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Qualquer gestor que acompanhe o mercado com atenção já deve ter percebido que aplicações de Business Intelligence nas decisões organizações está se tornando uma necessidade de sobrevivência.

Mas como criar a base para implementar o BI com sucesso? Neste artigo, vamos conversar sobre o alinhamento estratégico entre área de TI e negócios: por que fazer, como se preparar e que tipo de ajuda você pode precisar. Vamos começar?

Afinal, por que esse alinhamento é importante?

Se existe uma expressão presente em todas as discussões sobre o futuro do mercado em qualquer setor, é a transformação digital. Novas tecnologias como Big Data, Machine Learning e serviços na nuvem vêm colocando a área de TI cada vez mais próxima das áreas de negócios quando da tomada de decisões.

Mas por que isso acontece? Principalmente pela exigência cada vez maior do mercado por estratégias flexíveis, inovações disruptivas e busca por pioneirismo em novos nichos. A TI, que sempre foi empregada de forma mais operacional dentro do escritório, é o setor que pode trazer respostas e soluções para esse novo cenário.

Quais os benefícios de manter as duas áreas alinhadas?

Essa fusão não está sendo praticada em tantas empresas à toa. As vantagens competitivas que uma visão tecnológica traz para o negócio são tão relevantes que têm possibilitado o surgimento de marcas gigantes quase do zero, além de deixar para trás grandes organizações consolidadas pela demora em implementar tecnologia em seu planejamento de mercado.

O alinhamento entre área de TI e negócios garante previsibilidade e flexibilidade de investimentos baseados na estratégia corporativa para a coleta e análise de dados, além de fornecer as ferramentas necessárias para executar novos planos com mais rapidez.

Uma empresa alinhada tem mais colaboração entre os departamentos, consegue testar e validar soluções com mais velocidade e pode oferecer um atendimento de qualidade ao cliente.

No caso de empresas B2B, por exemplo, a tecnologia é capaz de utilizar inteligência tanto para o seu negócio quanto para os seus clientes, oferecendo um produto ou serviço focado na entrega e no impacto de um mercado digital — uma vantagem imensa à frente da maioria dos concorrentes.

Da teoria à prática: como funciona o alinhamento entre área de TI e negócios?

Não existe uma fórmula universal para alinhar essas duas áreas, mas o seu esforço deve ser focado na comunicação e na qualidade dos dados. O Business Intelligence é uma ponte entre estrutura e estratégia, uma série de técnicas e ferramentas para transformar grandes volumes de dados em informações relevantes para o negócio.

Portanto, o primeiro passo é incluir ambas as áreas nas reuniões estratégicas. A partir daí, busque junto a esses departamentos formas de coletar e analisar dados com qualidade, agilidade e eficácia. Um BI bem implementado é aquele que padroniza esse processo em um sistema integrado, capaz de ser utilizado colaborativamente no dia a dia de toda a empresa.

Aliás, a integração é um ponto importante. O alinhamento da TI com os negócios passa pela transformação digital de uma empresa, com a aquisição e implementação de tecnologias como sistemas de gestão automatizados, ferramentas de comunicação e SaaS.

Quais os principais desafios do processo?

A transformação digital e a integração da TI nas decisões estratégicas são passos importantes para uma reformulação total de como a empresa se posiciona no mercado. Como dissemos, esse não é um processo homogêneo para todos e precisa ser feito de dentro para fora, com uma boa estruturação tecnológica e um bom planejamento.

Ou seja, o alinhamento entre área de TI e negócios é tão necessário como desafiador na busca pelo potencial máximo da tecnologia aplicada às decisões estratégicas. Como não faltam desafios no dia-a-dia de gestores e empreendedores, que tal contar com uma ajuda especializada para garantir esse alinhamento perfeito entre tecnologia e negócio?

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As ferramenta de Business Intelligence ou soluções de BI emergiram das demandas que as empresas têm de extrair e consolidar informações dos sistemas operacionais, para auxílio à tomada de decisão por parte dos gestores.

De fato, as organizações armazenam um grande volume de dados, e os processos de extração, transformação, carga e análise de big data precisa ser seguro, ágil e eficiente.

Na maioria das corporações, fatores culturais são os principais obstáculos para a utilização de uma solução de BI. Assim sendo, vários gestores têm dúvidas sobre os aspectos que devem ser levados em consideração dentro da estratégia.

Por isso, neste artigo apresentaremos os principais fatores a serem considerados ao implementar uma solução de BI para gerar vantagens competitivas para a sua organização. Confira!

Total Cost of Ownership (TCO)

O conceito de Total Cost of Ownership (TCO) é uma maneira de quantificar os custos decorrentes da aquisição de um item, por exemplo, um sistema. Trata-se de uma saída para estimar financeiramente todos os custos (diretos e indiretos) envolvidos na compra de um software ou hardware para o empreendimento.

Nesse sentido, o principal objetivo do TCO é tentar identificar o impacto financeiro que a adoção da tecnologia causou para o negócio. Ao levar em conta todo o seu ciclo de vida — algo que envolve equipamentos utilizados, treinamento de usuário e sistema — determinar quantitativamente esse impacto requer que levemos em consideração fatores, como:

  • custos de licenciamento e aquisição
  • custo com contratação de profissionais ou fornecedores externos;
  • custos com manutenção ou suporte à solução

Habilidade e treinamento dos usuários

Pensar nas habilidades profissionais, especificar quem são os integrantes da equipe de implementação do projeto e treiná-los também são pontos muito importantes. Afinal, serão eles os responsáveis por acompanhar de perto todo o processo e validar as ações para garantir sua eficiência e os resultados esperados.

Entretanto, como uma solução de BI pode ser utilizada por diferentes setores da empresa, diferentes membros da organização precisam estar envolvidos, inclusive a diretoria. Somente assim será possível que todos tenham atenção às transformações nos processos e ao êxito do projeto.

Preparação dos dados

Os indicadores de gestão, ou dashboards, revelam informações provenientes de diferentes fontes de dados em componentes visuais que facilitam a compreensão e a tomada de decisões. Vale destacar que, para uma tomada de decisão acertada, os dados apresentados devem ser confiáveis e consistentes.

Assim sendo, a preparação dos dados é a primeira etapa a ser planejada em uma estratégia de BI. Para tanto, é fundamental utilizar ferramentas e técnicas adequadas no intuito de garantir a total integridade dos dados.

Integração de sistemas

Com tantas informações geradas constantemente nas empresas, é necessário encontrar uma solução capaz de integrar as variadas aplicações utilizadas. Porém, isso não mais significa ter uma fonte única de armazenamento. As modernas ferramentas de BI não necessitam mais disso.

Entretanto, o time responsável pelo projeto deve definir quais sistemas serão acessados, quais dados e a periodicidade de acesso (consumo) da informação, dessa forma, é possível assegurar a confidencialidade e integridade dos sistemas corporativos.

Restrição de criação e Limites de acesso

Após a execução dos aspectos anteriores, a equipe precisa estipular quem serão os usuários da solução de BI, por meio da restrição de criação e de limites de acesso. É também o momento em que será verificado se a implementação foi concluída com sucesso. Caso tudo tenha ocorrido conforme o planejado, ninguém encontrará obstáculos para utilizá-la.

Por fim, ressaltamos que a tecnologia é um instrumento importante em qualquer processo de reestruturação, e por meio dela é possível transformar os dados em informações estratégicas, viabilizando uma gestão eficiente e sustentável.

