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A utilização de Business Intelligence vem crescendo cada dia mais nas organizações, que esperam, com essa solução, administrar com eficiência e tirar o máximo proveito do alto e crescente volume de informações que coletam de fontes diversas.

Infelizmente, as tentativas de implantação da tecnologia, em muitas empresas, terminam em fracasso e problemas em projetos de BI são bastante comuns.

Muitas vezes, os profissionais envolvidos no projeto não estão preparados para lidar com a nova interface de dados ou não têm uma visão clara dos objetivos da empresa em relação ao sistema, o que compromete a eficácia do projeto.

Neste artigo, você vai saber quais os problemas mais comuns em um projeto de BI e entender o que deve ser feito para evitá-los. Continue a leitura!

Falta de planejamento

Antes de implantar um sistema de BI, é preciso definir claramente quais os objetivos que se deseja alcançar, entender a estrutura de dados, o perfil da empresa e quais as necessidades dos gestores para, só então, traçar as etapas do projeto, garantindo que tudo ocorra no seu devido tempo e traga resultados eficazes.

Também é importante definir KPIs (indicadores chave de desempenho), a fim de acompanhar e mensurar os resultados, facilitando o cálculo do retorno sobre o investimento e a eficácia do sistema.

A falta de planejamento e visão global de longo prazo pode resultar em apenas algumas poucas melhorias em relatórios com dados que já circulavam pela organização, sem apresentar o dinamismo esperado, restringindo-se a áreas específicas e sem alinhamento com os gestores.

Falta de suporte multiplataforma

Um dos pontos que devem ser observados é a aquisição de uma ferramenta de Business Intelligence que ofereça suporte multiplataforma.

Muitos sistemas de gestão possuem suas visões analíticas acopladas, porém, para se fazer, ter e colher os verdadeiros resultados do Business Intelligence é preciso que a plataforma de BI seja capaz de acessar e cruzar de diferentes fontes de dados como CRM, ERP e até mesmo fontes externas de dados e estatísticas, como o IBGE, CAGED, entre outras, pois com isso é possível analisar e gerenciar dados diversos para se obter informações completas e bem estruturadas de real valor para a organização e consequentemente, que gere resultados mais eficazes.

Falha nos dados mapeados

Por melhor e mais atraente que seja um sistema, ele trabalha a partir dos dados que recebe e armazena, portanto, é muito importante que as informações estejam corretas e atualizadas em suas fontes.

Esse é um grande desafio, já que, muitas vezes, ao implantar o sistema, ele capta dados utilizados pela empresa que podem conter erros, estar incompletos ou até inacessíveis.

É muito importante que a estrutura de dados seja administrada de forma eficiente e que os dados internos sejam sempre atualizados para que o sistema possa apresentar resultados consistentes.

Ausência de gestão da mudança

Planejamento é mesmo fundamental desde a decisão de implantação do sistema, mas também é muito importante contar com uma equipe de gestão da mudança. Afinal, durante sua implantação, podem ocorrer tanto mudanças externas, que exijam adequações, como descobertas de falhas ou mudanças internas da organização, que exigirão alterações em sistemas e em processos para que os resultados do BI sejam efetivos.

Portanto, é preciso trabalhar com uma equipe preparada para prever e entender a importância das mudanças e capaz de realizá-las ao longo projeto. A ausência da gestão da mudança pode incorrer em gastos inesperados e atrasos na implantação do sistema.

Falta de treinamento da equipe

Será, com certeza, um mau negócio implantar um sistema de BI sem buscar o engajamento e o treinamento dos funcionários na utilização.

A medida pode ser uma mudança incômoda para quem está acostumado a tratar dados e analisar planilhas e relatórios no Excel, assim, muitos podem apresentar resistência à alteração.

Esse é um ponto que deixa clara a importância de uma parceria com uma empresa especializada em consultoria e implantação de sistemas BI. Ela oferece todo o preparo e o treinamento de que a sua equipe precisa para entender e operar o sistema com eficiência.

