garantirá que os clientes estarão satisfeitos não somente com o atendimento em si, mas com a aquisição e a empresa como um todo. Além de comprarem com maior assiduidade, também indicarão a companhia para outras pessoas.

Gostou do nosso artigo? Então, conheça também as respostas para as 5 principais perguntas sobre CRM de quem ainda não usa!