A implantação de uma solução de BI em uma empresa tem como objetivo principal fornecer aos seus líderes informações operacionais e gerenciais, de maneira consistente e rápida.

Após o cumprimento de todos os fatores para a adoção de uma solução de BI, a empresa terá em apenas um repositório, um conjunto de informações confiáveis e coesas que apoiam o processo de decisão, visto que os dados surgirão com o decorrer da atividade. O que faz a diferença é a forma como eles serão avaliados e transformados em ferramentas úteis para nortear o negócio.

Se você gostou deste artigo e quer que seus contatos também saibam o que considerar ao implementar uma solução de BI, compartilhe em suas redes sociais!

A inteligência de negócios (BI) está se tornando uma tarefa cada vez mais crucial nas empresas, com um valor crescente e benefícios abrangentes que afetam toda a organização. Assim como outras áreas, está evoluindo e ganhando novas possibilidades na medida em que incorpora tecnologias para obter mais robustez e eficiência.

Para agrupar dados confiáveis de diferentes fontes, mensurar resultados, tomar decisões e criar estratégias baseadas em insights é fundamental acompanhar as tendências em business intelligence. Confira as principais a seguir!

A importância de entender o negócio

Um dos fatores que contribuem para que uma empresa alcance maior competitividade é a compreensão do mercado e do próprio negócio. Para isso, é importante que seja feita uma análise para a visualização de informações relevantes, de forma que ações e decisões possam ganhar suporte e ser otimizadas.

Nesse sentido, se destaca o business intelligence (BI). O objetivo dessa função é coletar, analisar e processar dados relevantes para extrair conhecimento de valor crucial para a companhia.

Desse modo, é possível fazer uma leitura do contexto e de tendências para conseguir ideias e estratégias que podem ajudar a impulsionar a competitividade. Um exemplo disso é a função de predizer oportunidades e padrões para o futuro do negócio e do mercado, com o mapeamento das necessidades e expectativas dos consumidores.

Com isso, a empresa se antecipa e se prepara para maximizar seus índices de lucratividade e oferecer valor diferenciado ao público.

As tendências em business intelligence para 2019

1. Gerenciamento de dados mestres

Os dados mestres estão relacionados aos clientes, colaboradores, fornecedores, localidades ou produtos/serviços, por exemplo.

O seu gerenciamento é uma maneira de uni-los em um só lugar, de forma organizada e segura. Com isso, a empresa é capaz de integrar informações de diversas fontes, e garantir a qualidade e a disponibilidade desses dados para otimizar o processo de decisão.

2. Self-service BI

O BI self-service é aquele que não depende diretamente do setor de TI. Isto é, consiste na democratização do acesso às informações providas por um sistema de BI.

Assim, em vez de somente os cientistas de dados conseguirem entender os relatórios e gráficos, é feita uma simplificação da visualização para que todos os envolvidos, mesmo os que não têm formação na área, possam compreender e extrair valor.

Em decorrência disso, o pessoal de negócios pode elaborar seus próprios dashboards e manipular relatórios, de forma independente.

A Gartner estima que, este ano, usuários não-cientistas farão mais análises de BI que os cientistas. Essa autonomia permite um aumento de 85% na produtividade e 70% de crescimento da receita.

3. Mobilidade

A mobilidade é uma demanda natural e crescente entre as empresas. É preciso analisar dados de uma maneira mais rápida e prática, afinal, existe uma forte pressão de outros setores para isso.

Desse modo, as ferramentas de BI estão, cada vez mais, se adequando para serem executadas de qualquer dispositivo para otimizar o processo de manipulação e compreensão das ferramentas de visualização.

4. Linguagem natural

Outra possibilidade de otimização do tempo é a incorporação de processamento de linguagem natural aos sistemas.

Isso viabiliza a comunicação direta entre o usuário e a aplicação, com extração de valor de uma base de dados por um comando simples de voz, por exemplo, para decisões instantâneas.

Ademais, a inteligência artificial também contribuirá com a democratização do acesso, já que qualquer profissional envolvido poderá entender o que as informações estão dizendo. A complexidade vai variar apenas de acordo com a pergunta feita ao software.

Segundo a Gartner, até 2020, 50% das consultas analíticas serão feitas com linguagem natural.

Essas novas possibilidades servirão para tornar o BI ainda mais inteligente e acessível em 2019. Com as evoluções, será possível buscar dados de locais distintos, prever padrões e acompanhar o mercado para decisões mais adequadas. Nesse sentido, é interessante também contar com uma consultoria especializada em BI para garantir que os resultados das análises do mercado sejam os melhores.

Gostou do conteúdo sobre as tendências em business intelligence? Então aproveite para aprender como escolher a ferramenta de BI  ideal para você!

Antes do big data e da explosão de informações que a internet das coisas e as redes sociais nos entregam, muitas das decisões tomadas dentro de uma empresa eram baseadas apenas em intuição e experiência. Havia, claro, a possibilidade de contratar uma pesquisa e análise de mercado, mas, além de serem caras e demoradas, não tinham como analisar o volume de dados com a rapidez que temos hoje.

Esse novo cenário abre uma nova perspectiva de uma atuação, feita a partir de conclusões geradas por análises de dados. Mas para que uma empresa consiga atingir esse patamar, será necessário a implantação de uma cultura data driven.

Que entender melhor esse conceito? Continue lendo!

O que é cultura data driven?

A cultura data driven, ou cultura orientada a dados, permite que uma empresa oriente as suas tomadas de decisões e seus processos com base em indicadores, métricas e achados encontrados com base em dados reais. Esses dados são obtidos e minerados por meio de ferramentas específicas de Business Intelligence e ajudam os gestores a alcançarem resultados mais próximos do planejado.

Com a gestão orientada a dados, as empresas podem construir ações, desenvolver produtos e criar um sistema de comunicação mais eficaz, com o objetivo claro de aumentar a receita e expandir seu negócio.

Grandes players do mercado de entretenimento, como o Netflix e a Marvel, utilizam a mineração de dados e análises preditivas para criar séries e filmes — principalmente sequências — baseadas nos feedbacks e nas referências que o seu publico alvo entrega — é o chamado fan service, que visa entregar o que o fã espera de uma sequência, baseado em pesquisas de comportamento após o lançamento do primeiro filme ou temporada.

Esse fan service pode ser trazido para o mundo corporativo, para que a empresa entregue um produto que atinja a expectativa dos clientes e, até mesmo, receba insights para entregar produtos ou serviços que não foram explorados, mas que são grandes necessidades de seu público-alvo.

Como aplicar a cultura data driven?

Agora que você conhece a base da cultura data driven, vamos a algumas dicas para uma boa aplicação desse conceito em sua empresa. Confira!

Garanta a qualidade dos dados

A qualidade dos dados, ou seja, seu preenchimento, veracidade e atualização é fundamental para iniciar uma cultura data driven. Para navegar no mar de informações que uma empresa produz, é necessário que sejam utilizadas as ferramentas que garantam a qualidade dessas informações e um alinhamento com as estratégias do negócio. 

Democratize os dados

O primeiro passo que a gestão deverá tomar é democratizar os seus dados, ou seja, torná-los disponíveis, estruturados e com um acesso transparente por meio de uma interface intuitiva. É importante que toda a empresa esteja engajada com esse novo momento e treinada para analisar e interpretar os dados disponíveis. Vale lembrar que democratizar os dados não significa abrir mão da segurança destes dados. 