Os profissionais especializados estão habituados a trabalhar com a implantação do sistema desde o seu planejamento até que ele esteja em funcionamento e sendo bem utilizado pelos colaboradores.

Juntamente aos gestores, eles vão comandar com eficiência cada etapa do projeto, minimizando drasticamente os problemas em projetos de BI. Portanto, a melhor solução para acertar no seu investimento é contar com a parceria de uma empresa focada e experiente em inteligência de negócios.

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Antes do big data e da explosão de informações que a internet das coisas e as redes sociais nos entregam, muitas das decisões tomadas dentro de uma empresa eram baseadas apenas em intuição e experiência. Havia, claro, a possibilidade de contratar uma pesquisa e análise de mercado, mas, além de serem caras e demoradas, não tinham como analisar o volume de dados com a rapidez que temos hoje.

Esse novo cenário abre uma nova perspectiva de uma atuação, feita a partir de conclusões geradas por análises de dados. Mas para que uma empresa consiga atingir esse patamar, será necessário a implantação de uma cultura data driven.

Que entender melhor esse conceito? Continue lendo!

O que é cultura data driven?

A cultura data driven, ou cultura orientada a dados, permite que uma empresa oriente as suas tomadas de decisões e seus processos com base em indicadores, métricas e achados encontrados com base em dados reais. Esses dados são obtidos e minerados por meio de ferramentas específicas de Business Intelligence e ajudam os gestores a alcançarem resultados mais próximos do planejado.

Com a gestão orientada a dados, as empresas podem construir ações, desenvolver produtos e criar um sistema de comunicação mais eficaz, com o objetivo claro de aumentar a receita e expandir seu negócio.

Grandes players do mercado de entretenimento, como o Netflix e a Marvel, utilizam a mineração de dados e análises preditivas para criar séries e filmes — principalmente sequências — baseadas nos feedbacks e nas referências que o seu publico alvo entrega — é o chamado fan service, que visa entregar o que o fã espera de uma sequência, baseado em pesquisas de comportamento após o lançamento do primeiro filme ou temporada.

Esse fan service pode ser trazido para o mundo corporativo, para que a empresa entregue um produto que atinja a expectativa dos clientes e, até mesmo, receba insights para entregar produtos ou serviços que não foram explorados, mas que são grandes necessidades de seu público-alvo.

Como aplicar a cultura data driven?

Agora que você conhece a base da cultura data driven, vamos a algumas dicas para uma boa aplicação desse conceito em sua empresa. Confira!

Garanta a qualidade dos dados

A qualidade dos dados, ou seja, seu preenchimento, veracidade e atualização é fundamental para iniciar uma cultura data driven. Para navegar no mar de informações que uma empresa produz, é necessário que sejam utilizadas as ferramentas que garantam a qualidade dessas informações e um alinhamento com as estratégias do negócio. 

Democratize os dados

O primeiro passo que a gestão deverá tomar é democratizar os seus dados, ou seja, torná-los disponíveis, estruturados e com um acesso transparente por meio de uma interface intuitiva. É importante que toda a empresa esteja engajada com esse novo momento e treinada para analisar e interpretar os dados disponíveis. Vale lembrar que democratizar os dados não significa abrir mão da segurança destes dados. 

Tenha uma boa governança de dados

Para atingir a cultura data driven, a organização deve ter uma base de governança de dados. Isso porque será necessário administrar o fluxo de dados e criar uma cultura entre os colaboradores — para que as esses dados passem a ter um peso maior e o tratamento correto. Esse procedimento demandará uma política clara e processos organizados, que estruturem todos os passos de coleta, tratamento, atualização e aplicação dos dados, de forma concisa.

A cultura data driven pode ser aplicada em empresas de todos os portes e segmentos. Mesmo aquelas que não têm uma estrutura pronta para começar a sua gestão orientada a dados, pode contratar um parceiro especializado para gerir essa área. É uma excelente forma de contar com ferramentas e profissionais de ponta sem a necessidade de grandes investimentos em equipamentos e contratação.