Tenha uma boa governança de dados

Para atingir a cultura data driven, a organização deve ter uma base de governança de dados. Isso porque será necessário administrar o fluxo de dados e criar uma cultura entre os colaboradores — para que as esses dados passem a ter um peso maior e o tratamento correto. Esse procedimento demandará uma política clara e processos organizados, que estruturem todos os passos de coleta, tratamento, atualização e aplicação dos dados, de forma concisa.

A cultura data driven pode ser aplicada em empresas de todos os portes e segmentos. Mesmo aquelas que não têm uma estrutura pronta para começar a sua gestão orientada a dados, pode contratar um parceiro especializado para gerir essa área. É uma excelente forma de contar com ferramentas e profissionais de ponta sem a necessidade de grandes investimentos em equipamentos e contratação.

Esperamos que, após a leitura deste post, você tenha entendido a importância da cultura data driven para sua empresa. Com uma gestão orientada a dados, a corporação conseguirá extrair informações muito mais relevantes e tomar decisões que garantam um diferencial de mercado além de entender melhor os anseios dos clientes e otimizar as rotinas internas.

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Fazer a gestão de uma empresa requer análises precisas, baseadas em dados confiáveis. Com isso, é possível monitorar os resultados e buscar a evolução constante. Ter acesso aos indicadores de forma clara e otimizar os processos internos é importante para conseguir alcançar o crescimento do negócio e, conhecer os principais modelos de dashboard e saber como implementá-los faz parte do processo de gestão dos resultados.

Ao considerarmos o grande volume de dados que hoje são produzidos diariamente nas empresas e a necessidade de tratamento, transformação e visualização destes dados percebe-se a necessidade de um painel de controle ou dashboards que permite a apresentação geral e o acompanhamento em tempo real de indicadores de performance, ou KPI’s, dos quais se fala muito hoje em dia no ramo empresarial afinal são eles o termômetro do desempenho da empresa.

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura deste artigo. Aqui vamos apresentar a importância de trabalhar com um painel de controle, bem como mostrar que existem 3 principais modelos de dashboard, suas vantagens e como construí-los. Acompanhe!

Qual é a importância de um dashboard?

Um dashboard (ou painel de controle) é uma ferramenta que permite a visualização das informações mais importantes do negócio de uma maneira compreensível e acessível. O objetivo é gerar uma visão mais ampla, irrestrita, que contemple todas as variáveis e os fatores relevantes. Isso auxilia na tomada de decisão e nas escolhas que orientam o crescimento do negócio.

Dessa forma, é possível acompanhar e monitorar os resultados em tempo real. O acompanhamento de perto favorece as ações e mudanças estratégicas de direcionamento. Esse tipo de painel fornece o apoio necessário para que as decisões reflitam os objetivos e ajudem a companhia a evoluir.

Os dashboards refletem o estado da empresa no momento analisado e, uma vez que os indicadores e as métricas são ajustados para diferentes cenários, indica também as possíveis tendências e o que é necessário fazer para melhorar.

Em um painel, os dados — que geralmente são muitos — devem estar sempre dispostos de forma clara e contar com diversas possibilidades de visualização gráfica, para fornecer as informações relevantes e tornar o entendimento delas ainda mais fácil. Com sistemas de Business Intelligence, é possível definir também uma hierarquia de indicadores e métricas, a fim de saber quais são os mais relevantes e como apresentá-los no dashboard considerando a relevância, periodicidade de atualização e característica da informação.

Um dos principais benefícios desse tipo de ferramenta é o fato de que os dashboards construídos em ferramentas de BI permitem estruturar bem as informações, atualizar os indicadores em tempo real e garantir a segurança da informação. Afinal, um dado sobre a organização pode ser relevante para funcionários de determinado departamento, mas não para os diretores — ou pode ser até necessário para ambos, mas deve ser analisado sob perspectivas diferentes.

Isso é justamente o que uma ferramenta de Business Intelligence consegue fazer: distribuir informações de acordo com o perfil do usuário, nível de acesso, o que ajuda a esclarecer os dados e tornar a análise mais simplificada. Por isso é importante entender qual o modelo de dashboard mais adequado para cada situação.

Afinal, mesmo com pontos de vista diferentes, é preciso garantir a integração dos setores e dos colaboradores. Todos trabalhando focados no mesmo objetivo, orientados pelos indicadores, fator este que impulsiona o crescimento saudável do negócio.

Dessa maneira, a organização consegue focar na produtividade, mas também no planejamento para o futuro e na tomada de decisões. Além disso, ganha o poder de analisar erros anteriores e conseguir mais agilidade, interatividade e eficiência.

Outro fator interessante da análise de dados através de ferramentas de business intelligence é o fato de que ela pode ser feita em qualquer dispositivo (mobilidade) e, como já falamos, em tempo real. Ou seja, os gestores ganham a capacidade de compreender o estado dos negócios a qualquer momento, de maneira intuitiva e acessível. Em decorrência disso, as decisões são mais acertadas e específicas para os problemas definidos.

Quais modelos de dashboard podemos adotar?

Um dos maiores desafios dos gestores é acompanhar os indicadores de performance de sua empresa. Já vimos a importância de ter uma plataforma completa para o monitoramento e a análise dos dados. Mas você conhece os modelos de dashboard que trabalham da melhor forma o Big Data e favorecem o monitoramento dos KPIs (Key Performance Indicators) dentro de uma plataforma de Business Intelligence?

Vamos lhe ajudar nessa tarefa! A seguir, detalhamos os 3 principais tipos de painel de controle, seus benefícios e suas características. Quer saber como eles funcionam e quando utilizá-los? Confira!

1. Dashboard Estratégico

O modelo de dashboard estratégico é o mais comum, geralmente utilizado por gerentes e executivos. Ele permite gerenciar atividades de nível superior e apresenta informações importantes sobre o desempenho geral do negócio e oportunidades.

A ferramenta exibe os grandes números da empresa e é focada no acompanhamento dos principais KPIs, como vendas ano a ano ou a satisfação geral do cliente por um período de tempo considerável. É voltada para o monitoramento dos resultados em busca dos objetivos, definidos por indicadores e métricas, a fim de impulsionar o crescimento.

Os dados estratégicos são atualizados periodicamente, mas em intervalos maiores, se comparados a outros modelos de dashboard. Esses painéis podem ser analisados uma vez ao dia, por exemplo, para monitorar o status dos KPIs da empresa de forma simples, por parte da equipe executiva.

Logo, ele é o painel ideal para análises e consultas rápidas, pois dispõe as informações sem muitos detalhes e profundidade. Uma vez que os dados são apresentados de maneira geral e atualizados com menor frequência, seu uso é destinado à tomada de decisão por parte dos gestores.

O Dashboard Estratégico pode ser dependente da interpretação de dados de outros painéis, especialmente do analítico, que veremos a seguir. Por ser utilizado no mais alto nível da hierarquia da organização, pode e eventualmente deve ser aprofundado nos níveis mais baixos da hierarquia de dados.

Os dashboards estratégicos podem ser adotados por qualquer departamento da empresa. Apresenta métrica e indicadores globais de cada área. Os chamados Big Numbers: total produzido, faturamento total, receita mensal, taxa de devolução, total de reclamações do produto, taxa de turn over, tudo isso preferencialmente em termos comparativos.

2. Dashboard Analítico

O modelo de dashboard analítico destina-se a obter uma visão geral dos dados para descobrir tendências. É o tipo de dashboard que busca explicar os dados, principalmente os apresentados no dashboard estratégico. Geralmente analisa uma quantidade imensa de dados e busca identificar padrões e tendências neles, a fim de suportar as decisões. Preocupa-se com insights, com possíveis escolhas e com os impactos associados a cada uma delas.

Com o modelo de dashboard analítico, os líderes e analistas de negócios podem ter acesso a informações específicas e detalhadas. Por exemplo: saber em quais regiões houve queda no desempenho ou se ocorreu em apenas uma loja específica. Isso é possível porque o painel de controle indica o crescimento ou a queda de lucratividade e segmenta a região, os períodos e as áreas da companhia em que isso aconteceu.

Esse modelo se importa com gráficos e demais formas de visualização dos dados, com processamento e armazenamento. Um exemplo são os relatórios, que integram e interpretam informações para fornecer suporte à tomada de decisões. São dados precisos e atualizados com frequência, normalmente através de ferramentas de Business Intelligence.

Todos os setores das empresas são beneficiados com suas análises, pois elas permitem exploração de informações, sustentando o direcionamento de estratégias específicas para cada necessidade. Entre eles podemos citar as áreas de produção, comercial,, marketing, finanças, atendimento ao cliente e recursos humanos.

Os painéis analíticos são capazes de medir diferentes fatores e métricas, em que a medição do objetivo em si não é tão importante, mas, sim, a verificação da distância entre o valor planejado e o real. Com isso, é possível estabelecer estratégias e ações táticas para reversão do cenário e alcance dos objetivos antes que uma possível crise se instale.

3. Dashboard Operacional

Esse modelo se propõe a responder a questão: “o que está acontecendo agora?”. É focado em monitorar operações do dia a dia, traçando os problemas comuns para que sejam propostas as possíveis soluções. Busca rastrear o desempenho dessas atividades diárias para manter a empresa em funcionamento.

Está preocupado com fluxo de produção, com o produto propriamente dito, com o tempo das atividades, prazos, agilidade nos processos, entre outras questões. Também lida com indicadores, principalmente para análise de erros e pontos que precisam de melhorias nas tarefas cotidianas. O objetivo é identificar falhas e gargalos e eliminá-los.

O dashboard operacional analisa cada pedido, cliente, produto especialmente. Por exemplo, o setor de vendas pode saber quantos pedidos foram realizados e em quais situações existe a possibilidade de devolução, atraso ou cancelamento. Assim, esse modelo ajuda os colaboradores a lidar diretamente com os clientes e selecionar de forma efetiva quais negociações representarão vendas efetivas e quais não.

Comparado a outros modelos de dashboard, o painel de controle operacional contém muito mais detalhes, e os dados são atualizados com uma frequência bem mais alta, como de minuto a minuto. A ferramenta é projetada para exibir o desempenho das tarefas ao longo do dia, a fim de monitorar seu progresso.

O dashboard operacional transforma o analista, gestor ou supervisor no técnico em campo, que enxerga o que está acontecendo minuto a minuto e toma decisões tempestivamente para alcançar o resultado desejado, ao invés do comentarista de mesa redonda ao final do jogo, que apenas discute o resultado, apontando o que poderia ter sido feito diferente.

Como construir dashboards eficientes?

Para organizar os dados especificamente para cada função (selecionando o que é importante para cada um), é fundamental que se tenha capacidade analítica, habilidades de organização e modelagem de dados e domínio de ferramentas de BI. Assim, consegue-se evitar erros ao definir métricas e indicadores que serão realmente relevantes para o contexto, bem como escolher formas adequadas de visualização.

Para configurar modelos de dashboard eficientes e, principalmente, ideais para a sua corporação, deve-se ter profissionais capacitados nas análises de dados e nas técnicas e ferramentas de construção. Por isso, atente-se para a escolha da equipe desenvolvedora dos painéis de controle do seu negócio. Afinal, hoje em dia não é necessário aguardar o fechamento do mês para avaliar o desempenho da sua empresa.

Cursos e treinamentos na área de business intelligence podem garantir o conhecimento efetivo para construção de dashboards que consigam, de fato, cumprir seus principais objetivos e que seja fácil de compartilhar e intuitivo para utilizar. Tudo começa com as técnicas adequadas de definição do público-alvo (a quem ele se destina), quais dados deverão ser analisados, qual é o objetivo da análise, a periodicidade da atualização e as perguntas que estarão no relatório.

Em alguns cursos, os alunos também aprendem na prática a criar bons relatórios, com o direcionamento sobre como fazer uma diagramação adequada, estabelecer uma narrativa de dados — além de como organizar as cores, o layout do painel e dispor as informações de forma clara. Da mesma forma, aprenderão a lidar com gráficos, entender a função de cada um e configurá-los para o contexto específico.

Os diferentes modelos de dashboard são fundamentais para garantir uma visão completa dos negócios e ajudar as empresas na definição do que é importante analisar em busca dos resultados esperados. Com uma ferramenta desse tipo, é possível conhecer o estado da empresa e saber o que deve ser feito para reparar problemas que atrapalham o crescimento.

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Se você acompanha notícias sobre o universo dos negócios, certamente já deve ter ouvido falar de Big Data. Em linhas gerais, trata-se do termo que descreve a pilha imensa de dados com que as empresas têm de lidar diariamente no mercado atual.

Porém, sem ferramentas adequadas é impossível extrair valor de todo esse montante de informações. E é aqui que entra o Business Intelligence, também conhecido como Inteligência Empresarial ou Inteligência de Negócios.

As vantagens do Business Intelligence para um negócio são extensas. Por meio das ferramentas de BI é possível identificar seus clientes mais lucrativos, reconhecer pontos problemáticos em sua organização e descobrir concretamente o retorno sobre o investimento para determinados produtos.

Neste post, você poderá se aprofundar nas potencialidades do Business Intelligence e entender como elas podem ser benéficas para o seu negócio. Boa leitura.

O conceito de Business Intelligence

Para que possamos entender o conceito de Business Intelligence, primeiramente, é necessário compreender que o poder dos dados é relativo. Ficou confuso? Então, imagine o seguinte cenário: nos computadores ou no arquivo de sua empresa há, por exemplo, uma série de informações sobre seus clientes.

O único problema é que esses dados estão desordenados, distribuídos por diferentes fontes e em diversas linguagens, de modo que a sua equipe de negócios consegue extrair pouco ou mesmo nenhum valor dessas informações.

Nesse específico exemplo, o poder dos dados é nulo ou bastante reduzido. Graças, porém, aos sistemas de Business Intelligence, é possível transformar esse cenário. O papel do BI é o de justamente transformar dados brutos em informações valiosas.

E como ele faz isso? Por meio da coleta, da organização e da análise destes dados, os quais, posteriormente, vão ser esmiuçados pelos tomadores de decisão das empresas.

É importante destacar que há ferramentas de Business Intelligence para diferentes contextos — de código aberto a proprietárias, de soluções locais a soluções em nuvem.

A diferença no investimento inicial, custo de manutenção e tempo de implantação pode ser bem grande, por isso é bom conhecer bem as opções antes de iniciar um projeto de BI.

Os principais benefícios que você pode obter com ferramentas de Business Intelligence

Agora que você já compreende bem o conceito de Business Intelligence, nós listamos 13 vantagens que as ferramentas e os sistemas de inteligência empresarial podem oferecer para a sua empresa.

1. Melhoria na tomada de decisões

Muitas vezes, os executivos tomam decisões com base em seus melhores palpites e em suas intuições. O que acontece é que essas escolhas podem ser imprecisas, já que não foram completamente baseadas em dados concretos.

Em outras palavras, informação é poder. Com a transformação dos dados brutos em conteúdo estratégico, os gestores terão base para tomar decisões efetivas que gerem o crescimento da sua empresa.