Esperamos que, após a leitura deste post, você tenha entendido a importância da cultura data driven para sua empresa. Com uma gestão orientada a dados, a corporação conseguirá extrair informações muito mais relevantes e tomar decisões que garantam um diferencial de mercado além de entender melhor os anseios dos clientes e otimizar as rotinas internas.

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Fazer a gestão de uma empresa requer análises precisas, baseadas em dados confiáveis. Com isso, é possível monitorar os resultados e buscar a evolução constante. Ter acesso aos indicadores de forma clara e otimizar os processos internos é importante para conseguir alcançar o crescimento do negócio e, conhecer os principais modelos de dashboard e saber como implementá-los faz parte do processo de gestão dos resultados.

Ao considerarmos o grande volume de dados que hoje são produzidos diariamente nas empresas e a necessidade de tratamento, transformação e visualização destes dados percebe-se a necessidade de um painel de controle ou dashboards que permite a apresentação geral e o acompanhamento em tempo real de indicadores de performance, ou KPI’s, dos quais se fala muito hoje em dia no ramo empresarial afinal são eles o termômetro do desempenho da empresa.

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura deste artigo. Aqui vamos apresentar a importância de trabalhar com um painel de controle, bem como mostrar que existem 3 principais modelos de dashboard, suas vantagens e como construí-los. Acompanhe!

Qual é a importância de um dashboard?

Um dashboard (ou painel de controle) é uma ferramenta que permite a visualização das informações mais importantes do negócio de uma maneira compreensível e acessível. O objetivo é gerar uma visão mais ampla, irrestrita, que contemple todas as variáveis e os fatores relevantes. Isso auxilia na tomada de decisão e nas escolhas que orientam o crescimento do negócio.

Dessa forma, é possível acompanhar e monitorar os resultados em tempo real. O acompanhamento de perto favorece as ações e mudanças estratégicas de direcionamento. Esse tipo de painel fornece o apoio necessário para que as decisões reflitam os objetivos e ajudem a companhia a evoluir.

Os dashboards refletem o estado da empresa no momento analisado e, uma vez que os indicadores e as métricas são ajustados para diferentes cenários, indica também as possíveis tendências e o que é necessário fazer para melhorar.

Em um painel, os dados — que geralmente são muitos — devem estar sempre dispostos de forma clara e contar com diversas possibilidades de visualização gráfica, para fornecer as informações relevantes e tornar o entendimento delas ainda mais fácil. Com sistemas de Business Intelligence, é possível definir também uma hierarquia de indicadores e métricas, a fim de saber quais são os mais relevantes e como apresentá-los no dashboard considerando a relevância, periodicidade de atualização e característica da informação.

Um dos principais benefícios desse tipo de ferramenta é o fato de que os dashboards construídos em ferramentas de BI permitem estruturar bem as informações, atualizar os indicadores em tempo real e garantir a segurança da informação. Afinal, um dado sobre a organização pode ser relevante para funcionários de determinado departamento, mas não para os diretores — ou pode ser até necessário para ambos, mas deve ser analisado sob perspectivas diferentes.

Isso é justamente o que uma ferramenta de Business Intelligence consegue fazer: distribuir informações de acordo com o perfil do usuário, nível de acesso, o que ajuda a esclarecer os dados e tornar a análise mais simplificada. Por isso é importante entender qual o modelo de dashboard mais adequado para cada situação.

Afinal, mesmo com pontos de vista diferentes, é preciso garantir a integração dos setores e dos colaboradores. Todos trabalhando focados no mesmo objetivo, orientados pelos indicadores, fator este que impulsiona o crescimento saudável do negócio.

Dessa maneira, a organização consegue focar na produtividade, mas também no planejamento para o futuro e na tomada de decisões. Além disso, ganha o poder de analisar erros anteriores e conseguir mais agilidade, interatividade e eficiência.