2. Aprimoramento do planejamento estratégico

Com uma tomada de decisões mais eficiente, é possível ter uma visão mais ampla dos próximos passos da organização e, consequentemente, elaborar um planejamento segundo premissas bem estruturadas.

3. Otimização de processos

Outra vantagem importante está relacionada à velocidade dos processos e das rotinas da empresa, uma vez que o empreendedor deixa de, simplesmente, agir de acordo com medidas de tentativa e erro. Suas ações passam não só a ter mais objetividade, mas também, mais eficiência.

4. Maior entrega de resultados

Processos eficientes são sinônimos de maior produtividade. Todos os passos anteriores se traduzem em uma maior entrega de resultados que impactará positivamente em todas as áreas da organização.

5. Redução de custos e aumento dos ganhos

Uma das vantagens do Business Intelligence é a identificação de eventuais gargalos nos processos que, se corrigidos, podem reduzir custos operacionais. Além disso, um ciclo com um planejamento eficiente, processos ágeis e tomadas de decisões mais acertadas poderá gerar maior entrega de resultados.

Isso, consequentemente, tenderá a alavancar o faturamento de sua companhia, ocasionando ganhos em diversos aspectos organizacionais.

6. Maior facilidade de prever demandas

Graças ao melhor processamento de dados, especialmente aqueles oriundos de históricos e relatórios de vendas, fica mais fácil prever demandas de consumo. Desse modo, sua empresa poderá se preparar melhor para épocas de sazonalidade, quando as compras se elevam ou diminuem consideravelmente.

7. Suporte para descoberta de novas tendências e oportunidades de negócios

Uma solução de BI é capaz de fazer análises mais acuradas sobre dados de vendas, marketing e sobre o comportamento dos consumidores. Quando aliados às pesquisas de mercado, os resultados podem ajudar a empresa a mapear tendências, cenários e descobrir novas oportunidades de negócios.

Também possibilitam um planejamento mais adequado de ofertas e promoções que realmente colaborem para elevar as vendas e, consequentemente, o faturamento do empreendimento.

8. Obtenção de importantes indicadores de desempenho

Sistemas de BI geram indicadores de desempenho sobre rotinas e processos, permitindo a mensuração adequada de seus resultados e performances. Com base nessas informações, é possível planejar e estruturar fluxos de trabalho mais eficientes, além de reorganizar os existentes que não correspondem às expectativas da empresa.

Você também terá acesso à estatísticas, cálculos, gráficos, entre outros instrumentos que cooperam na obtenção de números e índices sobre diferentes aspectos do empreendimento. Graças a isso, poderá tirar dúvidas sobre o volume de vendas, desempenho de equipes, margens de crescimento etc. em apenas alguns minutos.

9. Mais interação entre as equipes

O sonho de todo CEO é gerir uma organização em que todos os departamentos estão na mesma página, caminhando juntos em direção às metas com rapidez e eficiência.

Com uma solução de BI, que centraliza os dados, no entanto, as paredes podem ser quebradas. Oferecer uma versão da verdade torna as discussões mais acionáveis ??e os argumentos mais justificáveis.

10. Melhoria em vendas e negociações

Um sistema de business intelligence pode ser um ativo valioso para a força de vendas de uma empresa, pois fornece acesso a relatórios atualizados que identificam tendências de vendas, melhorias ou acréscimos de produtos, preferências atuais dos clientes e mercados inexplorados.

Além disso, esses dados detalhados e atuais também são um valioso backup para negociações com fornecedores ou outros parceiros.

11. Melhor gerenciamento de estoque

Com um software de business intelligence, você pode solicitar o nível certo de estoque a qualquer momento e garantir que os clientes recebam seus produtos quando precisarem deles. Isso permite a eliminação de gastos de armazenamento e um gerenciamento mais voltado para a melhoria dos seus negócios.

12. Consolidação rápida e fácil de dados

Com um sistema automatizado de coleta de informações você pode consolidar dados de várias fontes diferentes tão facilmente quanto se estivessem no mesmo servidor.

Se você puder diminuir o tempo que normalmente gastaria para fazer esse processo e gastar mais tempo melhorando a empresa, certamente encontrará um impacto maior em sua linha inferior e, eventualmente, verá uma companhia mais bem-sucedida.

13. Compreensão do passado, do presente e do futuro da empresa

Talvez essa seja a vantagem mais significativa dos sistemas de inteligência de negócios. Os sistemas de BI podem ajudar uma empresa a entender melhor as estatísticas de mercado em um determinado período.

Os dados que refletem o progresso das empresas podem ser usados ??para planejamento futuro a fim de tornar a negócio mais competitivo. O benchmarking desse progresso também é mais fácil com um sistema de BI implantado.

Como o Business Intelligence facilita a rotina na gestão empresarial

Além das vantagens citadas acima, o Business Intelligence é capaz de facilitar a rotina dos gestores de uma companhia em várias atividades. Confira algumas logo abaixo.

Automatização da elaboração de documentos gerenciais

A principal simplificação entregue por uma solução de BI é a automatização de relatórios, análises, históricos, entre outros documentos gerenciais. Isso agiliza a busca, organização e estruturação de informações operacionais, táticas e estratégicas.

Desse modo, os colaboradores, antes encarregados dessa função de coleta e montagem de relatórios, podem direcionar esforços para atividades corporativas de maior valor agregado.

Integração de dados de diferentes departamentos

Uma ferramenta de Business Intelligence consegue integrar dados de setores distintos da organização em uma visão unificada. Isso faz com que a gestão do negócio se torne mais efetiva, além de aproximar gestores para a formação de uma inteligência coletiva que explore soluções, ideias e novos pontos de vista em seus processos.

Dessa forma, tanto líderes quanto liderados passam a colaborar para a elaboração de estratégias mais acertadas, ou seja, diminui um pouco o fardo de cada gestor, que passa a contar com maior apoio.

Padronização das informações

As informações geradas por um sistema de BI costumam ser padronizadas em documentos e diretrizes. Dessa forma, fica mais fácil a avaliação pelos gestores e demais funcionários da empresa. Isso evita alguns erros de interpretação e falhas comunicacionais que podem comprometer decisões, estratégias e a execução de processos internos e externos.

Como implementar um sistema de BI no seu negócio

A implementação de business intelligence é um processo abrangente, incluindo muitas etapas, que podem diferir dependendo da abordagem. Esses estágios podem ocorrer um após o outro ou coincidir.

A solução escolhida depende dos detalhes da implementação e, geralmente, consiste nas seguintes etapas:

  • Planejamento: criação de um plano para o projeto e definição da arquitetura do depósito dos dados digitais (data warehouse), medidas técnicas, tarefas etc.
  • Análise e coleta de requisitos: entendimento das necessidades de negócios e dos requisitos dos usuários.
  • Criando o banco de dados: criando medições e tabelas de fatos.
  • Obtenção de dados dos sistemas de origem: localização das fontes de dados e análise de suas estruturas, identificação da operação de transformação e limpeza para garantir a consistência e qualidade dos dados.
  • Fornecimento do data warehouse: separação, transformação e introdução do processo.
  • Automatização de processos: automação e agendamento de suplementação do warehouse.
  • Criação de um conjunto inicial de relatórios: preparação de modelos de relatórios.
  • Controle de exatidão e teste de dados: controle sobre as operações do banco de dados, usando os relatórios previamente preparados e os processos de correção.
  • Treinamentos: para os usuários e administradores.

Antes da implementação do sistema de BI é possível especificar os KPIs desse processo. Isso ajudará a avaliar os resultados da implementação. Medidas quantitativas e qualitativas podem ser usadas.

Resultados que podem ser alcançados com o emprego de BI nos negócios

Os resultados que seu negócio pode alcançar são amplos, tais como:

  • maior agilidade na busca e obtenção de informações;
  • melhor direcionamento de investimentos financeiros e demais recursos (tempo, insumos, mão de obra);
  • redução de custos graças à possibilidade de encontrar e eliminar ineficiências mais facilmente;
  • tomada de decisão com maior embasamento;
  • maior inteligência competitiva nos negócios;
  • visão geral sobre o desempenho da empresa e específica em relação às performances individuais de setores, equipes e colaboradores;
  • planejamento de orçamentos mais condizentes com as necessidades de cada setor;
  • melhora no entendimento sobre os números do negócio etc.

Segundo uma pesquisa da Gartner, divulgada em fevereiro de 2017, 36% dos 227 líderes de TI da América Latina que foram entrevistados consideravam o investimento em BI (e Analytics) como uma de suas 3 prioridades de aplicação nesse mesmo ano. Isso significa que tal tecnologia já começa a ser percebida como essencial por muitos gestores e negócios não só dos centros europeus e norte-americanos.

Contudo, vale salientar que, no Brasil, o Business Intelligence tem a vantagem de ser um diferencial competitivo, uma vez que ainda há muito espaço para implementação de sistemas no país.

Quer iniciar agora uma estratégia baseada nas vantagens do Business Intelligence em sua empresa? Comece baixando o nosso guia com um passo a passo para escolher uma ferramenta de BI.

 

A cada dia o volume, a quantidade e a qualidade dos dados coletados pelas empresas se torna maior, sendo que muitas vezes o processamento e a análise desses dados ainda é realizada de forma manual ou rudimentar, algo que pode ser agilizado e potencializado pela adoção de métodos como a metodologia CRISP.

Como um dos maiores desafios dos gestores está em obter relatórios e informações de qualidade de forma rápida, para que possam ser realizadas análises precisas para embasar a tomada de decisões, metas e objetivos, essa metodologia é grande parceira das empresas e deve ser conhecida e entendida por eles.

Explicamos agora o que é e como a metodologia CRISP se aplica a projetos de BI e também quais são suas principais etapas de aplicação e desenvolvimento. Confira abaixo e ótima leitura!

O que é a metodologia CRISP?

Para compreender o que a metodologia CRISP oferece para as empresas, é necessário primeiro entender a sigla. CRISP (também escrita como CRISP DM) é uma abreviação de Cross Industry Standard Process for Data Mining, que em português pode ser escrita como Processo Padrão de Indústria Cruzada para Mineração de Dados.

Essa metodologia é responsável por reunir as melhores práticas em mineração de dados, permitindo que a gestão e análise de dados por meio de projetos e ferramentas de Business Intelligence seja realizada de forma mais eficiente, entendendo e compreendendo os processos da empresa e oferecendo oportunidades de melhoria.

Como funciona essa metodologia em projetos de BI?

A metodologia CRISP se utiliza de uma série de etapas para propor hipóteses e oferecer soluções para questões empresariais, servindo como ferramenta de compilação e compreensão de todos os dados obtidos pela empresa em informações úteis e que facilitam o gerenciamento e a tomada de decisões pelos gestores.

Quais são as etapas da metodologia CRISP?

Agora que você entendeu melhor o que é a metodologia CRISP e como ela funciona dentro de projetos de BI, é interessante conhecer suas etapas e como elas se desenrolam dentro da empresa. Confira abaixo!

Entendimento do negócio

Na etapa de entendimento, são analisados todos os detalhes a respeito do problema a ser resolvido ou da situação a ser otimizada dentro da empresa, compreendendo seus impactos e também os objetivos que se deseja atingir.

Compreensão dos dados

A próxima etapa consiste em organizar e documentar todos os dados disponíveis, sendo o primeiro momento da mineração e análise de dados de fato, identificando os dados relevantes.

Preparação dos dados

Na etapa de preparação dos dados, dentro da metodologia CRISP, são preparadas as bases de dados e definidas as questões técnicas de análise e também a escolha dos dados que serão trabalhados.

Modelagem

Na fase de modelagem são utilizados os dados minerados, escolhidos anteriormente, para realizar análises aprofundadas e desenvolver modelos de acordo com os objetivos que a empresa deseja obter.

Avaliação

Na etapa de avaliação, são acompanhados e analisados os resultados da modelagem e também realizada a aplicação dos conhecimentos obtidos por meio da análise dos dados.

Desenvolvimento

A fase de desenvolvimento é a última da metodologia, em que serão aplicados os conhecimentos obtidos a partir dos dados nas tomadas de decisão, orientando os gestores de forma ativa.

Como é possível perceber, a metodologia CRISP é uma ótima ferramenta para assegurar resultados e garantir fundamentação dos dados para a tomada de decisões e o sucesso na implantação de ferramentas de Business Intelligence.

Se você está pensando em implantar uma ferramenta de BI na sua empresa ou no seu departamento, baixe nosso guia passo a passo “Como ter sucesso com o Business Intelligence” e aproveite nossas dicas e orientações.

O Business Intelligence (BI) é um conceito de muita relevância para o mercado moderno, que está cada vez mais competitivo e exigente. Para obter ajuda no processo de tomada de decisão, adquirir conhecimento dos indicadores relevantes e otimizar os processos internos, um software de BI é imprescindível.

Quer saber mais? Então confira o artigo que preparamos sobre o assunto!

O que é um software de BI?

O Business Intelligence, termo em inglês para inteligência de negócios, consiste em uma cultura focada em dados. É o uso de informações coletadas para facilitar a gestão e a tomada de decisão.

O conceito se baseia na organização de dados de uma forma estratégica para gerar mais valor para a companhia e cooperar com a administração. Surgiu como uma mudança de paradigma com relação ao modelo antigo que era caracterizado por decisões baseadas em intuição. Com o BI, as escolhas são amparadas por um bom conjunto de informações, que revelam o estado atual da organização.

Como F. V. Primak informa em seu livro “Decisões com BI (Business Intelligence)”, o termo surgiu na década de 80 no Gartner Group e evoluiu à medida que o mundo empresarial foi se tornando mais complexo e as tecnologias foram invadindo esse ambiente.

Esse conceito é materializado nas companhias como ferramentas computacionais robustas que auxiliam na gestão com a análise e coleta de dados. Esses sistemas podem ser integrados com outras aplicações da empresa para incrementar a capacidade de visualização e otimizar as análises.

Em uma pesquisa de 2016, 60% das empresas responderam que desejam acelerar os investimentos na área, pois compreendem seu potencial. Para 54% dos entrevistados, melhorar a visualização dos dados é um imperativo estratégico. Ou seja, BI é tecnologia em crescimento.

Como funciona um software de BI?

Um software de BI fornece conhecimento para os utilizadores por meio de relatórios, gráficos e dashboards. Depois de coletar, organizar e analisar os dados brutos, o sistema gera valor e exibe em formas fáceis de visualizar para que os gestores possam decidir o que fazer baseado nisso.

As aplicações coletam todos os tipos de dados: internos, relacionados com os processos das companhias, etapas de produção e questões operacionais; bem como externos, referentes aos clientes e ao mercado como um todo.

Logo após a coleta, o sistema organiza esses dados em bases prontas para armazená-los. Depois disso, essas informações em estado bruto são mineradas com ferramentas de ciência de dados e estatística para identificação de padrões, correlações e algum tipo de sentido.