Outro fator interessante da análise de dados através de ferramentas de business intelligence é o fato de que ela pode ser feita em qualquer dispositivo (mobilidade) e, como já falamos, em tempo real. Ou seja, os gestores ganham a capacidade de compreender o estado dos negócios a qualquer momento, de maneira intuitiva e acessível. Em decorrência disso, as decisões são mais acertadas e específicas para os problemas definidos.

Quais modelos de dashboard podemos adotar?

Um dos maiores desafios dos gestores é acompanhar os indicadores de performance de sua empresa. Já vimos a importância de ter uma plataforma completa para o monitoramento e a análise dos dados. Mas você conhece os modelos de dashboard que trabalham da melhor forma o Big Data e favorecem o monitoramento dos KPIs (Key Performance Indicators) dentro de uma plataforma de Business Intelligence?

Vamos lhe ajudar nessa tarefa! A seguir, detalhamos os 3 principais tipos de painel de controle, seus benefícios e suas características. Quer saber como eles funcionam e quando utilizá-los? Confira!

1. Dashboard Estratégico

O modelo de dashboard estratégico é o mais comum, geralmente utilizado por gerentes e executivos. Ele permite gerenciar atividades de nível superior e apresenta informações importantes sobre o desempenho geral do negócio e oportunidades.

A ferramenta exibe os grandes números da empresa e é focada no acompanhamento dos principais KPIs, como vendas ano a ano ou a satisfação geral do cliente por um período de tempo considerável. É voltada para o monitoramento dos resultados em busca dos objetivos, definidos por indicadores e métricas, a fim de impulsionar o crescimento.

Os dados estratégicos são atualizados periodicamente, mas em intervalos maiores, se comparados a outros modelos de dashboard. Esses painéis podem ser analisados uma vez ao dia, por exemplo, para monitorar o status dos KPIs da empresa de forma simples, por parte da equipe executiva.

Logo, ele é o painel ideal para análises e consultas rápidas, pois dispõe as informações sem muitos detalhes e profundidade. Uma vez que os dados são apresentados de maneira geral e atualizados com menor frequência, seu uso é destinado à tomada de decisão por parte dos gestores.

O Dashboard Estratégico pode ser dependente da interpretação de dados de outros painéis, especialmente do analítico, que veremos a seguir. Por ser utilizado no mais alto nível da hierarquia da organização, pode e eventualmente deve ser aprofundado nos níveis mais baixos da hierarquia de dados.

Os dashboards estratégicos podem ser adotados por qualquer departamento da empresa. Apresenta métrica e indicadores globais de cada área. Os chamados Big Numbers: total produzido, faturamento total, receita mensal, taxa de devolução, total de reclamações do produto, taxa de turn over, tudo isso preferencialmente em termos comparativos.

2. Dashboard Analítico

O modelo de dashboard analítico destina-se a obter uma visão geral dos dados para descobrir tendências. É o tipo de dashboard que busca explicar os dados, principalmente os apresentados no dashboard estratégico. Geralmente analisa uma quantidade imensa de dados e busca identificar padrões e tendências neles, a fim de suportar as decisões. Preocupa-se com insights, com possíveis escolhas e com os impactos associados a cada uma delas.

Com o modelo de dashboard analítico, os líderes e analistas de negócios podem ter acesso a informações específicas e detalhadas. Por exemplo: saber em quais regiões houve queda no desempenho ou se ocorreu em apenas uma loja específica. Isso é possível porque o painel de controle indica o crescimento ou a queda de lucratividade e segmenta a região, os períodos e as áreas da companhia em que isso aconteceu.

Esse modelo se importa com gráficos e demais formas de visualização dos dados, com processamento e armazenamento. Um exemplo são os relatórios, que integram e interpretam informações para fornecer suporte à tomada de decisões. São dados precisos e atualizados com frequência, normalmente através de ferramentas de Business Intelligence.