Depois das fases de coleta, organização e processamento, o BI consegue encontrar valor no conjunto de entrada e fornece isso como saída com os métodos de visualização já mencionados. Então, vem a fase de monitoramento que, como o nome já diz, consiste no acompanhamento por parte dos executivos.

Além das questões operacionais, os sistemas de BI também ajudam a controlar funções estratégicas, com análises e previsões para longo prazo, estatísticas mais complexas e indicadores de desempenho (KPIs). É possível também criar análises preditivas, que, com base nos padrões encontrados, conseguem prever o que vai acontecer no contexto do negócio.

Como um software de BI pode ser utilizado na empresa?

Por causa de suas funcionalidades já citadas, o BI pode ser utilizado para auxiliar e reforçar a gestão estratégica, permitindo um controle maior de objetivos e metas, bem como do histórico de ações. Com ele, o gestor tem mais certeza de suas ações, pois consegue mensurar bem as consequências de cada uma delas.

Também pode ajudar a identificar tendências de mercado, o que ajuda a empresa a se posicionar e se destacar diante da concorrência. Decisões mais adequadas podem ser tomadas, como adaptação a uma abordagem mais moderna que poderá render melhores resultados.

Mas além das questões estratégicas, o BI também pode ajudar nas decisões do dia a dia, que dizem respeito às operações internas. Por exemplo, o funcionamento de um determinado equipamento na empresa pode estar comprometido por algum motivo, mas o conhecimento gerado por ferramentas de Business Intelligence ajuda a optar pela melhor saída para esse problema. Aliás, é possível, inclusive, monitorar a saúde do maquinário para prever situações como essas.

Aplicações de BI auxiliam na segmentação em campanhas de marketing e na preparação de ações mais efetivas para atrair mais clientes. Com os dados coletados e analisados, a empresa consegue chegar a uma estratégia eficiente que sabe exatamente como abordar as pessoas para convertê-las em consumidores.

O relacionamento da empresa com o público melhora também, já que os executivos passam a ter um conhecimento maior do perfil dos clientes, suas preferências e necessidades, e podem investir em ações mais específicas.

Ademais, a gestão dos produtos e da logística também é reforçada, com monitoramento e uma análise completa que permite uma visão ampla de todos os ativos e bens da organização, bem como do estoque.

Quais as vantagens de um software de BI?

Veremos agora algumas principais vantagens dos softwares BI.

Otimização de processos

Um dos benefícios é a otimização dos processos, que se dá com a eliminação de gargalos operacionais. Assim, a equipe interna consegue agilidade para trabalhar e para entregar resultados de qualidade. O sistema possibilita prever problemas e se preparar para eles, além de tomar decisões para resolver os que ocorrerem em menos tempo e com mais eficácia.

Análise de desempenho

A possibilidade de contar com relatórios, gráficos e outras técnicas de visualização permite que os gestores acompanhem as performances das equipes e monitorem as etapas de produção a fim de buscar melhorias significativas e pontuais. Assim, eles conseguem otimizar a produtividade.

Para empresas com lojas franqueadas, por exemplo, a grande vantagem é a capacidade de monitoramento remoto, que ajuda a identificar os pontos fortes e fracos. É possível ainda compreender a queda de vendas em determinado momento do ano.

Melhor gestão de informações

Ter um sistema de BI na empresa é como contar com uma ferramenta poderosa que melhora a gestão e o fluxo de informações. Os líderes dispõem de dados sempre que necessário, o que facilita bastante o dia a dia.

Muitas empresas que não utilizam BI ficam surpresas com os próprios resultados no final do mês e não conseguem compreender como falharam em determinados objetivos traçados. Quem utiliza esse tipo de sistema de análise consegue entender o negócio em tempo real e gerenciar tudo o que acontece e, assim, não é surpreendido.

Redução de custos

Os benefícios citados implicam em redução de custos para as companhias, afinal, com menos problemas operacionais os recursos são utilizados de maneira mais eficiente. Além disso, com uma tomada de decisão mais precisa, os líderes ficam aptos a eliminar gastos desnecessários.

Automação

Outra grande vantagem é a possibilidade de contar com ferramentas que automatizam o trabalho e evitam o esforço humano em questões repetitivas e burocráticas, para que eles fiquem livres para trabalhos mais estratégicos. Assim, a precisão nas atividades aumenta, com menos erros e falhas.

Quais as principais características e diferenciais do Power BI?

A seguir, vamos conhecer algumas características que destacam a solução PowerBI da Microsoft.

Custo-benefício

Por ser uma solução baseada na computação em nuvem, o Power BI se destaca por conta do custo reduzido. O investimento inicial para implantar o sistema é baixíssimo: apenas 10 dólares mensais. Não requer gastos com licenças, nem custos para manter servidores.

Facilidade de uso

O sistema é intuitivo e a Microsoft oferece uma documentação robusta e completa para auxiliar no uso. Os dados podem ser visualizados via navegador ou aplicativo móvel, e é possível acessar um relatório já em duas semanas ou um mês.

Performance

Por ser um sistema na nuvem, a performance é outro ponto a se destacar, com uma boa capacidade de processamento e velocidade na disponibilização de informações.

Conectividade

O Power BI também é compatível com diversas outras ferramentas do mercado, bancos de dados mais comuns e outras aplicações em nuvem. Ademais, os usuários podem integrar o programa com a linguagem R e combinar o poder dessas duas tecnologias para análises preditivas.

O Business Intelligence é um conceito fundamental para auxiliar na gestão, pois permite uma visão ampla dos negócios a partir da análise de dados. Assim, fica mais fácil para tomar decisões adequadas aos processos e às necessidades e conseguir resultados concretos para crescimento do negócio e otimização das atividades internas.

Agora que você já sabe mais sobre as vantagens de um software de BI, acesse nosso site e comece agora mesmo a testar o Power BI!

Na gestão logística, inteligência de dados é fundamental para a tomada de decisões mais acertadas e fundamentadas, construindo processos e estratégias que tragam resultados para a empresa. Com a aplicação de conceitos e ferramentas de Business Intelligence (BI), é possível entender, em tempo real, informações e necessidades da empresa de forma fácil e eficiente.

No entanto, muitas empresas ainda não aplicam esse tipo de ferramenta em suas rotinas e processos, já que esse ainda é um assunto menos conhecido e que vem ganhando espaço nas discussões há pouco tempo.

Explicamos agora como o BI pode auxiliar na gestão logística e apontamos algumas das vantagens desse tipo de aplicação de inteligência dentro da empresa. Confira agora!

O BI auxiliando na gestão logística

O conceito básico das aplicações de BI é oferecer indicadores claros de desempenho do negócio avaliado, por meio de métricas obtidas pelo cruzamento e análise das informações, permitindo que as decisões sejam baseadas em análises inteligentes e dados concretos, garantindo resultados melhores.

Além de agilizar a análise de dados críticos, as aplicações de BI na gestão logística permitem controlar a qualidade e performance da operação além de aperfeiçoar processos, uma vez que falhas humanas e operacionais ficam evidenciadas através do monitoramento e análises dos dados.

As vantagens da aplicação de BI na gestão logística

Além do BI auxiliar nos processos de gestão logística, existem algumas outras vantagens que sua adoção pode trazer para sua empresa. Confira!

Integração de elementos de gestão

Um dos fatores mais importantes para a gestão logística é a integração entre os setores e a obtenção de informações claras e precisas, sendo que a aplicação de BI garante que dados de diversos setores sejam cruzados e agrupados de forma eficiente e automática com o objetivo de gerar análises e visões mais inteligentes do negócio.