Todos os setores das empresas são beneficiados com suas análises, pois elas permitem exploração de informações, sustentando o direcionamento de estratégias específicas para cada necessidade. Entre eles podemos citar as áreas de produção, comercial,, marketing, finanças, atendimento ao cliente e recursos humanos.

Os painéis analíticos são capazes de medir diferentes fatores e métricas, em que a medição do objetivo em si não é tão importante, mas, sim, a verificação da distância entre o valor planejado e o real. Com isso, é possível estabelecer estratégias e ações táticas para reversão do cenário e alcance dos objetivos antes que uma possível crise se instale.

3. Dashboard Operacional

Esse modelo se propõe a responder a questão: “o que está acontecendo agora?”. É focado em monitorar operações do dia a dia, traçando os problemas comuns para que sejam propostas as possíveis soluções. Busca rastrear o desempenho dessas atividades diárias para manter a empresa em funcionamento.

Está preocupado com fluxo de produção, com o produto propriamente dito, com o tempo das atividades, prazos, agilidade nos processos, entre outras questões. Também lida com indicadores, principalmente para análise de erros e pontos que precisam de melhorias nas tarefas cotidianas. O objetivo é identificar falhas e gargalos e eliminá-los.

O dashboard operacional analisa cada pedido, cliente, produto especialmente. Por exemplo, o setor de vendas pode saber quantos pedidos foram realizados e em quais situações existe a possibilidade de devolução, atraso ou cancelamento. Assim, esse modelo ajuda os colaboradores a lidar diretamente com os clientes e selecionar de forma efetiva quais negociações representarão vendas efetivas e quais não.

Comparado a outros modelos de dashboard, o painel de controle operacional contém muito mais detalhes, e os dados são atualizados com uma frequência bem mais alta, como de minuto a minuto. A ferramenta é projetada para exibir o desempenho das tarefas ao longo do dia, a fim de monitorar seu progresso.

O dashboard operacional transforma o analista, gestor ou supervisor no técnico em campo, que enxerga o que está acontecendo minuto a minuto e toma decisões tempestivamente para alcançar o resultado desejado, ao invés do comentarista de mesa redonda ao final do jogo, que apenas discute o resultado, apontando o que poderia ter sido feito diferente.

Como construir dashboards eficientes?

Para organizar os dados especificamente para cada função (selecionando o que é importante para cada um), é fundamental que se tenha capacidade analítica, habilidades de organização e modelagem de dados e domínio de ferramentas de BI. Assim, consegue-se evitar erros ao definir métricas e indicadores que serão realmente relevantes para o contexto, bem como escolher formas adequadas de visualização.

Para configurar modelos de dashboard eficientes e, principalmente, ideais para a sua corporação, deve-se ter profissionais capacitados nas análises de dados e nas técnicas e ferramentas de construção. Por isso, atente-se para a escolha da equipe desenvolvedora dos painéis de controle do seu negócio. Afinal, hoje em dia não é necessário aguardar o fechamento do mês para avaliar o desempenho da sua empresa.

Cursos e treinamentos na área de business intelligence podem garantir o conhecimento efetivo para construção de dashboards que consigam, de fato, cumprir seus principais objetivos e que seja fácil de compartilhar e intuitivo para utilizar. Tudo começa com as técnicas adequadas de definição do público-alvo (a quem ele se destina), quais dados deverão ser analisados, qual é o objetivo da análise, a periodicidade da atualização e as perguntas que estarão no relatório.

Em alguns cursos, os alunos também aprendem na prática a criar bons relatórios, com o direcionamento sobre como fazer uma diagramação adequada, estabelecer uma narrativa de dados — além de como organizar as cores, o layout do painel e dispor as informações de forma clara. Da mesma forma, aprenderão a lidar com gráficos, entender a função de cada um e configurá-los para o contexto específico.

Os diferentes modelos de dashboard são fundamentais para garantir uma visão completa dos negócios e ajudar as empresas na definição do que é importante analisar em busca dos resultados esperados. Com uma ferramenta desse tipo, é possível conhecer o estado da empresa e saber o que deve ser feito para reparar problemas que atrapalham o crescimento.

Gostou deste artigo? Que tal se aprofundar mais no tema? Baixe o nosso e-book dashboards de indicadores, o que são e como criá-los, para conferir tudo sobre esse assunto.

Um projeto de BI de sucesso tem como objetivos agilizar o processo de geração de indicadores, disponibilizando dados de forma simples e intuitiva, e propiciar um ambiente mais seguro para a tomada de decisões baseadas em dados.

Contudo, ao implementá-lo, existem alguns pontos que precisam ser observados, como as reais necessidades da empresa, os objetivos a serem alcançados com o projeto e o preparo de todas as equipes para utilizar a ferramenta.

Neste artigo, abordaremos quais são esses pontos que garantem o sucesso da implementação de um projeto de Business Intelligence. Confira!

Identifique as necessidades de sua empresa

Antes de pesquisar por soluções de BI para a sua empresa, é preciso ter um profundo conhecimento sobre quais são as necessidades de cada área de negócio em relação a um projeto de BI.

Para isso, levante-as junto de cada setor e verifique a relevância de cada uma das solicitações para a estratégia da empresa, pois, caso contrário, você contratará uma ferramenta que não supre suas necessidades, ou que possui funcionalidades desnecessárias.

Decida quais indicadores que serão mensurados

Todo tipo de informação sobre sua empresa é importante, mas quais são as informações que possuem relevância para o processo de gestão e tomada de decisões? Ao responder a essa pergunta, a definição dos indicadores a serem acompanhados se torna mais fácil.

É verdade que, por meio de um projeto de BI, tudo pode ser mensurado, mas a questão é se vale a pena mensurar tudo. Escolha os indicadores que representam informações fundamentais e que servem como base para avaliar o desempenho de um setor ou processo.

Avalie o TCO da solução

Atualmente, existem diversas de ferramentas de BI que atendem aos mesmos objetivos de negócios. Porém, elas possuem com características específicas de contratação, por exemplo, algumas ferramentas podem cobrar por usuário, outras por servidor independentemente da quantidade de licenças.

A modalidade de comercialização também deve ser levada em consideração. Algumas ferramentas vendem as licenças, outras comercializam o software como serviço. Outro ponto importante a considerar é o investimento em hardware e o custo de expansão.

Considerando estas variáveis, calcular o TCO (Total Cost Of Ownership) da solução é fundamental durante o processo de seleção.

Envolva toda a equipe e explique as metas

Uma das maiores falhas na implantação de um projeto de BI, independentemente do tamanho da empresa, é ignorar o fator humano durante o processo.

Para se alcançar o sucesso, é preciso envolver todas as equipes no processo de implantação, explicar quais serão os benefícios que a ferramenta trará para cada setor e para a empresa e capacitá-los por meio de treinamentos para operar a ferramenta.

Outro ponto de extrema importância é o apoio e a participação ativa da alta gestão durante todo o processo. Se a empresa possui uma cultura de inovação incutida em seus colaboradores e gestores, não existirá muita resistência ao projeto. Contudo, se a empresa é mais tradicionalista e seus colaboradores possuem certa aversão ao uso de novas tecnologias, o processo poderá se complicar.

Independentemente do cenário cultural de sua empresa, contar com uma empresa especializada em BI para realizar a implantação do projeto é essencial, pois ela saberá identificar quais são as necessidades de sua empresa e indicar as soluções mais adequadas.

Agora que você sabe um pouco mais sobre como ter sucesso na implantação de um projeto de BI, que tal descobrir como escolher a ferramenta de Business Intelligence ideal para sua empresa?

Hoje, mais do que nunca, as empresas precisam de estratégias e ações que aprimoram o relacionamento com os clientes. Conheça 5 etapas que ajudam a melhorar suas ações e a manter o foco nos resultados.