Análise de dados em tempo real

Outra vantagem que o uso de BI oferece está na análise das informações e dos dados em tempo real, permitindo identificar situações, problemas, riscos e necessidades de forma quase que instantânea a partir de parâmetros e indicadores de qualidade monitorados. Dessa forma a empresa se torna mais competitiva uma vez que consegue agir rapidamente no controle de possíveis danos.

Apoio à tomada de decisões

Por último, é importante destacar que a tomada de decisões na gestão logística exige agilidade, precisão e eficiência, o que é potencializado pela análise precisa dos dados que pode se tornar ainda mais sofisticada através do cruzamentos de diferentes fontes – internas e externas – como, por exemplo, dados de trânsito, dados de clima, entre outros dados públicos ou privados que interferem nas operações logísticas.

A avaliação dos resultados para compreender o desempenho da ferramenta de BI

Ao adotar uma ferramenta de Business Intelligence para apoiar as estratégias de gestão logística, não basta confiar na escolha do melhor sistema para as operações do dia a dia, já que a tomada de decisões deve ser fundamentada nos resultados obtidos e em análise detalhada e cuidadosa das melhorias oferecidas pela sua adoção.

Para isso, é interessante entender como a ferramenta de BI auxilia nos processos gerenciais e de análise estratégica dentro da gestão logística, comparando os resultados obtidos antes da aplicação e medindo os impactos que sua utilização trouxe, através do monitoramento de métricas claras de sucesso e de potenciais melhorias.

O que você achou de entender como a aplicação de ferramentas e conceitos de BI pode auxiliar na gestão logística? Se você gostou do conteúdo e deseja se manter atualizado, aproveite e assine nossa newsletter!

Toda organização, independentemente de seu porte ou segmento de atuação, sempre pensa em criar e entregar os melhores produtos e/ou serviços. Essa é uma posição louvável, porém, nos dias atuais, é inadmissível, sobretudo para uma empresa B2B, não ter a análise de dados como parte integrante da rotina corporativa.

Isso significa que não basta desenvolver excelentes soluções ou focar na atração de novos clientes. É preciso desenvolver uma visão crítica que, por meio da análise de dados, consiga extrair informações acionáveis e úteis para fundamentar o processo de tomada de decisões.

Pensando nisso, mostramos, ao longo deste artigo, que somente com essa análise é possível ter uma visão real do seu negócio e efetivar as mudanças necessárias para alavancar os resultados. Boa leitura!

O que é possível visualizar com a análise de dados?

Muitos executivos supõem erroneamente que o objetivo final de cada análise responde a uma pergunta específica. Todavia, é altamente recomendável assegurar uma visualização que permita a experimentação.

Para tomar decisões mais assertivas, não há por que se limitar ao clássico gráfico que representa dados numéricos para criar um argumento. Uma das possíveis formas consiste em começar com um esboço que o ajude a definir o escopo de sua pergunta ou a melhor maneira de explicá-la.

Não importa que o esboço não apresente dados estritamente quantitativos e empíricos, uma vez que o mais importante é que representem ideias para chegar a uma conclusão correta.

Poder contar com ferramentas adequadas de BI (Business Intelligence) e relatórios facilmente gerados e manejáveis é de grande ajuda nesse estágio.

Quais as vantagens para sua empresa?

As vantagens que sua empresa pode acessar dependerá, objetivamente, do tipo de decisão que está para ser tomada. Por exemplo, seja para o fim de lançar um novo produto e/ou serviço ou atingir um novo segmento, a análise de dados pode fornecer à sua organização as informações necessárias para:

  • selecionar os canais de distribuição mais apropriados;
  • mensurar a satisfação dos clientes e conhecer melhor os seus hábitos de consumo;
  • avaliar a eficácia das ações de marketing realizadas;
  • identificar possíveis riscos e novas oportunidades;
  • identificar as tendências do mercado, entre outras vantagens.

Quais são os tipos de análise?

A análise de dados pode ser feita seguindo diversos padrões técnicos. A seguir, apresentamos três modelos paradigmáticos que, devido ao seu potencial, podem trazer bons resultados para a maioria das organizações. Confira!

Análise descritiva

A análise descritiva é aquela que vem sendo realizada de forma tradicional e permite que as empresas saibam o que está acontecendo, em tempo real, e tomem decisões imediatamente baseadas nessas caracterizações.

É inegável que a análise só pode ser considerada útil se ajudar a tomar decisões precisas. Afinal, sua empresa pode reunir grandes quantidades de dados, mas, se não tiver os recursos necessários para convertê-los em informações que impulsionem os negócios e ofereçam soluções realmente adaptadas às suas necessidades, não obterá benefício algum.

Análise preditiva

Após conhecer a situação atual do seu negócio e tomar decisões com base nela, você pode ir além e realizar uma análise preditiva que permitirá prever e se antecipar a possíveis cenários.

Essas previsões são feitas com base em informações passadas e presentes, permitindo que eventos com alto grau de probabilidade sejam presumidos.

A análise preditiva vai trabalhar com possibilidades, chances de um evento acontecer, e você decide como vai trabalhar estes dados.

Um exemplo de análise preditiva é quando você coloca um endereço no GPS, ele calcula uma rota e consegue estimar o tempo de deslocamento. Este tempo é uma previsão baseada em deslocamentos anteriores e nas variáveis disponíveis no momento, como distância, velocidade máxima nas vias e transito local.  

Análise prescritiva

Esse modelo procura, de modo geral, responder à pergunta: como podemos fazer algo acontecer? Pode-se dizer que é um aprendizado que se adapta para conseguir oferecer o melhor resultado possível em cada situação real que deve ser enfrentada.

A análise prescritiva baseia-se na aplicação das regras de negócio, algoritmos, machine learning e procedimentos de modelagem computacional. Para tanto, diferentes conjuntos de bases de dados são utilizados, incluindo dados históricos, transacionais, em tempo real e Big Data.

Um pouco além do que a análise preditiva faz, a análise prescritiva vai dizer o que você deve fazer naquele momento.

Um exemplo de análise prescritiva é quando você informa o destino e o GPS fala para você: Vire à direita e depois vire à esquerda. Você segue as ordens e chega no seu destino. 

Como usar a análise de dados na tomada de decisões e obter insights dos resultados?

Para obter insights dos resultados de sua análise e empregá-los na tomada de decisões, você deve:

  • definir um objetivo: entenda a origem de sua base de dados e determine o problema que quer resolver;
  • explorar os dados: encontre os primeiros indícios (hipóteses ou pré-conclusões) com o auxílio do modelo descritivo e elabore gráficos e estatísticas numéricas, listando-os por ordem de importância;
  • analisar os dados com um software: selecione as técnicas que serão utilizadas para corroborar as hipóteses que levantou na etapa de exploração;
  • criar um relatório: resuma as conclusões que obteve, explicando aos demais suas conclusões, bem como as dificuldades que encontrou e quais serão os próximos passos.

Qual o impacto da análise de dados na organização?

Analisar as informações disponíveis de maneira sistemática e organizada confere ao líder empresarial toda a tranquilidade e segurança necessária para a perfeita realização de seu trabalho, além de passar o sentimento de que o ambiente pelo qual ele é responsável está sob controle.

Nesse contexto, a análise de dados impacta positivamente a empresa, tornando rápida e fácil a implementação de melhorias e a realização de estudos voltados precisamente às necessidades de cada momento.

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