Na Era do Cliente pesquisas apontam que 86% dos consumidores estão dispostos a pagar a mais por serviços diferenciados. Em contrapartida, 65% deles informam ter trocado de fornecedor após um mal atendimento. Isso significa que é imperativo que as empresas hoje desenvolvam estratégias e ações específicas para monitorar e gerenciar as relações com os seus clientes.

Para fortalecer o relacionamento com os seus clientes e aprofundar na fidelização de sua base, a adoção de conceitos e ferramentas de CRM pode trazer excelentes resultados. Confira 5 (cinco) etapas essenciais que ajudarão a sua empresa a melhorar atendimento ao clientes através do CRM (Customer Relationship Management). Boa leitura!

1. Coleta de dados

O primeiro passo consiste em utilizar seu CRM para coletar, armazenar e manter-se atualizado dos detalhes pessoais de seus clientes. Em outras palavras, seu CRM deve ser usado não só para armazenar o histórico de vendas e os detalhes de contato, mas também para enriquecer cada vez mais sua base e o seu conhecimento sobre cada cliente individual.

Esses dados devem incluir as informações cadastrais (nome, data de nascimento), informações de contato (telefone, e-mail, perfil nas redes sociais), e também, informações geográficas, demográficas e psicográficas de seus clientes. Dessa forma, você obterá um entendimento mais profundo do cliente enquanto pessoa, e essa compreensão certamente será útil a longo prazo — na criação de uma identidade sólida e na disseminação das mensagens certas por meio dos canais de comunicação mais adequados, por exemplo.

2. Alocação de recursos baseada em target

A alocação baseada em target pode causar um impacto extremamente positivo para a sua organização. Como a maior parte dos lucros de um negócio costuma vir de cerca de 20% a 30% dos clientes totais, com a ajuda de seu sistema de CRM, você pode alocar recursos de forma que esses clientes tenham sempre o atendimento mais adequado as suas necessidades e ao seu potencial.

Ou seja, é de fundamental importância que você utilize os recursos do CRM para conhecer melhor e acompanhar esses clientes do topo da pirâmide.

3. Atualizações regulares

O CRM deve ser utilizado para fortalecer o vínculo já existente com seus clientes. Você pode fazer isso usando as informações armazenadas em seu banco de dados e, assim, enviar atualizações regulares e oportunas sobre o seu negócio para eles. Além disso, pode usar o software de CRM para disparar comunicações automáticas de acordo as últimas interações e transações do cliente.

Isso fará com que seus clientes se sintam valorizados e envolvidos, o que contribuirá para que escolham sua empresa, em detrimento da concorrência, na próxima vez em que forem realizar negócios.

4. Respostas rápidas para reclamações de clientes

Um dos maiores benefícios ao se usar o CRM para melhorar o atendimento ao cliente é a capacidade de responder rapidamente às reclamações. Segundo relatório da Global State of Multichannel Customer Service, 41% dos consumidores brasileiros afirmam que terem seus problemas resolvidos rapidamente é o mais importante aspecto de sua satisfação quando se relacionam com as empresa.

Isso significa que, para alguém que consome seus produtos ou serviços, não há nada melhor do que uma resposta rápida para suas consultas, queixas e demais interações durante o pós-venda. De fato, pode-se dizer que, da perspectiva do cliente, o status de uma empresa depende da qualidade do atendimento a ele dispensado.

5. Analise os padrões de comportamento de seus clientes

Você pode integrar o CRM com outras ferramentas de business intelligence e assim, obter uma visão completa dos clientes, do seu negócio e do seu mercado de atuação.

Essa análise de dados torna possível melhorar o atendimento ao cliente utilizando CRM para personalizar cada interação. Usar essas informações em suas interações com os clientes e na elaboração das estratégias de CRM é mandatório para diferenciar-se no mercado. Isso ajudará a obter o máximo de cada contato e a aumentar consideravelmente a lucratividade de sua organização.

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